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quinta-feira, 12 de março de 2015

[Salvação] APRENDA O QUE A BÍBLIA ENSINA SOBRE SER FILHO DE DEUS

Identidade é importante. É importante para a nossa cultura, inundada por políticas identitárias e pelos apelos inatacáveis que o conceito de identidade proporciona. E é importante entre os cristãos. Nós chamamos as pessoas a viver de acordo com e à altura de quem elas são em Cristo: peregrinos e forasteiros, sal e luz, membros do corpo de Cristo ou da noiva de Cristo, templo do Espírito, nova criação e assim por diante. Nós encorajamos uns aos outros a nos revestirmos do novo homem. 
Contudo, com freqüência, os marcadores identitários do Novo Testamento são mais informados por nosso próprio contexto e nossas pressuposições culturais do que pelo enredo bíblico. O enredo do peregrino e forasteiro pode se tornar o enredo do fundamentalista cultural justificando seu desengajamento. O enredo da noiva pode facilmente se tornar o enredo de um sentimentalismo egocêntrico no qual, como acontece com as noivas americanas todos os sábados, nós somos o foco e o centro de tudo.

A história da filiação

Todavia, se havemos de aprender a usar os marcadores identitários da Bíblia em nosso aconselhamento e discipulado, então precisamos compreender o enredo bíblico mais amplo de nossa identidade como filhos e filhas de Deus. Esse enredo é uma ferramenta poderosa para combater o discipulado narcisista que permeia grande parte do cristianismo.

Princípios

Da criação de Adão e Eva conforme a semelhança de Deus à sua responsabilidade de representar Deus como vice-regentes sobre a criação (Gênesis 1.26-28), ao seu privilégio de intimidade com Deus (Gênesis 3.8) e sua habilidade singular de refletir de volta para Deus a sua glória, à sua obrigação de obedecer (Gênesis 2.15), a imago Deise projeta na forma de filiação. Desde o princípio, o padrão se estabelece: tal pai, tal filho. Assim como Deus governa a criação, também o filho deveria representar aquele governo.
Como é óbvio, o primeiro filho, Adão, foi desobediente ao seu Pai. A imagem de Deus não foi perdida, mas ela agora vem com a herança maldita do nosso pai terreno, uma natureza corrompida e arruinada pelo pecado. Desse ponto em diante, a inclusão na família de Deus não é mais por nascimento, mas por adoção.

Um novo começo? 

Em Gênesis 12, Abrão, o filho de um idólatra, é adotado por Deus a fim de tornar-se o pai de uma nova nação. Ele recebe um novo nome: Abraão. Ele recebe a promessa de um filho e, mais do que isso, de uma herança para aquele filho.
De novo e de novo, essa promessa é posta em xeque: pela esterilidade, pela traição, pela fome, pela própria morte. Quando Deus chama Abraão a sacrificar o seu filho como oferta queimada (Gênesis 22.2), parece que a promessa e a história do filho estão acabadas, porque o filho ainda é o filho de Adão que merece morrer.
Mas Deus não acabou. Ele resgata o filho de Abraão, o filho de Isaque e os filhos de Jacó, até que o filho se torna a nação de Israel inteira.
Em Êxodo 4, Deus diz a Moisés que diga a Faraó: “Deixe o meu filho ir para prestar-me culto” (v. 23, NVI). Deus então resgata o seu filho corporativo, Israel, do rei-serpente e conduz o seu filho à sua herança, a terra prometida, um segundo Jardim do Éden.
Deus também suscita um rei, um homem segundo o seu coração, chamado Davi, e lhe promete que um filho dele governará sobre um reino que não terá fim. O filho de Davi será o filho de Deus, que representará tanto Deus como o seu povo. Ele reinará em justiça e fará a obra que o Pai lhe confiar, resgatando o seu povo das mãos de seus inimigos.
Mas nem o filho corporativo nem os filhos de Davi são fiéis. Eles continuam em sua rebelião. Ao final do Antigo Testamento, o trono de Davi está vazio.

