segunda-feira, 26 de abril de 2010

Personagens Bíblicos - SEM, CÃO E JAFÉ

GÊNESIS 9:1-10:8

Depois que o dilúvio terminou e a arca foi abandonada, Noé construi um altar e fez oferendas de animais limpos a Deus. Essas oferendas foram uma confissão simbólica do pecado de Noé e da sua fé de que um dia Deus mandaria Cristo para morrer por esse pecado. A verdadeira natureza pecaminosa de Noé é logo reconhecida, como veremos.

Nesse tempo Deus abençoou Noé e seus filhos, Jafé (o mais velho), Sem (o do meio) e Cão (o mais jovem). A eles foi dito o mesmo que a Adão, "Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra".

Foi-lhes dado domínio sobre todos os animais e permissão de matar e comer, mas foi-lhes avisado para não beber do sangue. Deus deu-lhes também a lei da pena de morte.

Depois disso, Noé plantou uma vinha, fez vinho e embebedou-se. Seu pecado trouxe grande tristeza sobre sua descendência, pois Cão pecou contra seu pai, durante a bebedeira. Isso trouxe uma maldição sobre Cão e sua descendência por todas as gerações vindouras.

Quando Cão olhou para a nudez de Noé e riu do seu pai velho, Jafé e Sem pegaram um cobertor e, andando de costas, cobriram-no. Noé então profetizou o julgamento de Deus sobre Cão. Disse que a descendência de Cão seja serva das descendências de Jafé e Sem (Gênesis 9:26-27). Cão teve 4 filhos. O mais velho se chamava Cuxe, que significa preto. Sua semente povoou a Etiópia. O segundo era Mizraim, que significa terra. Sua semente povoou o Egito. O terceiro filho era Pute, que significa um arco. Sua descendência povoou a terra dos fenícios e dos cananeus. Quando Noé disse que Canaã fosse amaldiçoada, não significava Canaã apenas, mas toda a extensão de Canaã, o filho mais novo de Cão, ou todos os filhos de Cão, até o próprio Canaã. Você pode ver da miséria em que essas nações se encontram hoje que isto é a maldição de Deus e que ainda esta se mantendo. Não podemos removê-la nem estamos autorizados a reforçar a miséria.

Perguntas – SEM, CÃO E JAFÉ

1. Por que Noé construiu um altar depois do dilúvio?
2. Quem era o filho mais velho de Noé? (Gênesis 10:21)
3. Quem era o filho mais novo de Noé? (Gênesis 9:24)
4. Que obrigação foi dado a Noé, assim como a Adão?
5. Que domínio foi dado a ele, assim como a Adão?
6. O que foi ordenado que não bebessem?
7. Qual era a penalidade de Deus para o homicídio?
8. De que maneira a terra nunca mais será destruída?
9. Qual garantia Deus deu a Noé para afirmar isso?
10. Qual era a ocupação de Noé depois do dilúvio?
11. Qual é um cultivo que sabemos com certeza ele plantou?
12. Que pecado Noé cometeu?
13. Qual dos filhos o seguiu com outro pecado?
14. Qual foi o pecado de Cão?
15. O que os outros irmãos fizeram a respeito do pecado de Cão?
16. Como Noé reagiu ao pecado de Cão?
17. Quantos filhos Cão teve e o que são os seus nomes?
18. Quais são alguns dos efeitos que o pecado de Cão tem em certas pessoas hoje?
19. Quais são as alguns dos nações povoadas pelos filhos de Cão?
20. Quem era o filho mais jovem de Cão?



Autor: Pr Forrest Keener
Fonte: www.obreiroaprovado.com

Personagens Bíblicos - NOÉ E O DILÚVIO

GÊNESIS – CAPÍTULOS 7 e 8

Saltamos no tempo para 1.656 anos depois da criação de Adão. A terra estava repleta de violência por causa da iniqüidade do homem. Deus tinha avisado que destruiria a terra com um dilúvio, mas poucas pessoas creram nisso, porque nunca tinha chovido sobre a terra. A terra tinha sido molhada até então apenas por uma garoa.

Houve um homem chamado Noé que acreditou em Deus. Trabalhou durante 120 anos construindo um grande navio ou barco chamado arca, até que a concluiu. Noé tinha agora 600 anos e, certo dia, Deus disse: "Noé, pegue tua família e todos os animais como eu tenho ordenado e coloque-os na arca, porque daqui a sete dias mandarei um grande dilúvio". Então Noé foi trabalhar. Pegou catorze representantes de todos os animais e aves limpos, sete machos para sete fêmeas e os colocou na arca. Pegou também quatro representantes de cada animal não limpo e os pôs na arca, dois machos para duas fêmeas. Esse trabalho demorou sete dias e, quando terminou, Deus fechou as portas da arca e a selou.

Fora da arca os relâmpagos começaram a reluzir e o trovão começou a rugir. A chuva caiu em abundancia e a água subiu da terra. Havia água em todo lugar. A chuva caiu por quarenta dias e quarenta noites continuamente até que todas as montanhas estivessem cobertas e tudo na terra tivesse morrido. A terra ficou sob água por 150 dias, e depois a água começou a baixar.

Então, certo dia, Deus ordenou que a água começasse a secar, infiltrando-se na terra. Noé soltou um corvo e um pombo. O pombo retornou, então Noé sabia que havia ainda muita água para sair da arca. Na segunda vez, o pombo retornou com uma folha de oliveira. Na terceira vez, não retornou. Então Noé soube que a terra estava seca. Ao todo Noé ficou na arca um ano e dez dias.

Na opinião de muitos cientistas respeitados, a arca está preservada até hoje num cume de gelo sobre o Monte Ararate. Durante cinqüenta anos os governos comunistas se recusados a permitir a exploração, porém, mais de duzentas pessoas testemunharam terem-na visto.

Perguntas – NOÉ E O DILÚVIO

1. Quanto tempo depois da criação de Adão houve o dilúvio?
2. Qual era a idade de Noé quando o dilúvio chegou?
3. Quanto tempo ele trabalhou na arca?
4. Quantos dias Noé passou trazendo coisas para dentro da arca?
5. Quantos animais limpos Noé levou para dentro?
6. Quantas aves foram para dentro?
7. Quantos animais não limpos foram para dentro?
8. Quem fechou a porta da arca?
9. Quantas vezes havia chovido antes do dilúvio?
10. Além da chuva, de onde mais veio água?
11. Choveu por quanto tempo?
12. Quanto tempo a água permaneceu sobre a terra?
13. Quais foram os dois pássaros que Noé enviou?
14. Quantas vezes foi enviada a pomba?
15. O que a pomba trouxe da segunda vez?
16. O que o pombo trouxe em sua terceira viagem?
17. Como Noé saiu da arca?
18. Quanto tempo Noé ficou na arca?
19. Quantos anos tinha Noé quando saiu da arca?
20. Qual foi a primeira coisa que Noé construiu quando saiu da arca?



Autor: Pr Forrest Keener
Fonte: www.obreiroaprovado.com

Personagens Bíblicos - NOÉ – ANTES DO DILÚVIO

GÊNESIS 5:28 - 7:12

Vamos voltar na história. Havia passado 1.536 anos depois da criação de Adão. Adão já tinha morrido há 606 anos. Como os homens e mulheres viviam muitos anos e tinham muitos filhos e filhas, certeiramente havia milhões de pessoas sobre a terra. Essas pessoas desenvolveram civilizações avançadas, mas havia um problema terrível. Todos herdaram o pecado de Adão, que ele tomou para si no jardim do Édem. Tornavam mais pecadores continuamente e pensavam em coisas perversas todo o tempo, fazendo que a terra se enchia de violência.

Enquanto Deus olhou para essa cena má, disse, "Vou destruir toda a carne que existe sobre a terra com um dilúvio". Deus decidiu, porém, salvar algumas poucas pessoas para repovoar a terra. Deus estava planejado isso por gerações, e tinha um homem que Ele tinha guardado para essa tarefa ainda antes do seu nascimento, e tinha cuidado justamente para esse propósito. O nome desse homem era Noé. Deus cuidou que os antepassados de Noé tinham se casado apenas com a linhagem sanguínea de Sete. Então, Noé vinha de gerações puras, pois achou graça aos olhos de Deus.

Noé teve três filhos: Sem, Cão e Jafé. O plano de Deus era salvar esses quatro homens e suas esposas para povoar a terra depois do dilúvio. Então, Deus instruiu Noé a construir uma arca com madeira de gofer. Essa grande embarcação carregaria Noé, seus filhos e amostras de todos os animais que viviam sobre a terra, durante o dilúvio. A arca teria 137 metros, quase um quarteirão e meio. Teria 23 metros de largura por 14 metros de altura. Tão alta quanto um prédio de quatro andares.

Deus disse a Noé para começar a construção quando tivesse 480 anos, aproximadamente 20 anos antes de nascer seus filhos e disse-lhe que teria 120 anos para construir essa grande embarcação antes que o dilúvio viesse.

Quero repetir uma verdade que é óbvia nas Escrituras. Noé não recebeu graça por causa de seus feitos, mais ele os fez porque Deus tinha dado a Noé essa graça.

Perguntas – NOÉ – ANTES DO DILÚVIO

1. Havia muitas pessoas sobre a terra quando veio o dilúvio?
2. Essas pessoas eram primitivas ou avançadas?
3. Quanto tempo há entre a criação de Adão e o pronunciamento do julgamento de Deus?
4. Há quanto tempo Adão estava morto?
5. O que desagradava a Deus nessas pessoas?
6. Essas pessoas queriam ser melhores?
7. O que Deus resolveu fazer a esse respeito?
8. Quanto tempo houve entre o pronunciamento de Deus sobre o julgamento e a vinda do dilúvio?
9. Quantas pessoas Deus resolveu salvar?
10. Quem foi a principal pessoa que Deus escolheu salvar?
11. Qual foi a idade de Noé quando começou a construir a arca?
12. Qual foi a idade de Noé quando seus filhos nasceram?
13. Quantos filhos tinha Noé quando veio o dilúvio?
14. Qual foi o bom hábito que Noé costumava fazer?
15. Quanto tempo Noé trabalhou na arca?
16. Qual era o comprimento, largura e altura da arca?
17. De que era feita a arca?
18. Quantos andares tinha a arca?
19. Quantas pessoas iriam entrar na arca?
20. A mãe de Noé era descendente de Sete?



Autor: Pr Forrest Keener
Fonte: www.obreiroaprovado.com

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Personagens Bíblicos - ENOQUE E METUSALÉM

GÊNESIS 5:9-32 – HEBREUS 11:5-6


Enoque e seu filho Metusalém são dois personagens interessantes e importantes na Bíblia. Metusalém é o homem mais velho reportado na Bíblia. Viveu 969 anos, enquanto seu pai, Enoque, foi trasladado ou arrebatado por Deus quando tinha 365 anos, muito mais jovem do que a idade de qualquer homem registrado antes do dilúvio. Enoque significa "professor" e Metusalém significa "homem do dardo".

Quando Metusalém tinha 187 anos, nasceu seu filho Lameque. Quando Lameque tinha 182 anos, nasceu Noé. Quando Noé tinha 600 anos, veio o dilúvio. Somando as idades dos três, temos 969 anos, o que nos mostra que Metusalém morreu pouco antes do dilúvio e Lameque, o pai de Noé, morreu quando tinha 777 anos, apenas 5 anos antes do dilúvio. Foi profetizado nos dias de Metusalém que depois de sua morte viria a enchente ou o dilúvio.

Enoque é um personagem bíblico importante por duas razões. Primeiro porque andou com Deus (Hebreus 11:5 nos ensina que isso foi pela fé). Ele também é importante porque foi trasladado antes do dilúvio, que nem os homens de Deus que estarão vivos quando Jesus voltar e que serão arrebatados antes da tribulação. O pai de Enoque, Jerede, foi o segundo homem mais velho registrado na bíblia. Viveu 962 anos.

Metusalém foi um homem importante nos planos de Deus e aparentemente carregou a verdade da justiça e o julgamento de Deus, depois que Enoque (o professor) foi trasladado, até o dilúvio. Durante 120 anos viu a arca sendo preparada, mas fez o seu trabalho dado por Deus e morreu antes que o dilúvio viesse. Quando você considera quantos anos um homem vivia naquele tempo, da para imaginar quantos filhos tinham e quantas pessoas havia na terra. Até aqui, você deve ter lido o nome de 7 homens que viveram mais de 900 anos. Veja se consegue listá-los.

Os homens do tempo de Metusalém viviam treze ou quatorze vezes mais do que nós. Será que os animais também viviam tanto tempo? Se sim, que tamanho teriam os répteis (que crescem a suas vidas inteiras)?