O Filho vem e nos torna filhos

Então veio o verdadeiro Filho de Deus. Jesus é o Filho Divino encarnado, o verdadeiro Rei, o Messias que veio para fazer a obra que o Pai lhe confiara (João 4.34, 5.19, 6.38). Ele afirmou representar Deus: se você o visse, teria visto o Pai (João 1.49). Jesus é a verdadeira imago Dei, o segundo Adão, o verdadeiro Israel. Enfim, tal Pai, tal Filho.
Surpreendentemente, o filho corporativo o rejeitou. Contudo, Deus ressuscitou o Filho dentre os mortos e o fez assentar no próprio trono dos céus, de modo que todos os filhos da desobediência que se voltarem de seus pecados e forem unidos ao verdadeiro Filho pela fé receberão o poder de se tornarem filhos de Deus, adotados na família de Deus.
Uma vez adotados, eles são conformados à imagem do Filho a quem Deus ama. Esse processo não terminará até o dia em que o virmos, quando enfim seremos como ele é. “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus” (1 João 3.1). E, quando enfim formos como ele é, reinarmos com ele como filhos e filhas de Deus (2 Timóteo 2.2; Apocalipse 20.4, 6).

Discipulando e aconselhando a partir do enredo da filiação

Como esse enredo de filiação impacta o modo como nós usamos essa identidade bíblica em nosso discipulado e aconselhamento? Quero enfatizar quatro coisas.

1. O Pai ama os filhos porque o Pai ama o Filho
Primeiro, o Pai ama os filhos porque o Pai ama o Filho. O amor de Deus por nós como filhos não começa conosco. Começa com o seu amor pelo Filho Jesus Cristo. Por quê? Porque o Filho sempre foi e sempre será obediente ao Pai (João 10.17). E é esse amor que transborda em amor por nós, os filhos que estão unidos a Cristo pela fé.
Precisamos inculcar isso em nossas mentes enquanto discipuladores e conselheiros. Podemos dizer “Deus ama você” o dia inteiro, e isso de nada adiantar, porque as pessoas no fundo sabem que não merecem o amor de Deus. Mas, quando me é dito que Deus ama a Cristo e que eu fui adotado em Cristo pela fé, agora eu tenho algo em que pôr a minha confiança, algo que não contradiz o meu conhecimento de mim mesmo.
Cristão, você é amado, não porque você é amável ou obediente, mas porque Cristo é amável e obediente e você está em Cristo. Você foi adotado.

2. Um filho glorifica o seu Pai ao representá-lo perante o mundo
Segundo, o papel de um filho é dar glória ao seu Pai ao representá-lo perante o mundo. Jesus fez essa afirmação acerca de sua própria vida repetidamente. João 5.19: o Filho somente pode fazer “aquilo que vir fazer o Pai; porque tudo o que este fizer, o Filho também semelhantemente o faz”. E tudo isso é para trazer glória ao Pai. Como Jesus orou, “Eu te glorifiquei na terra, consumando a obra que me confiaste para fazer” (João 17.4).
Mas o que é verdade acerca de Cristo também é verdade acerca dos filhos que estão em Cristo. Mateus 5.9: “Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus”. Mateus 5.44-45: “Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste”. Efésios 5.1: “Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados”. Herdeiros de Deus devem portar o nome do Pai e fazer avançar a reputação do Pai. Esse é um elevado chamado e privilégio.

3. O privilégio do Filho é uma herança segura
Terceiro, o privilégio do Filho é uma herança segura. Jesus afirma isto: “O escravo não fica sempre na casa; o filho, sim, para sempre” (João 8.35). Paulo assimila a mesma idéia: “E, porque vós sois filhos, enviou Deus ao nosso coração o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai! De sorte que já não és escravo, porém filho; e, sendo filho, também herdeiro por Deus” (Gálatas 4.6). Muito mais do que uma experiência emocional e psicológica de amor, este versículo nos promete uma herança e um lugar permanente na família. Essa herança é certa e segura.
Que é essa herança? A principal imagem no Antigo Testamento é de uma terra. Na era presente, nós não recebemos uma terra, mas o Espírito. E, incrivelmente, o Espírito é apenas um penhor. A nossa plena herança ainda nos aguarda, pois a nossa plena herança é o próprio Deus Trino em uma nova criação perfeitamente planejada para o nosso florescimento e a sua glória.

4. A meta do Filho é a obediência
Quarto, a meta do Filho é a obediência. Essa deveria ter sido a meta de Adão, de Israel e de Davi. Mas foi, sem dúvida, a meta de Jesus. Ele foi obediente ao Pai até o fim. Não foi uma obediência relutante, desejando que houvesse outro caminho. Não foi uma obediência mesquinha, na esperança de que talvez o Pai lhe amasse por obedecer. Não foi uma obediência orgulhosa, do tipo “Ei, olhe para mim!”. Foi uma obediência voluntária – “eu espontaneamente a dou” (João 10.18). Foi uma obediência confiante – “porque me amaste antes da fundação do mundo” (João 17.24). Foi uma obediência humilde – Jesus não se envergonha de nos chamar irmãos (Hebreus 2.11). E essa obediência foi a sua alegria.
Quando nós usamos a linguagem da filiação em nosso discipulado e aconselhamento, se nós apenas transmitimos a promessa da intimidade e do livre acesso, que Romanos 8 ensina, então estamos contando apenas parte da história. Filhos não são apenas os recipientes de amor, copos vazios de amor que precisam ser cheios. Eles também são aqueles que ativamente amam seu Pai. E João nos diz: “E o amor é este: que andemos segundo os seus mandamentos” (2 João 6).
Eu poderia chegar ao ponto de dizer que o tema dominante vinculado à filiação no Antigo Testamento e no Novo não é intimidade, acesso, afeição, nem mesmo segurança. É obediência.
Tudo se encaixa em Romanos 8. Deus nos predestinou para sermos conformes à semelhança, à imagem do seu Filho, a fim de que ele fosse o primogênito entre muitos irmãos (Romanos 8.29). E, portanto, Paulo diz, “Portanto, irmãos, estamos em dívida, não para com a carne, para vivermos sujeitos a ela. Pois se vocês viverem de acordo com a carne, morrerão; mas, se pelo Espírito fizerem morrer os atos do corpo, viverão, porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus” (Romanos 8.12-14, NVI). A meta dos filhos é a obediência. A próxima coisa que Paulo diz é que pelo Espírito nós clamamos “Aba, Pai” (Romanos 8.15). E assim o círculo se fecha. Intimidade e obediência andam lado a lado na história do Filho.

Uma nova história

Nós vivemos numa era terapêutica, uma era de relacionamentos quebrados e famílias fraturadas, em que pais são tolos, bufões, capatazes, ou apenas completamente ausentes. Os filhos criam a si mesmos até a fase adulta por meio de imagens da internet e da TV. Francamente, com as filhas é ainda pior. Então, não deveria nos surpreender que, na linguagem bíblica de filhos e filhas, nós encontramos um poderoso antídoto para um veneno mortal.
Mas, de fato, em nossa identidade como filhos e filhas de Deus nós recebemos algo muito mais poderoso do que um antídoto para os fracassos de nosso tempo. Recebemos uma identidade que nos chama além de nós mesmos e de nossas necessidades emocionais para o enredo da glória de Deus. 
Um dia, a nossa esperança será recompensada; a nossa obra terá um fim. “A ardente expectativa da criação aguarda a revelação dos filhos de Deus” (Romanos 8.19). E essa expectativa não será frustrada. Naquele dia, uma nova história começará: a história da gloriosa liberdade dos filhos e filhas de Deus.

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Fonte: http://voltemosaoevangelho.com/blog/2015/03/aprenda-o-que-a-biblia-ensina-sobre-ser-filho-de-deus/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+voltemosaoevangelho+%28Voltemos+ao+Evangelho%29

domingo, 9 de setembro de 2012

[Estudo Bíblico] SANTIDADE - Um Estudo de 1ª Pedro


A primeira carta de Pedro é uma carta especial. Não foi escrita para uma localidade, ou uma igreja específica...
Foi uma carta escrita “aos forasteiros da Dispersão”. Uma carta escrita a irmãos, possivelmente de herança gentia, que estavam dispersos, morando em províncias que sofriam com a influência do Império Romano.
Em toda a carta, predomina uma linguagem paterna e de alerta sobre como o mundo, ou os desejos da carne, podem ter repercussão em nossa vida Cristã.

Vamos estudar alguns trechos dessa carta:

I Pe 1:13-14
Por isso, cingindo o vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que vos está sendo trazida na revelação de Jesus Cristo. Como filhos da obediência, não vos amoldeis às paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância;

Sede sóbrios. Não estar embriagado. Estar em pleno juízo e consciência. 
Pedro nos exorta a prepararmos o entendimento para a sobriedade. E como somos filhos da obediência não podemos mais nos encaixar no mesmo procedimento de paixões que tínhamos antes da nossa conversão, quando éramos ignorantes com respeito ao Senhor.
Quando se está no meio congregação, a santidade é fácil. O difícil é manter um padrão de santidade quando se está disperso, longe do relacionamento forte com outros irmãos, e o que é pior, perto de uma prática mundana que lembra a nossa prática antiga de falta de santidade e de paixão sensual, frutos de uma vida passada, longe do senhor.
Sede Sóbrios! Não se deixem levar! Não sejam contaminados. Enganados! Vocês são filhos da obediência!