Perguntas – ENOQUE E METUSALÉM

1. Quem era Jerede?
2. Quanto tempo viveu Jerede?
3. Quem era o pai de Metusalém?
4. Qual era a idade de Enoque quando Metusalém nasceu?
5. O que é dito sobre a maneira como Enoque vivia?
6. Quem foi o bisneto de Enoque?
7. Enoque teve três tetranetos. Quais são o nome deles?
8. Qual era a idade de Enoque quando Deus o tomou?
9. Quem era o pai de Noé?
10. Qual foi a idade de Noé quando veio o dilúvio?
11. Quem foi o segundo homem mais velho da Bíblia?
12. Quem foi o homem mais velho da Bíblia?
13. O pai de Noé, ou seu avô, morreu no dilúvio?
14. Qual era a idade de Metusalém quando morreu?
15. Quanto tempo fazia que tinha morrido quando veio o dilúvio?
16. Quantos anos tinha Noé quando nasceram seus filhos?
17. Quantos personagens bíblicos viveram mais de 900 anos?
18. Escreva a linhagem de Adão até Noé e suas idades.
19. Qual é morte natural mais jovem listada nessa genealogia?
20. Qual é o significado do nome de Enoque? <


Autor: Pr Forrest Keener
Fonte: www.obreiroaprovado.com

Personagens Bíblicos - ABEL E SETE

GÊNESIS 4:1-8; GÊNESIS 4:25-5:8


Temos os nomes de apenas três dos filhos de Adão e Eva, embora saibamos que tiveram muitos outros. Os nomes que conhecemos são Caim, Abel e Sete. Como já aprendemos, Caim era ímpio. Abel e Sete eram diferentes. Obviamente eram pecadores como todos os homens, desde Adão. Porém, eles eram uma semente de espiritualidade. Eram como os homens que nascem de novo, homens de fé. Isso se confirma com a oferta de Abel (Gênesis 4:4; Hebreus 11:4).

Quando Caim matou Abel, fez isso porque tinha sua própria justiça e odiava a fé ou qualquer um que a possuísse. Porém, Deus não deixará a semente de espiritualidade ser destruída, por isso deu a Adão e Eva um filho especial para substituir Abel. Chamaram-no Sete. Assim como Caim era pai de uma civilização impiedosa, Sete seria pai de filhos de fé.

O primeiro filho de Sete chamava-se Enos. Houve oito gerações a partir de Sete até Noé. Em cada uma dessas gerações houve um homem piedoso que passou para seus filhos as verdades acerca de Deus e manteve seu casamento puro. Esses homens, assim como Adão, viveram por muitos anos. Três deles chegaram a ser mais velho do que Adão. Ao todo houve sete homens que viveram mais de novecentos anos. Metusalém – 969, Jares – 962, Noé – 950, Adão – 930, Sete – 912, Cainã – 910, Enos – 905.

Em um sentido, a vida de todos esses homens foram resultados da fé de Abel. Em Hebreus 11:4, Paulo diz que Abel sendo morto ainda fala, e, nos versos seguintes, segue mostrando como a geração de Sete fizeram tudo as coisas certas que fizeram pela fé. Então, assim como a vida de Caim fala dos filhos da carne, cheios de autojustiça e rebelião, Abel e Sete estabeleceram um modelo para os filhos de arrependimento diante de Deus e fé em Jesus Cristo.

Cada pessoa nessa categoria teria que dizer: "eu sou quem sou pela graça de Deus", pois são os sujeitos eternos da graça de Deus.

Perguntas – ABEL E SETE
1. Quem foi Abel e como morreu?
2. Por que nasceu Sete?
3. Qual era a diferença entre Caim e Abel?
4. Abel foi esquecido depois da sua morte?
5. Os filhos de Sete eram como seus primos, os filhos de Caim?
6. Quantos anos tinha Adão quando Sete nasceu?
7. Qual é o nome do primeiro filho de Sete?
8. Sete teve irmãs?
9. Com quem você acha que Sete se casou?
10. Quantos anos tinha Sete quando morreu?
11. O que teve início com Enos, o primeiro filho de Sete?
12. Qual foi a idade de Adão quando morreu?
13. Aonde o Abel é mencionado no Novo Testamento?
14. O que causou Abel ter a capacidade de falar depois de morto?
15. Há quantas gerações de Sete até Noé?
16. Enos teve irmãs?
17. Quantos nomes de mulheres são mencionados nesta lição?
18. Qual foi a idade de Sete quando Enos nasceu?
19. Abel era casado?
20. Qual era a ocupação de Abel?



Autor: Pr Forrest Keener
Fonte: www.obreiroaprovado.com

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Figura - Relógio Bíblico


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Figura - A idéia de Logos


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Figura - A Chave da Fé


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Figura - Alguns motivos da Reforma Protestante


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quinta-feira, 15 de abril de 2010

Missiologia - Missão: é uma questão de escolha?

Textos básicos:
Is 6.8: “Então ouvi a voz do Senhor, conclamando: “Quem enviarei? Quem irá por nós?” E eu respondi: Eis-me aqui. Envia-me!
Atos 1.8: “Mas receberão poder quando o Espírito Santo descer sobre vocês, e serão minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra”.
Mateus 28.19-20: “Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os ema nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei”.

Estas três passagens bíblicas são as Palavras mais usadas na igreja quando o assunto em questão é a missão.
Mas o que é MISSÃO?
Tenho a impressão de que em nossos dias em nosso contexto eclesiástico, a palavra MISSÃO virou um jargão, um modismo, uma palavra que foi destituída do sentido mais profundo e verdadeiro.
Se assemelha com o que acontece com a palavra CRENTE: o que é CRENTE?
Quando ouvimos a palavra CRENTE, na maioria das vezes associamos a uma determinada denominação eclesiástica, a pessoas que vivem em certas igrejas e que tem de submeter a um conjunto de regras do tipo, não pode fazer isto ou aquilo, e aquilo outro... Ou que tenham certo tipo expressão, que outros não possuem. Isto tudo está ligado à forma e não ao conteúdo que é e deve sempre ser o principal.
Ser CRENTE não está ligado ao tipo de igreja que você faz parte, ao conjunto de regra que esta igreja te impõe, ou a um modelo de expressão diferenciado do que se chama de tradicional.
Ser CRENTE está ligado estritamente ao conteúdo da fé cristã, o Senhor e Salvador Jesus Cristo. Todo aquele que crê de todo o seu coração e confessa com sua boca sua fé em Jesus, este é verdadeiramente CRENTE.
Assim também se dá com a palavra MISSÃO. Ao ouvirmos esta palavra, a maioria de nós talvez tenha um sentimento de estar sendo novamente exposto a uma velha teoria repetitiva.
Muitas igrejas acham que dominam totalmente este assunto e acham que tem o direito de julgar outras que não agem conforme aquilo que acham ser a MISSÃO de Deus. Muitas igrejas acham que são missionárias simplesmente porque falam sobre o assunto. Outras infelizmente nem isso fazem.
MISSÃO é para muitos é apenas um conceito, uma teoria, uma filosofia, ou simplesmente um assunto da teologia.
Para outros, MISSÃO é algo que a igreja tem de fazer, é simplesmente ação, e se concentram apenas em estar num movimento frenético, achando com isto estarem cumprindo a MISSÃO.
Mas o que é MISSÃO?
O Que é mais importante: SER ou FAZER?
Os dois são extremamente importantes no contexto do Reino de Deus, mas, existe uma ordem a ser seguida:
- Primeiro Deus nos chama a SER seus filhos através de Cristo Jesus pela fé e em
- segundo lugar ele nos envia a REALIZAR a sua obra.
No Reino de Deus primeiro vem o SER e depois o FAZER.
Você É o que você FAZ ou aquilo que você FAZ reflete quem você É?
Neste sentido que temos que entender a MISSÃO: MISSÃO é algo que se faz ou algo que se é?
Nunca podemos interpretar qualquer palavra bíblica fora do seu contexto, neste sentido, também a MISSÃO não deve ser entendida fora de seu contexto.
MISSÃO não é simplesmente aquilo que Jesus nos manda fazer como igrejas, mas, acima disto, MISSÃO deve ser aquilo que a igreja é, a expressão de seu caráter, sua essência.
Por que isto? Porque o que Deus faz mostra quem ele é!
Deus é amor! Esta é a sua essência! Este é o seu ser! E a MISSÃO de Deus é a demonstração daquilo que ele é. A MISSÃO de Deus é a prova prática em nossa vida de quem Deus é: o Deus que ama, que deu seu filho em morte de cruz para nos perdoar e nos salvar porque nos ama.
Deus não pode escolher se quer ou não fazer MISSÃO, isto faz parte do seu caráter, da sua essência, do seu ser.
Deus não faz MISSÃO, ele é a MISSÃO, ele é MISSIONÁRIO, ele vai ao encontro do perdido, ele busca, resgata, salva, perdoa, ama o pecador perdido.
A partir do momento em que entendermos que MISSÃO faz parte do ser de Deus, daquilo que Deus é, deveremos compreender também a MISSÃO no contexto da igreja.
A Igreja é de Deus. É corpo de Cristo. Somos filhos do Pai. E somos chamados a ser suas testemunhas. Isto tudo pertence a Deus. Por isso a Igreja nunca poderá agir por conta própria, mas deve ser aquilo que Deus é, agir como ele age, não por escolha própria, mas por ser coerente com aquilo que é: a expressão do amor de Deus, portanto, ser MISSIONÁRIA. Ir ao encontro do perdido.
Portanto, retomando os textos bíblicos iniciais:

Is 6.8: “Então ouvi a voz do Senhor, conclamando: “Quem enviarei? “Quem irá por nós”? E eu respondi: Eis-me aqui. Envia-me!

É este texto uma simples sugestão, como se Deus dissesse: “Pois é, será tem alguém aí que, por favor, poderia, por gentileza, ser meu servo? Alguma Igreja que gostaria de resolver através de uma reunião bem demorada e debatida de presbitério se quer ou não ser ir anunciar a minha palavra”?
Será que o Deus Missionário está esperando sentado pacientemente em seu trono para que tenhamos a boa vontade de nos dispor e resolver se queremos como sua Igreja, trabalhar em sua seara?

Mateus 28.19-20: “Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os ema nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei”.


Esta Palavra bíblica pronunciada por Jesus é baseada simplesmente numa ordem, que nos obriga a fazer algo que como Igrejas não costumamos e as vezes não gostamos de fazer?

Atos 1.8: “Mas receberão poder quando o Espírito Santo descer sobre vocês, e serão minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra”.

E esta passagem da Escrituras, nos dá o direito de ficarmos sentados esperando eternamente para que literalmente chova fogo do céu, que aconteça algo visivelmente sobrenatural para que aí sim decidamos se queremos ou não tomar parte na MISSÃO. E se isto não acontece então temos a desculpa de dizer que ainda estamos aguardando a capacitação de Deus e que ela ainda não chegou?
Em nenhuma destas três passagens da Escritura, nos é dado como escolha se queremos ou não participar da MISSÃO de Deus.
Em momento algum nestas passagens Deus está te implorando e esperando que se você tiver um tempinho e boa vontade, então, que você venha a serví-lo.
Estas Palavras não foram ditas para o mundo perdido resolver se quer servir a Deus, mas foram ditas para o povo de Deus, que o conhece, que faz parte da sua família, que vive na sua casa, foram ditas para o profeta, para os apóstolos, para os discípulos e seguidores de Cristo.
Portanto, estas Palavras Bíblicas não são opção de múltipla escolha, pois a Igreja que é de Deus deve expressar o seu caráter, o seu ser a sua essência, em sua ação. É missionária por natureza, não tem escolha Ou é missionária como expressão de que verdadeiramente pertence a Deus, ou não é missionária e pode estar se enganando a si mesma.
Talvez nos dias em que vivemos e a experiência de Igreja que temos, ou as influências que temos recebido daquilo que nos rodeia a respeito deste assunto, nos leve a interpretar a Palavra de Deus e a sua MISSÃO como uma opção. Talvez para querer ser uma Igreja mais do que do outras, ou para querer aparecer no contexto eclesiástico missionário e ter status de uma Igreja missionária e receber louros da alguma entidade cristã por causa disto.
MISSÃO para a Igreja não é uma questão de escolha, esta na sua essência, isto quer dizer: a Igreja que verdadeiramente serve ao Senhor expressará seu caráter missionário através de suas ações de forma natural, sem ser obrigada a isto, faz parte de sua natureza.
E como diz o ditado: “Filho de peixe, peixinho é”. O peixinho não pode escolher se quer ou não nadar, se quer ou não viver na água, ele vive na água e pronto, ele nada e pronto. Se não quiser viver na água, fora dela é que não o fará com toda certeza.
Assim também é a Igreja, ela é formada pelos Filhos de Deus, Deus é missionário e, portanto, a Igreja é missionária, pois nasceu dele. Não poderá assumir nenhum outro tipo de vida e conduta, será como querer viver fora da água, certamente perecerá.
A Igreja pode dar uma resposta para Deus se quer ou não ser missionária, se quer ou não aceitar o chamado, nos baseando na pergunta de Deus a Isaías em seu cap. 6 vers. 8?
Até pode, mas o fará para seu bem ou seu mal, para sua vida ou para sua morte.
Deus não nos obriga a serví-lo, mas nos chama a serví-lo por amor e gratidão por tudo que nos fez por intermédio de Jesus, para que tantos outros também possam receber aquilo que ele já nos deu: o perdão de pecados e a salvação eterna em Cristo!
Ser uma Igreja missionária é a resposta que Isaías deu a Deus: “Eis-me aqui! Envia-me a mim”! É reconhecer com gratidão a quem você pertence, e o que você deve fazer por causa deste pertencimento.
Devemos viver a MISSÃO de Deus, esta é sua natureza, Esta é a natureza para qual a Igreja foi criada.