I Pe 1:15-16
pelo contrário, segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento, porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo.

Pelo contrário! Aquele que vos chamou é “AGNUS”. Tem pureza moral. Está livre de impurezas da carne. É sagrado. É limpo. É Santo. Por isso, como Ele é Santo, vocês também devem ser santos. Também devem ser sem culpa, sem falta moral.

I Pe 1:17-18
Ora, se invocais como Pai aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo as obras de cada um, portai-vos com temor durante o tempo da vossa peregrinação.

Ora, se invocais como Pai aquele que é puro, é santo, é limpo, então vocês também devem ser puros, santos, limpos. Porque se Ele é o vosso pai, vocês, como filhos, devem ser como Ele é.
Andai em temor, respeitando o vosso pai e imitando-o em todas as cousas durante o tempo em que vocês estiverem fora de sua casa verdadeira. 
É necessário que a igreja entenda o seu chamado como “peregrinos” e “forasteiros”. Somos peregrinos porque aqui não é a nossa morada. Estamos de passagem. Aqui é apenas o nosso caminho. E somos forasteiros porque passamos por um povo que não é nosso, por uma cultura que não nos pertence e por apelos que não podem e não devem ter influência sobre nossas decisões.

I Pe 1:18-20
sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo, conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo, porém manifestado no fim dos tempos, por amor de vós

Fomos comprados por um preço muito alto. Não um preço que possa ser medido pelos parâmetros humanos. Mas, um preço medido nos céus. O sangue de um cordeiro perfeito, sem nenhuma acusação.

I Pe 1:22
Tendo purificado a vossa alma, pela vossa obediência à verdade,

Tendo adquirido a purificação da vossa alma pela vossa obediência á Cristo, que é a verdade. É por causa da nossa obediência a Cristo que recebemos de Deus a purificação das nossas almas.

I Pe 2:11
Amados, exorto-vos, como peregrinos e forasteiros que sois, a vos absterdes das paixões carnais, que fazem guerra contra a alma,

Porque temos que nos privar das paixões carnais?
Primeiro porque fomos chamados por um Deus que é Santo. E como Ele é Santo eu também devo ser.
Segundo porque eu o invoco como pai. E se Ele é meu pai, eu, na qualidade de filho devo imitá-lo e ser como Ele é.

I Pe 2:21-22
Porque para isto sois chamados; Pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas. O qual não cometeu pecado, nem engano algum se achou em sua boca.

Terceiro porque eu sou filho da obediência. E minha alma já foi purificada por causa dessa obediência à Cristo. E como filho da obediência eu não posso mais tomar a forma do mundo.
Quarto porque eu sou peregrino. Aqui não é meu “ponto final”. Estou aqui de passagem. Eu preciso “olhar para as coisas do alto” porque eu sou do alto.
Quinto porque eu sou forasteiro. Aqui não é minha morada. Minha cultura não é essa, meu povo não é esse.
Sexto porque eu devo me portar com temor durante essa minha caminhada.
Sétimo porque meu chamado custou um preço muito alto. Muito alto. Um preço que excede toda minha capacidade de entendimento. Um preço que não pode ser medido humanamente. Um preço muito valioso.
Mas, há um outro ponto, também muito valioso, que posso denominá-lo de “oitavo” ponto. Talvez a base de toda a carta de Primeira Pedro. Talvez a chave principal dessa carta e dessas verdades.
Pedro começa a carta afirmando:
Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos (I Pe 1:3)
“Nos gerou de novo”. Fomos gerados de novo. Somos nova criatura. Paulo, na sua carta aos romanos (7:1-4) afirma que a lei tem domínio sobre o homem enquanto ele vive. E usa o casamento como um exemplo, alegando que a mulher está ligada ao marido enquanto ele estiver vivo, mas, quando ele morre ela fica desobrigada da lei conjugal e pode contrair novas núpcias. E Paulo conclui esse pensamento afirmando: “Assim, meus irmãos, também vós estais mortos...para que sejais de outro...para que pertençam aquele que ressurgiu dentre os mortos”.
“Nos gerou de novo!” Somos outra criatura. Uma nova criatura. Como podemos voltar à manter um casamento que não existe mais porque o marido morreu? Como podemos voltar à prática de coisas que não fazem mais parte de nossa nova natureza?
No verso 13 do Cap 01, Pedro começa suas exposições afirmando “por isso”. Por isso o que? Por causa dessa nova criatura, por causa do novo nascimento, porque fostes “gerado de novo” é que vocês devem preparar o entendimento e serem sóbrios na vossa caminhada. Sendo Santos, sendo puros, como é santo e puro o vosso pai! Por causa desse novo nascimento vocês são peregrinos e forasteiros e não pertencem mais a esse mundo. Por causa do fato de terem sido gerados de novo vocês devem se despojar de toda maldade, de hipocrisia, inveja e de toda sorte de maledicência. (2:1)
Por causa dessa nova vida vocês foram proclamados raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus. (2:9)
Porque vocês não eram povo. Mas agora são. (2:10).
Agora vocês podem manter exemplar o vosso procedimento no meio dos gentios (2:11). Vocês agora podem se submeter ás autoridades (2:13-15). Os servos podem obedecer aos patrões (2:18). As mulheres podem ser submissas aos maridos (3:1). Os maridos podem amar as esposas (3:7). Podemos ser compassivos, amorosos, misericordiosos, humildes, bendizentes...(3:8-9).
Porque nascemos de novo.