Livros Proféticos - O LIVRO DE MALAQUIAS

O LIVRO DE MALAQUIAS

O Nome de Malaquias.
Este nome significa "meu anjo" ou "o anjo do Senhor". Está no fim do Velho Testamento e está olhando para a vinda do Messias, que é chamado em 3:1 "o mensageiro da aliança".

O Autor do Livro.
No versículo 1:1 diz que é Malaquias.

A Data do Livro.
Neste Iivro tem as úItimas profecias antes do siIêncio de 400 anos entre o Velho e o Novo Testamentos. 397 a.C. Esta história é mais de 100 anos depois dos profetas Ageu e Zacarias.

O Fundo do Livro.
O povo judeu está na sua terra de novo e muito relaxado nas coisas de Deus. É um apelo ao arrependimento por causa do seu pecado e à volta a Deus. Observe alguns versículos. 1:6, 1:9, 2:10, 3:7, 4:4. Note também os versículos. 1:7-8, 3:8-10. É rápido e fácil para o povo de Deus esquecer de seu Senhor.

O Esboço do Livro.

1. Apelo I — Em Vista do Pecado Presente. Capítulos 1-2.
O Senhor Fala — O apelo é feito aos Sacerdotes. 1:6-2:9.
Malaquias Fala — O apelo é feito ao Povo. 2:10-17.

2. Apelo II — Em Vista do Dia que Virá. Capítulos 3-4.
O dia julgará os culpados. 3:1-6. Portanto, o apelo. 3:7-12.
O dia abençoará os piedosos. 3:13-4:3. Portanto, o apelo. 4:4-6.

Observações.

1. O Formalismo e O Ceticismo.
Tem neste Iivro as raízes dos fariseus e dos saduceus. Formalismo — Fariseus (Farisaísmo). Ceticismo — Saduceus (Saduceísmo). Estas duas seitas judaicas que tem quando o Novo Testamento abre, podemos ver começando neste Iivro. Note os versículos seguintes. 1:2, 1:6-7, 2:17, 3:7-8, 3:13. Formalismo e Ceticismo evitam a verdade com auto-justificação. Isso descreve bem os fariseus e os saduceus. Eles evitaram a Palavra de Deus com suas próprias interpretações da Palavra de Deus.

2. A Profecia.
Jesus Cristo virá outra vez!

O Velho Testamento termina com esta promessa. 3:1. Depois de 400 anos de silêncio (entre os Testamentos), Jesus Cristo veio para ser o Salvador. Também Jesus Cristo virá no fim dos tempos a segunda vez. 4:2-6.

O Novo Testamento também termina com a mesma promessa. Jesus Cristo virá outra vez! Apocalipse 22:20.

Do mesmo jeito que depois da última promessa do Velho Testamento da Sua Vinda houve um tempo de silêncio, Ele veio; depois de muito tempo de silêncio desde a última promessa do Novo Testamento da Sua Vinda do Apóstolo João, Ele virá outra vez com toda certeza!

"Ora vem, Senhor Jesus"


Autor: David Alfred Zuhars, Jr., Pr
Fonte: www.obreiroaprovado.com

Livros Proféticos - O LIVRO DE ZACARIAS

O LIVRO DE ZACARIAS

O Nome de Zacarias.
Este nome significa "O Senhor tem Iernbrado". Lembrou de que? Do seu povo para sempre.

O Autor do Livro.
No versículo 1:1 diz que é Zacarias.

A Data do Livro.
No segundo ano do rei Dario da Pérsia. 520 a.C.

O Fundo do Livro.
Zacarias estava na Judéia entre os judeus que voltaram para reediflcar o templo e Jerusalérn. Zacarias era filho de Ido, e foi profeta e sacerdote também. Diz em Neemias que Ido voltou com Zorobabel e Jesuá para JerusaIém. Neemias 12:4. Ido era sacerdote e por isso também Zacarias. Neemias 12:1.

O Livro de Zacarias.
É um Iivro de muitos símbolos e profecias da Segunda Vinda do Senhor Jesus Cristo na Sua glória.

O Esboço do Livro.
Tema — "Estou zelando por Sião". 1:14-16.
1. Primeiras Profecias. A Reconstrução do Templo. Capítulos 1-8.
a. Visão em Sete Partes.
Os quatro cavalos. 1:8-17.
Os quatro chifres e ferreiros. 1:18-21.
O cordel de medir. 2:1-13.
Troca dos trajes de Josué. 3:1-10.
O candelabra de ouro. 4:1-14.
O rolo, o efa, e as mulheres. 5:1-11.
Os quatro carros. 6:1-15.

b. Mensagem em Quatro Partes.
Primeira parte. 7:1-7.
Segunda parte. 7:8-14.
Terceira parte. 8:1-17.
Quarta parte. 8:18-23.

2. Profecias Posteriores. Após a Reconstrução do Templo. Capítulos 9-14.
A \/inda do Pastor-Rei e a Bênção Resultante de Sião. 9-10.
A Ofensa ao Pastor-Rei e suas Trágicas Consequências. 11.
A Luta Final e o Triúnfo de Sião — A Vitória do Senhor. 12-14.

Observações Sobre as Profecias e Visões.
Primeiras Profecias. 1-8.
1. Primeira Visão. Os Quatro Cavalos. 1:8-17. Falam da reconstrução do templo.
2. Segunda e Terceira Visões. 1:18-23 e 2:1-13. Falam da mesma coisa da primeira visão com símbolos diferentes.
3. Quarta Visão. Troca de Roupa. 3:1-10. Fala da salvação de Israel. Note também a profecia da bênção futura de Israel. v. 8. Claro que fala da saIvação de todos os salvos também.
4. Quinta Visão. CastiçaI de Ouro. 4:1-14. As oliveiras falam de Zorobabel e Josué, e também que depois nos últimos dias virão as duas testemunhas em Apocalipse 11.
5. Sexta Visão. O Rolo Volante. 5:1-11. Fala da Palavra de Deus que julga e condena tudo que está contra Deus na obra da reconstrução do ternplo.
6. Sétima Visão. Os Quatro Carros. 6:1-15. Observe v. 5. Observe também v. 2-3 que mostram os cavalos de cores variadas. Esta visão fala do juízo futuro das nações gentias no dia do Senhor. v. 12-13.
7. Mensagem em Quatro Partes. Capítulos 7-8.
a. No cativeiro as festas eram só formalidades. 7:1-7.
b. Por isso as orações deles não foram ouvidas por Deus. 7:8-14.
c. A promessa da bênção sobre Israel falada. 8:1-17.
d. A promessa da bênção de Israel nos úItimos dias. 8:18-23.

Profecias Posteriores. 9-14.
1. A Vinda do Pastor-Rei e a Bênção Resultante de Sião. 9-10.

A Condenação do Mundo. 9:1-8.
A Primeira Vinda. 9:9.
A Futura Vitória de Israel. 9:10-17.
A Futura Força de Israel. 10:1-8.
A Disperção e o Rejuntamento de Israel. 10:9-12.
2. A Ofensa ao Pastor-Rei e as Trágicas Consequências. 11.
A Primeira Vinda e a Rejeição do Messias por Israel. 11.
3. A Luta Final e o Triúnfo de Israel. 12-14. Observe 12:10.


Autor: David Alfred Zuhars, Jr., Pr
Fonte: www.obreiroaprovado.com

Livros Proféticos - O LIVRO DE AGEU

O LIVRO DE AGEU

O Nome de Ageu.
Este nome significa "guardar uma festa", ou "festividade e felicidade". A palavra festa se refere às festas judaicas. O nome dele combina com o tema do Iivro. Porque Ageu deu um encorajamento ao povo judaico para reedificar o templo e reiniciar as festes judaicas novamente com muita alegria.

O Autor do Livro.
Diz no versículo 1:1 que veio pelo intermédio do profeta Ageu.

A Data do Livro.
Esta profecia veio a Ageu no segundo ano e no sexto mes do rei Dario da Pérsia. 520 a.C. Conta a históna de quatro meses: 1:1, 2:1, 2:10, 2:20. Depois do cativeiro. Observe Esdras 4:5 e 5:1.

O Tema do Livro.
Ageu teve a missão de admoestar e encorajar o povo para reedificar o templo. O alicerce já foi feito, e depois o trabalho ficou parado. Por isso, Ageu foi mandado por Deus para o fim de admoestar e encorajar o povo judaico para terminar o serviço. Os samaritanos estavam fazendo tudo para impedilos neste serviço. Os samaritanos era o povo que ficou na terra depois que os outros foram levados cativos. O povo que ficou na Palestina casou e misturou com os pagões e foi um povo meio pagão e meio judeu. Eles estavam contra os judeus que voltaram depois do cativeiro para reconstruir Jerusalém e o templo. Parece que os judeus que voltaram da Babilônia para cumprir a vontade de Deus ficassem com uma atitude fatalista por causa dos problemas encontrados através dos samaritanos. Foi um desencorajamento total. Observe 1:2. Os judeus acharam que o tempo certo para reedificar o templo em Jerusalém não veio ainda. Por isso, o trabalho ficou parado e o povo ficou aceitando a derrota sem resistir.

O Esboço do Livro.
"Mas desde este dia vos abençoarei". Ageu 2:19. O templo não terminado e a missão de Ageu.

1. Primeira Messagem — Para Despertar. 1:1-15.
Data, sexto mes, primeiro dia.
Ponto Essencial — "Edificai a casa". v. 8.

2. Segunda Messagem — Para Sustentar. 2:1-9.
Data, sétimo mes, vigésimo primeiro dia.
Ponto Essencial — "Eu sou convosco". v. 4.

3. Terceira Mensagem — Para Confirmar. 2:10-19.
Data, nono mes, vigésimo quarto dia.
Ponto Essencial — "Mas desde este dia vos abençoarei". v. 19.

4. Quarta Mensagem - Para Assegurar. 2:20-23.
Data, nono mês, vigésimo quarto dia.
Ponto Essencial — "Naquele dia, te farei". v. 23.


Autor: David Alfred Zuhars, Jr., Pr
Fonte: www.obreiroaprovado.com

Livros Proféticos - O LIVRO DE SOFONIAS

O LIVRO DE SOFONIAS

O Nome de Sofonias.
Este nome significa "O Vigia, o Revelador de Segredos".

O Autor do Livro.
Diz no versiculo 1:1, "palavra do Senhor, que veio a Sofonias".

A Data do Livro.
Ele era profeta em Judá nos dias do rei Josias. Josias reinou 31 anos. Seu ministério está perto do fim de Judá. 650-620 a.C. Era comtemporâneo de Jerernias.

Algumas Coisas sobre Sofonias.
Note a genealogia dele neste Iivro. É mais completa do que todos os profetas. Diz que era bis-bisbisneto do rei Ezequias. Ele era profeta da linhagem real. Ele era o primo do rei Josias? Note a ordem disso: Ezequias, Manassés, Amom e Josias. Assim Sofonias teve muita influência com o rei Josias.

A Reforma Religiosa nos Dias de Josias.
Esta reforma foi patrocinada pelo rei Josias, mas com o povo de Judá não foi um avivamento espiritual. A reforma era impressionante externamente, mas internamente não foi tão impressionante. O povo de Judá não foi sincero para com Deus. Leia II Reis 22:15-20. Esta passagem mostra a insinceridade do povo. Por isso, o juízo de Deus sobre Judá, era inevitável. Só entendendo isto, é que entende o livro.

O Tema do Livro.
Do juízo de Deus para a bênção de Deus. Compare 1:2 com 3:20. Deus deu castigo a Judá nos dias daquele tempo, mas a bênção de Israel ainda será pela promessa de Deus. Parece que muitas pessoas pensam hoje em dia do mesmo jeito que as pessoas pensaram daquele tempo passado. (1:12).

Esboço do Livro.
1. Ira Vindoura sobre Judá. (Olhar para dentro da nação). Capítulo 1:1-2:3.
1:17 dá a chave desta passagem.
O propósito do juízo do Senhor. 1:1-6.
O dia do Senhor está próximo. 1:7-18.
Portanto, Súplica a Jerusalém. 2:1-3.
2. Ira sobre todas as Nações. (Olhar em volta de Judá). Capítulo 2:4-3:8.
3:6-8 dá a chave desta passagem.
Ocidente e Oriente — Filístia, Moabe e Amom. 2:4-11
Sul e Norte — Etiópia e Assíria. 2:12-15.
Portanto — Ai de Jerusalém. 3:1-8.
3. Depois da Ira, Vem a Cura. (Olhar para além). Capítulo 3:9-20.
3:20 dá a chave desta passagem.
Conversão dos povos gentios. 3:9.
Restauração do povo da aliança. 3:10-15.
Portanto - a Nova Jerusalém. 3:16-20.


Autor: David Alfred Zuhars, Jr., Pr
Fonte: www.obreiroaprovado.com

Livros Proféticos - O LIVRO DE HABACUQUE

O LIVRO DE HABACUQUE

O Nome de Habacuque.
Este nome significa "abraçar".

O Autor do Livro.
Diz no versículo 1:1 "O peso que viu o profeta Habacuque". Sabemos quase nada sobre Habacuque mesmo. Ele era profeta de Judá.

A Data do Livro.
Diz nos versículos 1:5-11 que foi quando os caldeus (Babilônia) estavam se levantando. Então, deve ser acerca dos anos 625-606 a.C. No ano 606 a.C. houve a primeira deportação de Judá para a Babilônia.

O Tema do Livro.
O livro de Habacuque é uma oração. Habacuque não se dirige ao povo de Deus, nem a um povo estrangeiro, mas apenas para Deus. Este Iivro é a oração de Habacuque para Deus. O versículo chave do Iivro é 2:4.

Esboço do Livro.
1. Um Peso. A fé lutando com o problema. Capítulo 1.
2. Uma visão. A fé encontrando a solução. Capítulo 2.
3. Uma Oração. A fé gloriando-se na segurança. Capítulo 3.

Observações.
Capítulo 1.
O profeta se encontra na agonia da perplexidade. Observe versículos 1:1-4. Habacuque quer saber de algumas coisas, mas para ele, Deus aparentemente está no siIêncio, inatividade e desinteresse. Nos versículos 5-11 Deus dá a resposta a Habacuque. Deus usou os Babilônicos (Caldeus) para castigar os assíricos e os judeus de Judá. Nos versículos 12-17 diz que isto criou para Habacuque outro problema. Porque Deus deveria punir Judá por meio de um povo muito pior que Judá? Habacuque decidiu aguardar a resposta da Palavra de Deus (2:1).

Capítulo 2.
Deus respondeu a Habacuque segundo a Sua vontade. Há tempo determinado para tudo (v. 3). O justo viverá pela sua fé (v. 4). Deus ia ajeitar tudo (v. 14). Os problemas, então, de Habacuque do capítulo I foram resolvidos. Por isso Deus falou o versículo 20, temos que esperar no Senhor. Porque no seu tempo, Deus resolverá tudo conforme a Sua vontade. Quando tudo parece terrível e incuravelmente errado (v. 5-19), a única coisa que possamos fazer, é esperar Nele.

Capítulo 3.
É a resposta de fé de Habacuque. Ele pediu reavivamento no meio destes anos de aflição e castigo da parte do povo de Judá (v. 2). Ele pediu reavivamento no meio desta infidelidade horrível de Judá. Habacuque gloriou-se nos poderosos feitos passados de Deus, e pelas vitórias dadas por Deus a Israel no Egito (v. 3-15). Nos versículos 18-19 sua fé se eleva acima de todas as dúvidas e temores. Habacuque passou de seu choro de dúvida para sua canção de confiança.


Autor: David Alfred Zuhars, Jr., Pr
Fonte: www.obreiroaprovado.com

Livros Proféticos - O LIVRO DE NAUM

O LIVRO DE NAUM

O Nome de Naum.
Este nome significa "consoIação".

Autor do Livro.
1:1 diz que é "o Iivro da visão de Naum".

A Terra de Naum.
Naum é chamdo o "EIcosita". Isso quer dizer que era de Elcos. Elcos não pode se localizar com toda certeza agora. Alguns dizem que este nome (Elcos) foi preservado na cidade da Galiléia, Cafarnaum, na seguinte maneira. Kaphar - Nahum, cidade de Naum. Se fosse assim, ele era galileu. Alguns dizem que a cidade moderna de EI-Kauseh refere-se a Elcos. Também Naum fala neste livro de Carmelo, Líbano e Basã que ficam na GaliIéia ou Israel.

A Data do Livro.
Se fosse tudo isso a verdade que está escrito acima, seria que Naum, e alguns outros, fugiram de Israel para Judá depois da queda de Israel em 722 a.C. Porque Naum era profeta de Judá (1:15) e a data desta profecia do Iivro de Naum é geralmente dado como 713 a.C. A profecia dele é contra Nínive, e a Nínive caiu em 607 a.C. aos Babilônicos.

O Tema do Livro.
É condenação de Nínive, que mostra que a santidade de Deus exige juízo contra pecado. Nínive era a capital da Assíria, e a maior cidade do mundo daquela época. Observe que a data do Iivro de Jonas é 862 a.C. Através do ministério de Jonas a Nínive se arrependeu e não foi destruída. Mas a Nínive caiu no mesmo pecado alguns anos depois, e por isso foi conquistada.

Esboço do Liwo.
1. A Declaração da Condenação de Nínive. Capítulo 1.
2. A Descrição da Condenção de Nínive. Capítulo 2.
3. O Merecimento da Condenação de Nínive. Capítulo 3.

Observações
1. O versículo 1:3 é a chave deste hino de condenaçãoo contra Nínive. Deve ser para todas as nações e para todas as pessoas uma grande lição. Leia Gálatas 6:7. Devemos prestar atenção para algumas coisas que são ensinadas neste Iivro: Cuidado em abusar a paciência, o silêncio e a longanimidade de Deus - Deus perdoa o arrependido, mas não desculpa o pecador que persiste no pecado (como Nínive).
2. Nínive (Assíria). Era um império cruel, violento, brutal, temido, vil, pecaminoso, idólatra, orgulhoso e achou invencível. Mas nenhuma nação nem pessoa é invencível. Assíria caiu.
3. Deus é imutável na Sua santidade. Ele não faz concessões com pecado.
4. A cidade de Nínive. Esta cidade era muito grande e protegida. Tinha muros ao redor da cidade de 30 metros de altura, três carros de seis cavalos podiam passar em cima do muro lado a lado, o muro foi fortificado com 1500 torres (de 61 metros de altura cada uma), era três dias de viagem para atravessá-la (40 quilômetros, 3:3) e a população de mais ou menos de um milhão de pessoas.
5. Mas, sua perversidade era maior do que o seu tamanho em metros quadrados. Era uma nação vil e pecaminosa incrivelmente. Esta cidade (e nação) foi totalmente destruída pelos Babilônicos, exatamente como Deus tinha falado, apesar do fato que estava no ponto mais alto da sua prosperidade. Leia Naum 2:6.
6. A profecia de Naum nos dá a certeza de que Deus vai se vingar contra todo pecador, pecado, crime, e nação que é contra Ele. Leia Naum 1:2-3. Também deve ler, Lucas 18:7-8, Romanos 12:19 e Apocalipse 6:10-11 e 17.


Autor: David Alfred Zuhars, Jr., Pr
Fonte: www.obreiroaprovado.com

Livros Proféticos - O LIVRO DE MIQUÉIAS

O LIVRO DE MIQUÉIAS

O Nome de Miquéias.
Este nome significa "Quem é como o Senhor?"

Autor do Livro.
Diz em 1:1 que é Miquéias.

Data do Livro.
Contemporâneo de Isaías. Profeta de Judá. 750-710 a. C.

O Esboço do Livro.
1. Declaração de Juízo Iminente. Cap. 1-3.
2. Promessa de Bênção Final. Cap. 4-5.
3. Pedido de Arrependimento Presente. Cap. 6-7.

O Tema do Livro.
Miquéias fala do juízo iminente e presente de Israel. O juízo foi provocado pela infidelidade de Israel a Deus. Que Deus ia levar Israel cativo para a Assíria logo depois. Isso aconteceu em poucos anos depois. Também fala do cativeiro de Judá mais tarde por causa da sua infidelidade. Mas também fala da bênção futura de Israel.

Deus não vai deixar Israel assim para sempre. Nos últimos dias vai abençoar Israel como nunca antes. Jesus Cristo vai estar no meio dela para reinar como o Rei dos reis. A bênção de Israel futura deve-se à fidelidade de Deus para com ela, não à fidelidade de Israel. A graça de Deus é grande.


Autor: David Alfred Zuhars, Jr., Pr
Fonte: www.obreiroaprovado.com

Livros Proféticos - O LIVRO DE JONAS

O LIVRO DE JONAS

O Nome de Jonas.
Este nome significa "Pomba". A pomba é uma ave que simboliza paz e tranquilidade. O profeta (ou pregador) deve ser alguém que leva a mensagem de paz aos outros e que lamenta sobre os seus pecados e os pecados dos outros. Não foi isso que Jonas fez. Ele queria que Deus acabasse com este povo de Nínive.

Autor do Livro.
Diz em 1:1 que é Jonas. Este livro foi autenticado por Jesus Cristo em Mateus 12:39-41. Jonas era homem de verdade. II Reis 14:25.

Data do Livro.
Jonas era comtemporâneo de Obadias. Jonas era profeta de Israel. 862 a. C.

Fato ou Ficção?
Os críticos liberais da Bíblia duvidam que os eventos que estão relatados são verdadeiros. Dizem eles que é impossível que uma baleia engola um homem. No livro de Jonas diz que era um grande peixe, mas no Novo Testamento diz que era uma baleia. Porque esta diferença? No livro de Jonas a palavra é traduzida "grande peixe" (1:17). No livro de Mateus 12:40 a palavra é traduzida "baleia". Esta palavra (baleia) em Mateus significa na língua original do Novo Testamento (grego) também grande peixe. Então assim sabemos não é nenhuma contradição entre Jonas e Mateus. Qual tipo de peixe era? A Bíblia não diz e ninguëm pode dizer com certeza. Jonas 1:17 diz que foi um grande peixe que o Senhor "preparou" para engolir Jonas. Qual tipo de peixe que seja que for, foi um peixe preparado pelo Senhor para este fim. O criador pode fazer isto?

Alguns dizem que uma baleia não pode engolir um homem. Dizem eles que a garganta da baleia é muito estreita e pequena para isso. Mas, há casos registrados de uma baleia engolir homens. Estes são casos autenticados e registrados que ninguém pode negar. Estas mesmas pessoas também negam outros milagres que a Bíblia relata. E os outros milagres da Bíblia que são maiores do que este? O problema não é que uma baleia não pode engolir um homem, é que alguns não querem aceitar a Bíblia como a Palavra de Deus infalível.

Esboço do Livro.
1. Jonas e a Tempestade. Cap. 1.
2. Jonas e o Peixe. Cap.2.
3. Jonas e a Cidade de Nínive. Cap. 3.
4. Jonas e o Senhor. Cap.4.

Observações.
1. Porque Jonas fugiu da face de Deus, em vez de fazer sua vontade de pregar ao povo de Nínive? A resposta fica em 4:2. Jonas não quis que o povo se arrependesse do seu pecado fosse salvo. Não quis que Deus perdoasse Nínive. Queria que fosse destruído. Em vez de pregar para este povo com o fim de que eles se arrependessem, ele estava preparado de deixar de ser profeta e fugir de Deus. Porque? Porque já foi profetizado que este povo (Assíria) ia conquistar Israel e levar cativo com muita crueldade. As crueldades deles eram conhecidas, e eram horríveis e incríveis. O tratamento deles dos seus cativos era uma coisa além da crueldade.
2. A fuga de Jonas era uma renunciação de ser profeta. Ele foi mandado por Deus para pregar a Nínive, que fica para o leste de Jerusalém, e Jonas fugiu de navio para Tarsis (Espanha) que fica (longe) para o oeste de Jerusalém. Ele foi na outra direção tentando fugir da vontade de Deus.
3. Por isso Deus mandou a tempestade corrigir Jonas. Jonas sabia que a tempestade houve por causa dele (1:12). Depois de ser lançado no mar, o mar acalmou-se (1:13-15).
4. O peixe era a salvação de Jonas, ia morrer no mar. No peixe ele reconheceu o seu erro. (2:9).
(1). Nínive era muito grande. Era três dias de viagem para atravessá-la (40 quilômetros, 3:3). A cidade foi cercado de um muro que podiam andar três carros de seis cavalos, um ao lado do outro. A população dela era mais de um milhão de pessoas (4:1).
(2). Esta cidade se arrependeu ouvindo a pregação de Jonas.
(3). Este arrependimento desagradou (e irou) extremamente a Jonas (4:1). Parece que Jonas ainda teve esperança da destruição de Nínive (4:4-5). Observe a aboboreira, verme e vento preparados pelo Senhor. Jonas ficou mais triste por causa da morte da aboboreira, do que com a destruição de Nínive 4:7-9). Por isso o Senhor repreendeu Jonas (4:10-11).


Autor: David Alfred Zuhars, Jr., Pr
Fonte: www.obreiroaprovado.com

Livros Proféticos - O LIVRO DE OBADIAS

O LIVRO DE OBADIAS

O Nome de Obadias.
Este nome significa "Adorador" ou "Servo de Deus".