I Pe 1:23
pois fostes gerado de novo não de semente corruptível, mas de incorruptível, mediante a palavra de Deus, a qual vive e é permanente
Pois fostes gerados de novo.

I Pe 4:2
Para que no tempo que vos resta na carne, não vivais mais segundo as concupiscências dos homens, mas segundo a vontade de Deus.

I Pe 5:7
Ora, o fim de todas as coisas está próximo; sede, portanto, criteriosos e sóbrios.
Ora, aquele que é poderoso para fazer infinitamente mais, nos conceda a graça da revelação dessas cousas e nos faça vislumbrar a beleza dessa nova vida em Cristo.

Autor: Paulo Ricardo

sexta-feira, 29 de julho de 2011

[Santificação] COMO SERÁ A SANTIFICAÇÃO NOS ÚLTIMOS DIAS

Texto Bíblico: 
2 Timóteo 4:1-5

Introdução
Na verdade, a Bíblia já previu que, com a proximidade da volta de Cristo, haveria um esfriamento gradativo em relação ao que Deus ordenou nas Escrituras. Vamos identificar isto nas passagens a seguir, com as declarações do apóstolo PAULO e de JESUS :

1. O alerta de Paulo: “Virão dias difíceis”

2 Tm 3:1-5: "Sobe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes".
2 Tm 4:3-5: "Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo con-trário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas. Tu, porém, sê sóbrio...".

a) O Que São Estes "Últimos Dias”?
O que lemos acima descreve o que encontraremos nos "últimos dias". Será que já estamos vivendo este tempo? O importante é entendermos que estes "últimos dias", foram iniciados com a primeira vinda de Cristo, através do seu nascimento sobrenatural. O que a Bíblia não diz, é o dia e a hora em que este período chamado de "últimos dias", terminará.
Sabemos que alguns acontecimentos mundiais ocorrerão, com uma força nunca vista antes, culminando com a 2ª vinda de Cristo, como o "ladrão na noite", sem avisar, de surpresa. Assim sendo, teologicamente falando, nós já estamos dentro do período conhecido como "últimos dias".

b) Como Serão as Pessoas?
Analisando a passagem acima, identificamos as características das pessoas desses dias:

• SERÃO APARENTEMENTE RELIGIOSAS: Embora Paulo esteja se referindo a uma situação mundial, podemos entender que até pessoas com aparência piedosa e religiosa (quem sabe dentro de igrejas), estarão vivendo uma vida distante da Santidade ("mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder" 3:4-5).
Serão pessoas que buscarão uma justificativa religiosa para continuarem vivendo uma vida de pecado. Para isso, vão procurar igrejas ou líderes que digam o que eles gostam de ouvir e que aprovem seu comportamento errado. Não se interessarão em saber o que Deus pensa a respeito ("cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças" 4:3).