Autor do Livro.
1:1 diz "Visão de Obadias".

Data do Livro.
Não sabemos nada sobre Obadias mesmo, só o nome dele. A data do livro não é bem sabida. Mas, não importa quanto a interpretação do livro. Muitos dizem que ele era durante o reinado de Acazias de Judá. A mãe deste rei foi Atalia. Note: II Reis 8:25-27, 9:27, 11:1-3 e 13-16. Nestes dias Edom rebelou contra Judá, II Reis 8:20. 840 a. C. Obadias foi profeta durante o ministério de Elizeu parece.

Esboço do Livro.
Obadias é chamdo o profeta da justiça poética.

1. A Destruição de Edom. v. 1-16.

Sua Inevitabilidade, v. 1-9.
Sua Razäo, v. 10-16.
2. A Salvação de Israel. v. 17-21.
A Promessa a respeito de Israel, v. 17-18.
A Plenitude a respeito de Israel, v. 19-21.


Autor: David Alfred Zuhars, Jr., Pr
Fonte: www.obreiroaprovado.com

Livros Proféticos - O LIVRO DE AMÓS

O LIVRO DE AMÓS.

O Nome de Amós.
Este nome significa "Peso" ou "Duro de Carregar". Porque ele tinha que carregar "os pesos" da Palavra de Deus contra Israel. A Palavra de Deus contra Israel foi pesado mesmo.

Autor do Livro.
1:1 diz são as palavras de Amós.

Data do Livro.
Era profeta durante o reinado de Jeroboão II de Israel, e também do reinado de Uzias de Judá. Amós era profeta de Israel. (1:1). 776-763 a. C.

Fundo do Livro.
Amós era homem interessante e rural. Ele era de um lugar chamado Tecoa. Este lugar ficou a oeste do Mar Morto e a sul de Jerusalém. É o mesmo lugar onde Davi o rei apascentou suas ovelhas. Tecoa ficou na Judéia que fez parte de Judá. Então, Amós era da Judéia (Judá) que Deus mandou profetizar em Israel. Ele era boiadeiro e cultivador de figos. Ele não era um profeta, nem o filho de profeta. Mas, Deus chamou-o para ir e ser profeta em Israel. Note 7:14-15. Amós era agricultor e vaqueiro dedicado a Deus e chamado por Deus para pregar em Israel. É como o nordestino, que é agricultor e vaqueiro, que Deus chama e manda para pregar a Sua palavra em São Paulo. Amós foi aceito pelos judeus de Israel? De jeito nenhum. Note 7:10-13.

Esboço do Livro.

1. Oito Fardos. Cap. 1-2.

Contra:
Damasco, 1:3.
Gaza, 1:6.
Tiro, 1:9.
Edom, 1:11.
Amom, 1:13.
Moabe, 2:1.
Judá, 2:4.
Israel, 2:6.

2. Três Sermões. Cap. 3-6.

Juízo Merecido e Decretado, 3:1-10, 3:11-15.
Juízo Merecido e Decretado, 4:1-11, 4:12-13.
Juízo Merecido e Decretado, 5:1-15, 5:16-6:14.

3. Cinco Visões. Cap. 7-9.

Gafanhotos, 7:1.
Fogo, 7:4.
Prumo, 7:7.
Frutos de Verão, 8:1.
Deus sobre o Altar, 9:1.
Observe a Promessa Final a Israel. 9:11-15.


Autor: David Alfred Zuhars, Jr., Pr
Fonte: www.obreiroaprovado.com

Livros Proféticos - O LIVRO DE JOEL

O LIVRO DE JOEL.

O Nome de Joel.
Este nome significa "Jeová é Deus".

Autor do Livro.
A Bíblia diz que é Joel. (1:1).

Data do Livro.
Era profeta de Judá durante o reinado de Joás. Observe 2:1,9, 15, 23, 32; 3:1, 20. A data do livro fica acerca dos anos 890-850 a. C. Muitos dizem que Joel era o primeiro profeta para escrever seu livro. Elizeu era profeta em Israel durante o mesmo tempo.

Fundo do Livro.
Estes eventos aconteceram nos anos depois que o reino de Israel foi dividido em dois reinos.

Esboço do Livro.
1. Alarme – Invasão da Praga. Cap. 1:1-2:11.
A Desolação, cap. 1:1-20.
A Ameaça ainda Futura, cap. 2:1-11.
2. Apelo – Esperança da Última Hora. Cap. 2:12-27.
Apelo – Convertei-vos a mim, cap. 2:12-17.
Promessa – Restituir-vos-ei, cap. 2:18-27.
3. Anexo – Nos Dias Futuros. Cap. 2:28-3:21.
Épocas do Fim dos Tempos, cap. 2:28-3:16.
Glória Suprema de Sião, cap. 3:17-21.

Observações.
Capítulo 1.
A Desloação. O grande exército enviado pelo Senhor. Os vários insetos. Säo o gafanhoto em várias fazes de desenvolvimento. É o castigo de Deus. Note 2:25.

Capítulo 2.
A Ameaça Ainda Futura. Fala neste capítulo sobre a invasão futura de Israel. Está falando da invasão de Assíria quando Israel foi levado cativo por causa da sua infidelidade a Deus. Mas também está falando sobre a invasão nos últimos dias de Israel pelo Anticristo, a Batalha de Armagedom. O Apóstolo Pedro falou v. 28-29 no Dia de Pentecostes (Atos 2) que foi cumprido naquele dia. Mas ainda resta uma parte desta profecia que será cumprido futuramente. São os versículos 30-32. Será quando Jesus Cristo voltará para libertar Israel e reinar com esta nação durante mil anos.

Capítulo 3.
A Restauração de Israel e o Juízo dos Gentios. Deus usa a restauração de Israel para a Palestina depois do cativeiro de Assíria e de Babilônia para mostrar a restauração de Israel para a sua terra nos últimos dias. Israel estará na sua terra com Cristo no seu reino depois de vencer todos os seus inimigos na Batalha de Armagedom.


Autor: David Alfred Zuhars, Jr., Pr
Fonte: www.obreiroaprovado.com

Livros Proféticos - O LIVRO DE OSÉIAS

O LIVRO DE OSÉIAS

O Nome de Oséias.
Este nome significa "Libertador" ou "Salvador".

Autor do Livro.
Segundo o primeiro versículo do livro é Oséias.

Data do Livro.
Diz em 1:1 que era profeta em Israel durante os reinados de Uzias, Jotão, Acaz, Ezequias, reis de Judá; e de Jeroboão até o fim, rei de Israel. Oséias era comtemporâneo dos profetas Amós, Isaías e Miquéias. 785 – 722 a. C.

Fundo do Livro.
Era profeta em Israel no momento crítico de Israel. O que Jeremias era para Judá, Oséias era para Israel. Porque Jeremias era o profeta em Judá quando foi levado cativo, e Oséias era profeta em Israel quando foi levado cativo. Israel na época de Oséias estava piorando demias e já já ia cair. Rei estava matando outro rei para ficar no seu lugar (Menaém matou Salum, Peca matou Pecaías, e Oséias matou Peca). Foi um período de tempo de traição, roubo, assassínio, idolatria e pecado. Por causa de tudo isso Israel ficou sem jeito (7:11). Pediu de ajuda, mas ninguém podia ajudá-la, por que Deus estava contra ela (5:5-15). O fim estava chegando.

Observe os males que Oséias lamentou e denunciou: perjúrio e mentira, 4:1-2; assassíno e derramamento de sangue, 4:2, 5:2, 6:8; gangues de assaltantes e sacerdotes assassinos, 6:9, 7:1; adultério, 4:2, 11, 14,7:4; perversão e falsidade, 10:4, 12:7; idolatria, 4:12-13, 8:5, 10:1, 5, 13:2; embriaguez, 4:11, 7:5; descuido total de Deus, 4:4, 10, 8:14.

O Esboço do Livro.
1. A História Inteira em Símbolo. Cap. 1-3.
2. O Pecado de Israel É Intolerável, e Deus É Santo. Cap. 4-7.
Acusação em Cinco Partes, cap. 4-5.
A Volta Fictícia de Israel, cap. 6.
A Cura Impossibilitada, cap. 7.
3. Israel Será castigada porque Deus É Justo. Cap. 8-10.
A Trombeta do Juízo, cap. 8.
Capítulos Expressivos da Ira Vindoura, cap. 9-10.
4. Israel Será Restaurada. Cap. 11-14.
Anseio Divino, cap. 11.
Mesmo Assim Israel Deve Sofrer, cap. 12:1-13:8.
A Vitória Final, cap. 13:9-14:9.

Observações.
1. O Casamento de Oséias Trágico e Triste. Cap. 1-3.
Qual tipo de casamento foi este de Oséias? Simbólico, mandado por Deus, ou casamento com uma mulher idólatra que se tornou adúltera? Deve ser que seja que Oséias casou com uma mulher que depois fez estas coisas contra ele. Faz mais sentido para acreditar que Oséias casou com a mulher que achou fiel a Deus e a ele, mais depois ela ficou infiel. Israel é esta mulher simbolicamente. Esta nação foi tirada da idolatria para ser a esposa de Deus. Depois de alguns anos ela foi infiel a Deus, seu marido, praticando todo tipo de adultério espiritual com as religiões falsas ao seu redor. Observe o resultado da infidelidade dela a Oséias. Simbolicamente mostra também o resultado da infidelidade de Israel a Deus. É mostrado pelos significados dos nomes dos filhos que nasceram da esposa de Oséias por causa da sua infidelidade. 1. Jizreel que é o filho primogênito, e significa "espalhado por Deus". 2. Gômer que significa "falhando". 3. Lo-Ruama que significa "desfavorecido", "não amada", ou "aquela que jamais conheceu o amor de um pai". É duvidoso que era a filha de Oséias. 4. Lo-Ami que significa "não são meu povo" (não é meu parente). Sem dúvida não foi filha dele. Tudo isso descreve perfeitamente a condição de Israel espiritualmente. Deve notar a comparação que Deus dá de Israel e da mulher infiel ao seu marido. (2:1-6). Mas, também depois dá a promessa da restauração de Israel futuramente pela sua graça. (1:10-11, 2:14-3:5).

2. O Pecado de Israel. Cap. 4-7.
3. O Castigo de Israel – Deus É justo. Cap. 8-10.
4. O Futuro Abençoado de Israel. Cap. 11-14


Autor: David Alfred Zuhars, Jr., Pr
Fonte: www.obreiroaprovado.com

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Livros Proféticos - O LIVRO DE DANIEL

O Nome de Daniel.
Este nome significa "Deus é meu juiz, ou Deus é juiz". Dan significa "juiz", e El significa "Deus".

Autor do Livro.
Daniel, o nome dele é falado na primeira pessoa neste livro. Observe os versículos: 7:2, 15, 28; 8:1, 15, 27; 9:2, 23; 10:2, 7, 11-12; 12:5. Também Jesus Cristo confirmou isto em Mateus 24:15 e Marcos 13:14.

Os críticos dizem que este livro foi escrito acera de 165 a. C. por um homem desconhecido. Dizem eles, que este homem desconhecido, escreveu o livro com o propósito de encorajar e animar os judeus no tempo dos Macabeus. Esta data fica no período de tempo entre os Velho e Novo Testamentos. Esta data é mais ou menos 500 anos depois dos eventos do livro. Além disso, a Bíblia diz que foi Daniel que o escreveu. Todos têm que decidir, ou o livro de Daniel é uma falsificação e mentira, ou é exatamente o que Jesus Cristo falou que é, o livro que o profeta Daniel escreveu.

Data do Livro.
Um pouco menos do que o ano 600 a. C. O livro relata a vida e as revelações de Daniel entre os anos 605 e 530 a. C. É de Nabucodonosor a Ciro, ou de Jeremias a Esdras.

Fundo do Livro.
Nabucodonosor II era o rei da Babilônia, Nabucodonosor I estava velho e doente, e ele cercou Jerusalém em 606 a. C., no terceiro ano do reinado de Jeoiaquim (Daniel 1:1, II Crônicas 36:1-7) e conquistou Jerusalém. Foi neste ano que houve a primeira deportação dos judeus de Judá para a Babilônia (Daniel 1:2-4).

Língua.
O livro de Daniel está escrito em duas línguas diferentes: hebraico, que é a língua dos judeus, e aramaico que é a língua dos caldeus. De capítulo 2 e versículo 4 até ao fim do capítulo 7 este livro está escrito em aramaico. O resto do livro está escrito em hebraico. Capítulos 2-7 trata mais dos gentios e por isso faz todo sentido seria escrito em aramaico, porque Daniel estava no meio dos gentios (Caldeus). O resto do livro fala mais com os judeus e por isso está escrito em hebraico.

Esboço do Livro.
1. Introdução do Livro – a História Pessoal de Daniel e Outros. Cap. 1.
2. Tempo dos Gentios. Cap.2-7.
3. A Relação de Israel para com os Gentios. Cap. 8-12.

Idade de Daniel.
Parece que Daniel tinha entre 12 e 15 anos de idade quando foram levados cativos para a Babilônia. Os cativos chegaram na Babilônia no ano 606 a. C. e continuaram até o ano 539 ou 538 a. C. No fim do livro Daniel tinha mais de 80 anos de idade.

As Visões do Livro de Daniel.
1. A Visão do Rei Nabucodonosor. Capítulo 2.

Nabucodonosor recebeu esta visão durante o treinamento de Daniel depois que chegou na Babilônia (1:1, 5; 2:1). Nabucodonosor chamou os magos, astrólogos, encantadores e outros para não somente interpretar a visão, mas também dizer como é que ficou, sob a pena da morte, porque o rei esqueceu que foi que sonhou. Nenhum deles podia dizer a visão nem interpretá-la. Por isso, o rei decretou a morte deles. Mas, Daniel se apresentou como sendo capaz de dizer e interpretar a visão do rei, e foi isso mesmo que fez. Assim ele salvou as vidas dos outros e foi exaltado no reino dos caldeus.

Nabucodonosor viu na visão dele uma imagem. A imagem tinha uma cabeça de ouro, peito de prata, ventre e coxas de cobre, e pernas de ferro com pés de ferro e parte de barro.

Esta imagem fala dos quatro poderes mundiais começando com o Reino Babilônico.

1. Cabeça de ouro, que é Nabucodonosor e Babilônia. v. 32, 37-38.
2. Peito de prata, que é o Reino Medo-Persa. Este reino conquistou o Reino da Babilônia no ano 539 a. C. Os dois braços falam dos dois reinos dos Medos e Persas, que ficaram unidos para fazer um reino só. Este reino foi de qualidade inferior de governo, mas não de tamanho. Este foi o reino que estava no poder mundial quando o Velho Testamento terminou (Malaquias). v. 32, 39.
3. Ventre e coxas de cobre, que é o Reino de Grécia. O líder deste reino foi Alexandre o Grande. Ele conquistou o mundo conhecido de então no ano 331 a. C. Este reino se levantou e caiu no período de tempo entre os dois testamentos.
4. Pernas de ferro e pés de ferro e parte de barro, que é o Reino Romano. Este reino conquistou o Reino da Grécia no ano 146 a. C. Estava no poder mundial quando o Novo Testamento abriu. O ferro e barro fala do fato que o Reino Romano foi feito de várias nações, algumas fortes e outras fracas. O reino romano caiu por causa da sua ruína moral. Inferior em qualidade, mas muito forte e durou muito tempo. A cidade de Roma foi fundada no ano 753 a. C.

2. A Estátua de Ouro. Capítulo 3.
Esta estátua tinha quase 30 metros de altura com sua base de quase 3 metros de largura. Nabucodonosor fez esta imagem e mandou que todos orassem só a ela. Ele decretou que a pessoa que rejeitou orar a ela fosse jogada na fornalha. Os três filhos hebraicos (Sadraque, Mesaque e Abednego) recusaram orar a ela e por isso foram jogados na fornalha. Deus protegeu os três e nenhum cabelo foi queimado deles nem tinham o cheiro de fumaça na sua roupa. Uma quarta pessoa estava na fornalha com eles, foi o Senhor Jesus Cristo. Jesus Cristo pode proteger o seu pvo de todo mal, se for a vontade dEle. Isso pode estar falando simbolicamente do remanescente dos judeus de Israel na Grande Tribulação que Deus vai proteger de todo mal.

3. A Visão da Árvore. Capítulo 4.
Passou alguns 30 a 35 anos. Esta profecia falou da doença de Nabucodonosor que Deus deu a ele por causa da auto-exaltação e orgulho. Deus deixou ele ficou durante sete anos como um animal de campo. Esta doença é conhecida como Licantropia. Quando Deus deu de volta o entendimento a Nabucodonosor, ele deu louvor e glória a Deus. Deus sabe humilhar o orgulhoso.

4. A Visão dos Dedos de Mão Escrevendo na Parede. Capítulos 5-6.
O neto de Nabucodonosor, Belsazar, agora era o rei da Babilônia. Este evento está no fim do Reino Babilônico, 538 a. C. Daniel é um homem velho com mais de 80 anos. Deus deu a visão da mão escrevendo na parede avisando Belsazar que o reino ia ser tirado dele naquela mesma noite. O rei Dario da Pérsia conquistou o Reino Babilônico naquela mesma noite. O rei Dario decretou a proibição de orar para outro, só a ele mesmo somente durante 30 dias. Mas, Daniel continuou orando a Deus normalmente todo dia abertamente. Os acusadores de Daniel falaram isso com o rei para condená-lo. Por isso foi jogado na cova dos leões devoradores. Mas, Deus fechou as bocas dos leões e deu a vitória a Daniel. Então, o rei mandou jogar os acusadores de Daniel na cova dos leões, e no mesmo instante foram devorados. Note uma coisa importante. Daniel foi fiel a Deus, Deus o libertou, e os seus acusadores foram destruídos por Deus. Irmãos, devemos seguir nos mesmos passos de Daniel. Ser fiéis a Deus, e Deus nos libertará, e é só questão de tempo que Deus vai destruir nossos acusadores. Isso também é simbólico da salvação do remanescente dos judeus na Grande Tribulação.

5. A Visão dos Quatro Animais que subiram do Mar. Capítulo 7.
É a visão que Daniel recebeu durante o reinado de Belsazar. (553 a. C.) Deus revelou a Daniel como iam ficar os poderes mundiais.

1. O VENTO fala do poder soberano de Deus agindo e fazendo a vontade na terra.
2. O MAR fala da humanidade, os povos da terra, ou as massas das pessoas do mundo. (Apocalipse 17:15)
3. LEÃO. v. 4. É simbólico da nação de Babilônia. Era uma nação muito forte e poderosa. As asas falam da rapidez que tinha em conquistar outras nações com crueldade. Nabucodonosor ficou mais bondoso, compassivo e humildade depois da sua doença de ficar como um animal do campo durante sete anos. Por isso na visão fala que foi-lhe dado um coração de homem.
4. URSO. v. 5. É simbólico da nação de Medo-Persa. O urso tem muita força e poder, mais é mais devagar do que um leão. Um lado do urso ficou levantado (mais alto). Pérsia ficou mais forte do que a Média, mais eram unidos para fazer uma nação só. O urso tinha três costelas nos dentes. Isso fala do fato que três nações (Lídia, Babilônia e Egito) fizeram uma aliança contra Medo-Persa, mas foram destruídas pelo Medo-Persa. Diz que o urso devorou muita carne. É simbólico do fato que Medo-Persa conquistou muita terra e nação com crueldade, e ficou muito grande em tamanho. Era o poder mundial quando o Velho Testamento fechou.
5. LEOPARDO. v. 6. É simbólico da Grécia e Alexandre o Grande. Como o leopardo, a Grécia tinha mais majestade do que o leão e o urso, e rápido demais (mais rápido ainda porque tinha asas) e sanguinário e cruel. Em 12 anos só Alexandre o Grande conquistou o mundo conhecido. Mais Alexandre morreu novo com 32 anos de idade só. As quatro cabeças do leopardo falam do fato, que depois da morte de Alexandre o Grande, o Reino Grego foi divido entre quatro generais dele. Casandro – Grécia e Macedônia. Lisimacus – Trácia e a maior parte da Ásia Menor. Seleucus – Síria e uma grande parte do Oriente Médio. Ptolemeu – Egito. Esta história aconteceu inteiramente no período de tempo entre o Velho e o Novo Testamentos.
6. ANIMAL TERRÍVEL E ESPANTOSO. v. 7-8. É simbólico do Reino Romano. Roma tinha muita força, crueldade e pavor. Os dez chifres falam das dez nações (países) que serão unidas para fazer a Europa Unida nos dias do Anticristo. O chifre pequeno, que subiu no meio deles e conquistou três deles, fala do Anticristo que conquistará três destas nações (v. 9-28) e será o rei universal do mundo.

6. A Visão do Carneiro e do Bode. Capítulo 8.
Daniel recebeu esta visão dois anos depois da visão dos quatro animais.

1. O CARNEIRO DE DOIS CHIFRES. v. 3-4, 20. É simbóblico do Reino Medo-Persa. Um chifre ficou mais alto do que o outro, mostrando que a Pérsia ficou mais poderoso do que a Média, mas estas duas nações eram unidas para fazer uma nação só. É a mesma coisa que o urso mostrou com um lado mais levantado do que o outro. Como o carneiro desta visão, Medo-Persa conquistou muito povo e nação, e ninguém podia impedi-lo.
2. O BODE DE UM CHIFRE. v. 5-8, 21. É simbólico do Reino Grego sob a liderança de Alexandre o Grande. Alexandre o Grande conquistou o mundo conhecido com uma rapidez incrível (é isso que significa que não tocou no chão no v. 5). Grécia e Alexandre o Grande (o chifre insigne) conquistou Medo-Persa quebrando o seu poder (quebrando os seus dois chifres). O chifre grande (insigne) também depois foi quebrado. Isso fala da morte de Alexandre o Grande que houve enquanto era muito novo ainda. No lugar do chifre grande subiram quatro chifres. O reino dele foi dividido entre quatro generais dele. Isso foi falado antes na visão do leopardo. De um destes quatro chifres subiu um chifre pequeno. Este chifre pequeno fala de Antiocus Epifanes da Síria (175 –164 a. C.). Síria estava tomando a conta da Palestina naquela época. Antiocus Epifanes matou 80.000 judeus, vendeu 40.000 judeus na escravidão, poluiu o templo em Jerusalém sacrificando uma porca no altar. Foi uma das coisas que incitou a rebelião da família Macabeus naquela época. Os v. 23-26 indicam que Antiocus Epifanes é simbólico do Anticristo.

7. A Visão das Setenta Semanas. Capítulo 9.
Daniel recebeu esta visão no ano 536 ou 535 a. C, quando ele tinha mais de 80 anos de idade. (v.1). Daniel estava orando a Deus pela restauração de Israel a Palestina. O anjo Gabriel foi mandado por Deus a Daniel com esta visão. (v. 20-23). Esta visão fala das setenta semanas determinadas por Deus.

As setenta semanas falam simbolicamente de anos. Cada semana representa 7 anos, ou setenta setes de anos. As setenta semanas fazem o total de 490 anos. Este período de tempo começou com a época daquele tempo e terminará nos últimos dias. Nos v. 24-26 falam das setenta semanas sendo determinadas sobre o teu povo e sobre a santa cidade.

Com certeza está falando dos judeus e da cidade de Jerusalém. Isso quer dizer que Jerusalém ia ser reconstruída e depois o Messias vinha para fazer a expiação do seu povo. Esta passagem (v. 24-27) fala de sete semanas (49 anos), 62 semanas (434 anos), e uma semana (7 anos). Isso faz o total de 70 semanas (490 anos). Este tempo começa com a saída da ordem para restaurar e edificar Jerusalém. O rei Ciro de Medo-Persa deu a ordem de restaurar e edificar Jerusalém no 454 a. C. Da data desta ordem até que foi feito a restauração e edificação de Jerusalém levou sete semanas, 49 anos. Da restauração de Jerusalém até que o Messias (Jesus Cristo) foi cortado (crucificado) foi 62 semanas (434 anos). Isso nos leva a data em que Jesus Cristo foi crucificado em Jerusalém (30 d. C.). Isso faz o total de 69 semanas, ou 483 anos. Entre a semana 69 e a semana 70 tem um período de tempo indeterminado. No v. 26 diz: "até ao fim haverá guerra". Isso indica que depois de 69 semanas (483 anos) tem um tempo que não é determinado exatamente. É o tempo dos gentios, o tempo entre a crucificação e a Grande Tribulação em Mateus 24. A Grande Tribulação é um tempo de sete anos. É extamente isso que Daniel disse que resta, uma semana, ou sete anos (a semana 70). O v. 27 diz que o Anticristo firmará uma aliança com Israel por uma semana, ou sete anos (A Grande Tribulação). O Anticristo fará paz para Israel com as outras nações. Mas, no meio da semana, depois de 3 anos e meio, ele quebrará a aliança com Israel e revelará sua cara de verdade, que é contra Israel em todas as maneiras. Ele tentará controlar Israel e se sentará no templo lá e dizer que é Deus, e o mundo inteiro (exceto os eleitos) adorará o Anticristo como Deus mesmo. Observe Mateus 24:15 e II Tessalonicenses 2:2-3. Então, isso faz o total de 70 semanas ou 490 anos. Sete semanas ou 49 anos, 62 semanas ou 434 anos, e uma semana ou 7 anos.

8. A Visão da Glória do Senhor. Capítulo 10.
Esta visão é do Senhor Jesus Cristo mesmo. Observe algumas coisas sobre esta visão.