• EXALTARÃO A SI MESMAS: Estas pessoas farão propaganda de si mesmos, quando a Palavra afirma "Seja outro o que te louve, e não atua boca..." (Pv 2 7:2). Serão jactanciosos (soberbos), arrogantes e enfatuados (orgulhosos) - 3:2,4. Não se trata de uma autoconfiança positiva, mas sim da que é danosa, que coloca a capacidade pessoal num estágio tão alto, que quase dispensa a presença de Deus. Aliás, Satanás teve esta mesma ideia, achando até que poderia ser Deus (Is 14:12-15).

• BUSCARÃO SOMENTE AOS SEUS INTERESSES: Em 2 Tm 3:2, são chamados de egoístas, avarentos e ingratos (pedirão a ajuda dos outros para conseguirem alguma coisa e depois nem agradecerão o benefício recebido).

• HUMILHARÃO AOS OUTROS: A começar pelos próprios pais, sendo-lhe; desobedientes, irreverentes, blasfemadores e caluniadores (3:2-3), envolvendo a família, a igreja e quem mais estiver por perto.

• SERÃO INTRATÁVEIS: Atrevidos, sem domínio de si, desafeiçoados (sem afeição) e implacáveis (3:3-4) Estas, serão pessoas explosivas e instáveis emocionalmente.

• TERÃO ATRAÇÃO PELA MALIGNIDADE: Haverá uma inversão de valores, na mente destes: acharão que fazer o que é errado, é plenamente justificável. Serão inimigos do bem, cruéis e traidores (3:3-4).

2. Jesus já havia predito estas dificuldades

Mt 24: 10-12 e 23-25: "Nesse tempo, muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros; levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos. E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos ... Então, se alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! Ou: Ei-lo ali ! Não acrediteis; porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos...".

A passagem acima nos revela que:

• HAVERÁ AUMENTO DA INIQUIDADE: Muito maior que em outras épocas, tendo ênfase especial nos escândalos, traições e ódios.

• A RELIGIÃO ENGANARÁ A MUITOS: Note que a passagem acentua que aparecerão MUITOS falsos profetas e enganarão a MUITOS. Eles serão convincentes, pois realizarão até sinais e prodígios. Mas, apesar dos milagres, Jesus diz que eles são falsos em todos os seus propósitos. Precisamos aprender que "fazer milagres", não é atestado de boa conduta para ninguém, pois o diabo muitas vezes pode repeti-los (Êx 7:10-1 2), enganando os ingênuos.

• AMOR SE ESFRIARÁ DE QUASE TODOS: Acontecerá um desencantamento por parte dos que são corretos, visto que serão uma minoria. Nestes momentos, até os honestos dirão: "Se todos estão agindo errado, o que adianta lutar contra tanta gente?". Começarão então a buscar seus próprios interesses, mesmo que isto signifique arruinar os outros, sem dó nem piedade.

3. Como em nossos dias

Estes acontecimentos dos "últimos dias", previstos tanto por Paulo como por Jesus, bem que poderiam ser uma descrição dos nossos dias! Sem dúvida, características iguais a estas, ocorreram em vários momentos da história da humanidade. Entretanto, as semelhanças com as quais estamos vivendo em nossa época, nos trazem grandes preocupações.

Observando as qualidades mencionadas nas passagens acima, chegamos a conclusão de que haverá uma desvalorização da Santificação. Muitos acharão "um absurdo" que ainda exista gente preocupada com uma vida santa.

A pressão feita aos verdadeiros cristãos, aumentará assustadoramente. As argumentações, certamente serão de que, "Santificação é um exagero, uma chatice, uma caretice, que foi uma ideia do passado, nada tendo a ver com a realidade atual, que não temos nada de que nos arrepender, que 'pecados' são os nossos preconceitos etc. etc. etc.". Você já ouviu alguma vez este papo?

Saiba que tudo o se disse até aqui, bem como tudo o que virá a seguir, foi feito para que você não tenha nenhuma dúvida, de que Deus quer por parte dos Seus filhos, uma vida santa, hoje e sempre.
Daqui até a volta de Jesus, vai ficar cada vez mais difícil ser um verdadeiro cristão. Mas ninguém disse que seria fácil. O preço de ser parecido com Cristo (cristão) é alto!

• Jo 16:33: "Estas cousas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo"- O próprio Jesus disse que passaríamos por aflições.

• 2 Tm 3:12: Paulo disse: "Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos".

A garantia, no entanto, é de que o Senhor estará ao nosso lado todos os dias :

• Mt 28:20b: "E eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século".

O próprio Cristo irá reconhecer os que Lhe são fiéis, dando no momento certo a recompensa pela caminhada da Santificação:

• Mt 25:31-34: "Quando vier o Filho do homem na sua majestade e todos os anjos com ele, então, se assentará no trono da sua glória; e todas as nações serão reunidas em sua presença, e ele separará uns dos outros, como o pastor separa dos cabritos as ovelhas; e porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos, à esquerda; então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo".

Saiba que: lutar contra a maré é sempre difícil. Aceitar o desafio de ser fiel testemunha de Jesus, mesmo diante de pressões e humilhações, não é fácil. O que nos ajuda a caminhar hoje, é a certeza de um futuro tão maravilhoso e fantástico, que nem Paulo conseguiu descrever: "Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós" (Rm 8:18).

segunda-feira, 28 de março de 2011

[Santificação] CRIADOS SEGUNDO DEUS PARA A SANTIDADE

"E vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade". Ef. 4.24

Definindo a palavra santificação: Significa "tornar santo"; "consagrar"; "separar do mundo" e "apartar-se do pecado", a fim de termos ampla comunhão com Deus e servi-lo com alegria.

Muitas pessoas que se dizem regeneradas por Deus não dão bom testemunho quando estão distantes da igreja e dos membros que a compõe. Tais pessoas enganam a si mesmas e não experimentaram a verdadeira regeneração através da lavagem da água pela palavra de Deus que purifica o homem de todo o pecado tornando-o apto a salvação.

"Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo". Tt. 3.5

"Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra". Ef. 52.26

Somos criados segundo Deus para a santidade. No antigo testamento o sacerdote deveria levar sobre a sua mitra na sua testa uma lamina de ouro puro com os seguintes dizeres: "santidade ao Senhor" (ou Santo ao Senhor). Ex. 28.36

Ser santo ao Senhor é um privilegio que todo salvo deve experimentar "Porque esta escrito: Sede santos, porque eu sou santo". I Pe 1.16

Não nos santificamos a Deus porque estamos em busca de algo.
Mas nos santificamos a Deus porque Dele temos recebido tudo.
Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém. Rm 11.36

Daniel um exemplo de Santidade ao Senhor - Daniel capitulo 01

Muito diferente de Esaú que trocou a sua primogenitura por um prato de sopa (Gn 25.34) e de Sansão que se contaminou ao se aproximar de um cadáver o que era contra seu voto de Nazireu (Jz 14.8; Nm 6.6). Daniel quando convocado a comparecer diante de Nabucodonosor propôs no seu coração alguns objetivos:

1. Não se contaminar com a porção das iguarias do rei.

Propôs em seu coração rejeitar o manjar apetitoso; o prato delicado e delicioso; a boa comida do rei. Davi sabia que esta iguaria seria motivo de escárnio, zombaria e dito picante por parte daqueles que sabiam ser ele temente a Deus.

2. Não se contaminar com o vinho que o rei bebia.

O Vinho e a bebida forte são os grandes causadores de distúrbios, inimizades e conflitos na família e na sociedade. O homem que adota tal procedimento torna-se geralmente motivo de zombaria e gracejos. Noe ao beber mostrou sua nudez (Gn 09); Ló teve relações ilícitas (Gn 19). O homem que procura o vinho diz a palavra "erra no seu caminho, nunca será sábio". Pv. 20.1

"Não estejas entre os beberrões de vinho, nem entre os comilões de carne" Pv. 23.20

Daniel sendo sábio manteve-se em dieta, alimentou-se daquilo que podia preservar sua saúde e seu testemunho pessoal. Ao fim de sua dieta Daniel e seus amigos mostram as seguintes qualidades:

Mais gordo de carne que todos os jovens que comiam das iguarias do Rei (15).
Deus lhes deu o conhecimento e a inteligência em todas as letras, e sabedoria (17).
Dez vezes mais doutos do que todos os magos astrólogos que havia em todo o reino (20).
Em sua vida há evidencias de sua santidade ao Senhor? Você pode disser como Jó disse?

Ouvindo-me algum ouvido, me tinha por bem-aventurado; vendo-me algum olho, dava testemunho de mim; Jó 29.11.