(1). v. 1. É 72 anos depois que Daniel foi levado cativo.
(2). v. 2-3. Note o efeito da visão em Daniel.
(3). v. 4-9. A visão do Senhor Jesus Cristo.
(4). v. 10-15. Gabriel falou com Daniel. Observe os v. 13 e 20.
(5). v. 16-21. Daniel foi fortificado pelo anjo para receber a visão.
Devemos observar que existe uma herarquia de anjos malignos (demônios, anjos caídos), com Satanás como o cabeça dela. Os versículos 13 e 20 indicam que há anjos malignos que são responsáveis para fazer e cumprir a vontade de Satanás no mundo. Por exemplo, nesta herarquia maligna existe anjos malignos que são responsáveis pelos países da terra. Um anjo (demônio) que fica na frente de cada país para guiar a maldade que acontece naquele país. Como se fossem os presidentes malignos de cada país. Depois deles tem outros anjos inferiores malignos que são responsáveis pelos estados do país, depois pelas cidades, e assim que vai, até chegar para aqueles anjos malignos piões.
Os anjos de Deus estão lutando contra a maldade deles. É que diz no versículo 13, quando diz que o príncipe da Pérsia (um anjo maligno bem alto na herarquia de Satanás) resistiu o arcanjo de Deus Gabriel durante vinte e um dias. A luta foi tão grande que o arcanjo Miguel foi ajudar Gabriel. Tudo isso faz perfeito senso. Porque os anjos de Deus fazem a vontade de Deus na terra, e os anjos de Satanás fazem a vontade de Satanás na terra. É só que o Senhor dos anjos de Deus (Jesus Cristo) é mais forte do que o senhor (Satanás) dos anjos malignos. Sem dúvida nenhuma, Jesus Cristo vencerá!

9. A Visão da História de Dario até o Fim. Capítulo 11.
(1). v. 1-2. Quatro reis da Pérsia que iam cair.
(2). v. 3-4. Grécia e Alexandre o Grande que ia se levantar e cair. Entre os Velho e Novo Testamentos.
(3). v. 5-20. A aliança entre o Egito e Síria até o tempo de Antiocus Epifanes.
(4). v. 21-35. Antiocus Epifanes – simbólico do Anticristo.
(5) v. 36-39. O Anticristo descrito. Note que diz que ele será sodomita (homossexual).
(6). v. 40-43. As conquistas do Anticristo na Grande Tribulação. Egito e outros países da África.
(7). v. 44-45. A Batalha Final (Armagedom). Anticristo derrotado em Jerusalém.

10. Continuação do Capítulo 11. Capítulo 12.
(1). v. 1. A Grande Tribulação – O Tempo de Angústia para Israel.
(2). v. 2-3. As Duas Ressurreições – Uma dos salvos e uma dos perdidos.
(3). v. 4-8. A Última Metade da Tribulação.
(4).v. 9-13. As Últimas Palavras do Livro de Daniel.


Autor: David Alfred Zuhars, Jr., Pr
Fonte: www.obreiroaprovado.com

Livros Proféticos - O LIVRO DE EZEQUIEL

O Nome: Ezequiel.
Este nome significa "Deus fortificará". Mostrando a esperança da restauração depois do cativeiro.

Autor do Livro.
Ezequiel. Capítulo 1:1-3 diz isto. Ezequiel era profeta e sacerdote também, v. 3.

Ezequiel e sua Família.
Casado, a esposa dele morreu, 24:15-18. Proibido chorar e lamentar, 24:15-27. No ano 590 a.C.

Data desta Profecia e o Ministério de Ezequiel.
Note 40:1. Ezequiel profetizou 25 anos depois do seu cativeiro e 14 anos depois da conquista de Jerusalém. Jerusalém foi conquistada no ano ano 587 a.C. Ele começou seu ministério na Babilônia no quinto ano do cativeiro de Jeoiaquim. 1:1-2. Esta deportaçao é relatada em II Reis 24:11-18. Por isso, podemos saber que ele tinha estado na Babilônia 11 anos antes da queda de Jerusalém.

Ezequiel 1:1 fala da idade de Ezequiel ou que o ministério dele começou com o reinado de Nabopolassar? (pai de Nabucodonosor). Nabopolassar reinou 19 anos, o último rei de Judá (Zedequias) reinou 11 anos, isso faz o total de 30 anos. Provavelmente está falando a idade de Ezequiel quando começou seu ministério.

Fundo do Livro.
Ezequiel profetizou na Bailônia no meio dos exilados antes da queda de Jerusalém. Por isso, os primeiros 24 capítulos falam muito sobre o juízo iminente de Deus sobre Jerusalém.

Jeremias falou de figos bons e de figos ruins em Jeremias 24. Isso fala dos judeus (figos bons) que foram levados para a Babilônia e dos judeus (figos ruins) que ficaram na terra depois da primeira deportação. Os judeus mais nobres e educados (os figos bons, inclusive Ezequiel e Daniel) foram levados para a Babilônia. Os judeus mais humildes (figos ruins) foram deixados na terra de Judá. Os figos ruins acharam que os babilônicos não iam voltar para destruir Jerusalém. Ezequiel 11:15, 23:24. Os figos bons acharam a mesma coisa. Jeremias 21:7, 27:9.Todos dois estavam enganados.

A Fraze Chave do Livro.
"Saberão que eu sou o Senhor (Jeová)". É falado algumas 70 vezes.

Esboço do Livro.
1. A Primeira Visão e o Chamado de Ezequiel. 1-3.
2. Os Juízes Presentes sobre Jerusalém. 4-24.
Profecias de Juízo Iminente. 4-7.
A Visão do Templo e da Cidade. 8-11.
Mensagens de Juízo. 12-24.

3. O Destino Futuro das Nações. 24-39.
Profecias sobre as Potências Gentias. 24-32.
Restauração de Israel depois dos Juízes Presentes. 33-37.
Gogue e Magogue Destruídos – Israel Exaltado. 38-39.

4. O Último Templo, Culto e Cidade (no Milêniso). 40-48.
Reerguimento do Templo e a Nova Glória. 40:1-43:12.
O Novo Culto e O Rio Santo. 43:13-47:12.
A Terra Redivida e a Cidade de Deus. 47:13-48:35.


Autor: David Alfred Zuhars, Jr., Pr
Fonte: www.obreiroaprovado.com

Livros Proféticos - O LIVRO DAS LAMENTAÇÕES DE JEREMIAS

O Nome do Livro.
Sem dúvida o autor do livro é Jeremias. O nome do livro indica isso. O nome do livro também indica o conteúdo do livro. Quais são: as tristezas, os sofrimentos e as lamentações de Jeremias sobre o cativeiro de Sião.

Data do Livro.
Logo depois do ano 587 a.C. Quando Judá já está cativo em Babilônia. 1:3.

Características do Livro.
Este livro é descrito como sendo uma "Elegia Escrita num Cemitério." O livro tem poemas expressando muita tristeza por causa da queda de Jerusalém.

É um dos 5 "Megilot". Significa "rolos" do Velho Testamento. Os cinco "Megilot" (rolos) são: Cantares de Salomão, Rute, Lamentações, Eclesiastes e Ester. Eles foram escritos sobre rolos para ser lidos nas festas judaicas. Cantares de Salomão na Páscoa, Rute na Festa de Pentecoste, Eclesiastes na Festa dos Tabernáculos, Ester na Festa do Purim e Lamantações no Aniversário da Destruição de Jerusalém.

Além disso, o livro está escrito em forma de acróstico. Isso quer dizer segundo o alfabeto hebraico. O alfabeto hebraico tem 22 letras. Todos os capítulos do livro têm 22 versículos menos do que capítulo 3. Cada versículo começa com uma letra do alfabeto hebraico sucessivamente, começando com a primeira e indo até a última letra. Capítulo 3 está escrito do mesmo jeito com uma diferença. Capítulo 3 está escrito em forma de acróstico também, mas em tercetos.

Estrutura e Análise do Livro.
Este livro é um poema quíntuplo. Isso quer dizer que é um poema em cinco partes. Cada capítulo é uma parte do poema. Não são partes distintas ou desconectadas, mas ligadas e formam um poema só.

Note que capítulos 1 e 5 são correspondentes, também capítulos 2 e 4 são correspondentes, e capítulo 3 fica só.

Esboço do Livro.

Primeira Parte.
A Má Situação de Jerusalém. 1.

Segunda Parte.
A Ira do Senhor. 2.

Terceira Parte.
A Tristeza de Jeremias. 3.

Quarta Parte.
A Ira do Senhor. 4.

Quinta Parte.
Oração de Jerusalém. 5.

Livros Proféticos - O LIVRO DE JEREMIAS

O Nome: Jeremias.
Este nome significa, Deus lança ou atira. Isso fala da esperança dos pais de Jeremias que ia aliviar a condição espiritual de Judá durante o reinado de Manassés. Jeremias nasceu quando Manassés era rei de Judá.

Autor do Livro.
1:1 diz que são as palavras de Jeremias.

A Família de Jeremias.
O nome do seu pai era Hilquias. Ele era dos sacerdotes. Isaías não casou, porque Deus proibiu, 16:1-4. Porque? Por cause do sofrimento que vinha sobre Judá.

A Data da Vida e do Ministério de Jeremias.
Observe II Crônicas 36: 12 e 21. O ministério dele começou no ano 629 a. C., e continuou até depois do cativeiro. Era profeta durante os últimos reinados de Judá. (Os reinados de Josias, Jeocaz, Jeoaquim, Joaquim e Zedequias). II Reis 22-25. Jeremias foi levado à força ao Egito. 43:1-7.

O Fundo do Livro.
Basta saber que era profeta em Judá no fim deste reino. Logo antes e depois que foi levado cativo para a Babilônia, e que era um tempo de muita rebelião. Judá já ficou sem jeito, e Deus falou que ia levar cativo por isso (15:1). Jeremias foi chamado o profeta que chora. A razão é óbvia.

O Caráter de Jeremias.
Era homem sincero, compassivo, humilde, rígido quanto à mensagem, tímido, apreensivo (1:4-10), fiel a Deus, adverso à publicidade, empatia honesta, sentiu a palavra que pregou, perseverante e persistente (mesmo sem esperança). Até quando estava na prisão e no donjon ficou fiel (37:15-21, 38:1-6, 13). Ele preferia pregar amor e paz, mas tinha que pregar castigo e queda. Jeremias teve uma vida muito solitária, mas era necessária. Observe a atitude de Nabucodonosor a respeito dele (39:11-14).

Esboço do Livro.

1. Introdução. 1.
Jeremias Comissionado. 1.

2. Profecias Genéricas e Sem Datas. 2-20.
(1). Primeira Mensagem a Judá. 2:1–3:5.
(2). Segunda Mensagem a Judá. 3:6–6:30.
(3). Terceira Mensagem a Judá. 7:–10:25.
(4). Quarta Mensagem a Judá. 11:1–12:17.
(5). Quinta Mensagem a Judá. 13:1-27.
(6). Sexta Mensagem a Judá. 14:1–15:21.
(7). Sétima Mensagem a Judá. 16:1–17:18.
(8).Oitava Mensagem às Portas da Cidade.17:19-27.
(9). Nona Mensagem a Judá (Vaso do Oleiro). 18:1-23.
(10). Décima Mensagem a Judá. (Botija de Barro). 19:1-15.
(11). Resultado da Pregação de Jeremias. 20:1-18.

3. Profecias Específicas e Datas. 21-39.
(1). Primeira Profecia – Para Zedequias. (Cativeiro Babilônico Profetizado). 21–23.
(2). Segunda Profecia – Depois da Primeira Deportação. (Sinal dos Figos). 24.
(3). Terceira Profecia – Quarto Ano de Jeoaquim. 25.
(4). Quarta Profecia – Início do Reinado de Jeoaquim. 26.
(5). Quinta Profecia – Início dos Reinados de Jeoaquim Zedequias. Sinal do Jugo. 27-28.
(6). Sexta Profecia – Aos Cativos da Primeira Deportação. 29-31.
(7). Sétima Profecia – Décimo Ano de Zedequias. 2ª Perseguição de Jeremias. 32-33.
(8). Oitava Profecia – Nos Dias do Cerco de Jerusalém. 34.
(9). Nona Profecia – Nos Dias de Jeoaquim. 35.
(10). Décima Profecia – No Quarto Ano de Jeoaquim. 36.
(11). Décima-Primeira Profecia – Jerusalém Cercado. 37.
(12). Resultado – Jeremias Preso. 38-39.

4. Profecias Depois da Queda de Jerusalém. 40-44.
(1). Tratamento Bondoso de Jeremias pelos Babilônicos. 40:1-6.
(2). Ismael matou Gedalias, e os Judeus e os Caldeus com Ele. 40:7-41:18.
(3). Jeremias Disse para Não Ir ao Egito. 42:1-22.
(4). A Palavra de Deus Rejeitada e Jeremias Levado ao Egito. 43:1-7.
(5). Primeira Mensagem no Egito. (Sinal das Pedras). 43:8-13.
(6). Segunda Mensagem no Egito. (Aviso de Morte). 44:1-30.