Os filhos do Sacerdote Eli e a falta de Santidade ao Senhor

Não conheciam ao Senhor, mesmo tendo sido criados no templo (I Sm 2.12).
Comiam a carne do sacrifício (I Sm 2.13-17)
Deitavam com as mulheres que em bandos se ajuntavam à porta da tenda da Congregação (I Sm 2.22)
Conseqüências da falta de Santidade ao Senhor

Os filhos de Eli morreram nas mãos dos filisteus na tomada da Arca de Deus (I Sm 4.11)
O Sacerdote Eli por não ter corrigido os mesmos teve uma triste morte. Ao ouvir a noticia que a arca de Deus havia sido tomada, Eli caiu da cadeira para trás e quebrou o pescoço e morreu, porquanto o homem era velho e pesado. (I Sm 4.18).
A nora do sacerdote Eli estava grávida e ao ouvir estas noticias deu a luz e morreu (I Sm 4.19-22)
Todo homem que comete pecado morre.

A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a iniqüidade do pai, nem o pai levará a iniqüidade do filho. A justiça do justo ficará sobre ele e a impiedade do ímpio cairá sobre ele. Ez. 18.20

Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor. Rm. 6.23

A natureza do novo homem e o porque essa natureza nova é santa

E vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade. Ef. 4.24

A bíblia diz que o homem natural está morto em delitos e pecados. Mas a ação de Deus inverte este quadro, pois Ele nos da vida.

Através desta vida a qual chamamos de novo nascimento que nos é concedido pelo Espírito de Deus (Jo 3.5,6, 8). O novo homem apresenta algumas qualidades em sua natureza.

Adquire uma semelhança com Deus (Ef. 4.24) e com Cristo (Rm 8.29; II Co 3.18); adquire também conhecimento de Deus (Cl 3.10); ódio ao pecado (I Jo 3.9; 5.18) e vitória sobre o mundo (I Jo 5.4), além de demonstrar fé em Cristo (I Jo 5.1), retidão (I Jo 2.29) e amor fraternal.

Esta nova natureza é santa porque é uma obra exclusiva de Deus no homem.

Somos gerados de novo pela Palavra de Deus. I Pe 1.23

A regeneração "novo nascimento" é um ato divino e decisivo, o qual provoca efeitos profundos e permanentes na vida do individuo (I Jo 1.9; 3.9; 4.7; 5.1,14, 18), que alteram seu comportamento embora sem modificar sua personalidade.

A pessoa é a mesma, porém, diferentemente controlada. Antes era controlada pelo pecado, agora controlada por Cristo. Antes fazíamos a vontade da carne e dos pensamentos (Ef. 2.3), mas agora andamos nas obras preparadas por Cristo.

Existe um comportamento próprio do novo homem "dos regenerados" (I Co 6.11) – eles procuram desenvolver a vida cristã para o inteiro agrado de Deus, como nova criatura. A religiosidade formal não tem poder de conduzir o homem a Deus, apenas o ser uma nova criatura "novo homem, criado segundo Deus".

O novo homem é santo não por obrigação e sim por prazer em crescer rumo a Cristo.

O salmista Davi declara o seu espontâneo prazer na lei do Senhor. "Deleito-me (agrado-me) em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração". Sl 40.8

Conclusão

Seja santo ao Senhor. Busque em sua vida viver a verdadeira regeneração que somente é possível através de Cristo. Santifique a Deus seus pensamentos (1); olhos (2); corpo (3); coração e mente (4).

1. Pensamentos: Eu, porém, vos digo, que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela. Mt. 5.28

2. Seus olhos: A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz. Mt. 6.22

3. Corpo: Os alimentos são para o estômago e o estômago para os alimentos; Deus, porém, aniquilará tanto um como os outros. Mas o corpo não é para a prostituição, senão para o Senhor, e o Senhor para o corpo. I Co 6.13

4. Coração e Mente: E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus. Fp 4.7

Somente mediante a graça redentora de Deus é que alguém pode viver uma vida "sem ofensa, tanto para com Deus como para os homens" At. 24.16.

A verdadeira santificação requer que o salvo mantenha profunda comunhão com Cristo.


BIBLIOGRAFIA

Chamada – Bíblia On Line – Concordância Bíblica Exaustiva e Leitura Bíblica

http://www.chamada.com.br/biblia/

Bíblia Sagrada. João Ferreira de Almeida. São Paulo, São Paulo, Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, 1994.

RED 1996 – Revista da Escola Dominical – Imprensa Batista Independente.

Autor: Sérgio Francisco da Silva
Fonte: www.obreiroaprovado.com

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