5. Profecias sobre as Nações Gentílicas. 45-51.
(1). A Palavra de Jeremias a Baraque. (No Reinado de Jeoiaquim). 45:1-5.
(2). Profecia Contra Egito e Gentios. (Agora e Depois). 46:1-28.
(3). Profecia Contra Filístia. 47:1-7.
(4). Profecia Contra Moabe. 48:1-47.
(5). Profecia Contra Amom. 49:1-6.
(6). Profecia Contra Edom. 49:7-22.
(7). Profecia Contra Damasco. 49:23-27.
(8). Profecia Contra Quedar. 49:28-33.
(9). Profecia Contra Elão. 49:34-39.
(10). Profecia Contra Babilônia e Caldéia. 50-51.

Conclusão.
Jerusalém (Judá) Derrotada.


Autor: David Alfred Zuhars, Jr., Pr
Fonte: www.obreiroaprovado.com

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Apologética - A TEOLOGIA DA PROSPERIDADE À LUZ DA BÍBLIA

INTRODUÇÃO

Nos últimos anos, tem sido apregoada aos quatro cantos do mundo um ensino exagerado sobre a prosperidade cristã. Segundo este ensinamento, todo crente tem que ser rico, não morar em casa alugada, ganhar bem, além de ter saúde plena, sem nunca adoecer. Caso não seja assim, é porque está em pecado ou não tem fé. Neste estudo, procuraremos examinar o assunto à luz da Bíblia, buscando entender a verdadeira doutrina da prosperidade.

I - O QUE É PROSPERIDADE.

No Dic. Aurélio, encontramos vários significados em torno da palavra prosperidade.:

1. PROSPERIDADE (do lat., prosperitate). Qualidade ou estado de próspero; situação próspera.

2. PROSPERAR. Tornar-se próspero ou afortunado; enriquecer; ser favorável; progredir; desenvolver.

3. PRÓSPERO. Propício, favorável, ditoso, feliz, venturoso.

4. BIBLICAMENTE, prosperidade é mais que isso. É o que diz o Salmo 1. 1-3.

II - A MODERNA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE EM CONFRONTO COM A BÍBLIA.

1. NOMES INFLUENTES.

1.1. KENYON. Nasceu em 24.04.1867, Saratoga, Nova York, EUA, falecendo aos 19.03.48. Nos anos 30 a 40, desenvolveram-se os ensinos de Essek William Kenyon. Segundo Pieratt (p. 27), ele tinha pouco conhecimento teológico formal. "Kenyon nutria uma simpatia por Mary Baker Eddy" (Gondim, p. 44), fundadora do movimento herético "Ciência Cristã", que afirma que a matéria, a doença não existem. Tudo depende da mente. Pastoreou igrejas batistas, metodistas e pentecostais. Depois, ficou sem ligar-se a qualquer igreja. De acordo com Hanegraaff, Kenyon sofreu influência das seitas metafísicas como Ciência da Mente, Ciência Cristã e Novo Pensamento, que é o pai do chamado "Movimento da Fé". Esses ensinos afirmam que tudo o que você pensar e disser transformará em realidade. Enfatizam o "Poder da Mente".

1.2. KENNETH HAGIN.

Discípulo de Kenyon. Nasceu em 20.08.1918, em McKinney, Estado do Texas, EUA. sofreu várias enfermidades e pobreza; diz que se converteu após ter ido três vezes ao inferno (Romeiro, p. 10). Aos 16 anos diz ter recebido uma revelação de Mc 11.23,24, entendendo que tudo se pode obter de Deus, desde que confesse em voz alta, nunca duvidando da obtenção da resposta, mesmo que as evidências indiquem o contrário. Isso é a essência da "Confissão Positiva".

Foi pastor de uma igreja batista (1934-1937); depois ligou-se à Assembléia de Deus (1937-1949), em seguida passou por várias igrejas pentecostais, e , finalmente, fundou seu próprio ministério, aos 30 anos, fundando o Instituto Bíblico Rhema. Foi criticado por ter escrito livros com total semelhança aos de Kenyon, mas defendeu-se, dizendo que não era plágio, que os recebera diretamente de Deus.

OUTROS.

Kenneth Copeland, seguidor de Haggin, diz que "Satanás venceu Jesus na cruz" (Hanegraaff, p. 36). Benny Hinn. Tem feito muito sucesso. Diz que teve a revelação de que as mulheres originalmente deveriam dar à luz pelo lado de seus corpos (id., p. 36). Há muitos outros nomes, mas este espaço do estudo não permite registrá-los.

III - OS ENSINOS DO EVANGELHO DA PROSPERIDADE EM CONFRONTO COM A BÍBLIA.

Os defensores da "teologia ou do evangelho da prosperidade" baseiam-se em três pontos a serem considerados:

1. AUTORIDADE ESPIRITUAL.

1.1. PROFETAS, HOJE.

Segundo K. Hagin, Deus tem dado autoridade (unção) a profetas nos dias atuais, como seus porta-vozes. Ele diz que "recebe revelações diretamente do Senhor"; "...Dou graças a Deus pela unção de profeta...Reconheço que se trata de uma unção diferente...é a mesma unção, multiplicada cerca de cem vezes" (Hagin, Compreendendo a Unção, p. 7).

O QUE DIZ A BÍBLIA:

O ministério profético, nos termos do AT, duraram até João (Mt 11.13). Os profetas de hoje são os ministros da Palavra (Ef 4.11). O dom de profecia (1 Co 12.10) não confere autoridade profética.

1.2. "AUTORIDADE DAS REVELAÇÕES".

Essa autoridade deriva das "visões, profecias, entrevistas com Jesus, curas, palavras de conhecimento, nuvens de glória, rostos que brilham, ser abatido (cair) no Espírito", rejeição às doenças, ordenando-lhes que saiam, etc. Ele diz que quem rejeitar seus ensinos "serão atingidos de morte, como Ananias e Safira" (Pieratt, p. 48).

O QUE DIZ A BÍBLIA.

A Palavra de Deus garante autoridade aos servos do Senhor (cf. Lc 24.49; At 1.8; Mc 16.17,18). Mas essa autoridade ou poder deriva da fé no Nome de Jesus e da Sua Palavra, e não das experiências pessoais, de visões e revelações atuais. Não pode existir qualquer "nova revelação" da vontade de Deus. Tudo está na Bíblia (Ver At 20.20; Ap 22.18,19).
Se um homem diz que lhe foi revelado que a mulher deveria ter filhos pelos lados do corpo, isso não tem base bíblica, carecendo tal pessoa de autoridade espiritual. Deveria seguir o exemplo de Paulo, que recebeu revelação extraordinária, mas não a escreveu (cf. 2 Co 12.1-6).

1.3. HOMENS SÃO DEUSES!

Diz Hagin: "Você é tanto uma encarnação de Deus quanto Jesus Cristo o foi..." (Hagin, Word of Faith, 1980, p. 14). "Você não tem um deus dentro de você. Você é um Deus" (Kenneth Copeland, fita cassete The Force of Love, BBC-56). "Eis quem somos: somos Cristo!" (Hagin, Zoe: A Própria Vida de Deus, p.57). Baseiam-se, erroneamente, no Sl 82.6, citado por Jesus em Jo 10.31-39. "Eu sou um pequeno Messias" (Hagin, citado por Hanegraaff, p. 119).

O QUE A BÍBLIA DIZ.

Satanás, no Éden, incluiu no seu engodo, que o homem seria "como Deus, sabendo o bem e o mal" (Gn 3.5). Isso é doutrina de demônio. Em Jo 10.34, Jesus citou o Sl 82.6, mostrando a fragilidade do homem e não sua deificação: "...Todavia, como homem morrereis e caireis, como qualquer dos príncipes" (v. 7). "Deus não é homem" (Nm 23.19; 1 Sm 15.29; Os 11.9; Ex 9.14). Fomos feitos semelhantes a Deus, mas não somos iguais a Ele, que é Onipotente (Jó 42.2;...); o homem é frágil (1 Co 1.25); Deus é Onisciente (Is 40.13,14; Sl 147.5); o homem é limitado no conhecimento (Is 55.8,9). Deus é Onipresente (Jr 23.23,24). O homem só pode estar num lugar (Sl 139.1-12). Diante desse ensino, pode-se entender porque os adeptos da doutrina da prosperidade pregam que podem obter o que quiserem, nunca sendo pobres, nunca adoecendo. É que se consideram deuses!

2. SAÚDE E PROSPERIDADE.

Esse tema insere-se no âmbito das "promessas da doutrina da prosperidade". Segundo essa doutrina, o cristão tem direito a saúde e riqueza; diante disso, doença e pobreza são maldições da lei.

2.1. BÊNÇÃO E MALDIÇÃO DA LEI.

Com base em Gl 3.13,14, K.Hagin diz que fomos libertos da maldição da lei, que são: 1) Pobreza; 2) doença e 3) morte espiritual. Ele toma emprestadas as maldições de Dt 28 contra os israelitas que pecassem. Hagin diz que os cristão sofrem doenças por causa da lei de Moisés.

O QUE DIZ A BÍBLIA.

Paulo refere-se, no texto de Gl 3 à maldição da lei a todos os homens, que permanecem nos seus pecados. A igreja não se encontra debaixo da maldição da lei de Moisés. (cf. Rm 3.19; Ef 2.14). Hagin diz que ficamos debaixo da bênção de Abraão (Gl 3.7-9), que inclui não ter doenças e ser rico. Ora, Abraão foi abençoado por causa da fé e não das riquezas. Aliás, estas lhe causaram grandes problemas. Muitos cristãos fiéis ficaram doentes e foram martirizados, vivendo na pobreza, mas herdeiros das riquezas celestiais (1 Pe 3.7).

Os teólogos da prosperidade dizem que Cristo, na Cruz, "removeu não somente a culpa do pecado, mas os efeitos do pecado" (Pieratt, p. 132). Mas isso não é verdade, pois Paulo diz que "toda a criação geme", inclusive os crentes, aguardando a completa redenção.

2.2. O CRISTÃO NÃO DEVE ADOECER.

Eles ensinam que "todo cristão deve esperar viver uma vida plena, isenta de doenças" e viver de 70 a 80 anos, sem dor ou sofrimento. Quem ficar doente é porque não reivindica seus direitos ou não tem fé. E não há exceções (Pieratt, p. 135). Pregam que Is. 53.4,5 é algo absoluto. Fomos sarados e não existe mais doença para o crente.

O QUE DIZ A BÍBLIA:

"No mundo, tereis aflições" (Jo 16.33). São Paulo viveu doente (Ver 1 Co 4.11; Gl 4.13), passou fome, sede, nudez, agressões, etc. Seus companheiros adoeceram (Fp 2.30). Timóteo tinha uma doença crônica (1 Tm 5.23). Trófimo ficou doente (2 Tm 4.20). Essas pessoas não tinham fé? Jesus curou enfermos, e citou Is 53.4,5 (cf. Mt 8.16,17).

No tanque de Betesda, havia muitos doentes, mas Jesus só curou um (cf. Jo 5.3,8,9). Deus cura, sim. Mas não cura todos as pessoas. Se assim fosse, não haveria nenhum crente doente. Deve-se considerar os desígnios e a soberania divina. Conhecemos homens e mulheres de Deus, gigantes na fé, que têm adoecido e passado para o Senhor.

2.3. O CRISTÃO NÃO DEVE SER POBRE.

Os seguidores de Hagin enfatizam muito que o crente deve ter carro novo, casa nova (jamais morar em casa alugada!), as melhores roupas, uma vida de luxo. Dizem que Jesus andou no "cadillac" da época, o jumentinho. Isso é ingênuo, pois o "cadillac" da época de Cristo seria a carruagem de luxo, e não o simples jumentinho.

O QUE DIZ A BÍBLIA.

A Palavra de Deus não incentiva a riqueza (também não a proíbe, desde que adquirida com honestidade, nem santifica a pobreza); S. Paulo diz que aprendeu a contentar-se com o que tinha (cf. Fp 4.11,12; 1 Tm 6.8);

Jesus enfatizou que só uma coisa era necessária: ouvir sua palavra (Lc 10.42); Ele disse que é difícil um rico entrar no céu (Mt 19.23); disse, também, que a vida não se constitui de riquezas (Lc 12.15). Os apóstolos não foram ricaços, mas homens simples, sem a posse de riquezas materiais. S. Paulo advertiu para o perigo das riquezas (1 Tm 6.7-10)

3. CONFISSÃO POSITIVA.

É o terceiro ponto da teologia da prosperidade. Ela está incluída na "fórmula da fé", que Hagin diz ter recebido diretamente de Jesus, que lhe apareceu e mandou escrever de 1 a 4, a "fórmula".

Se alguém deseja receber algo de Jesus, basta seguí-la:

1) "Diga a coisa" positiva ou negativamente, tudo depende do indivíduo. De acordo com o que o indivíduo quiser, ele receberá". Essa é a essência da confissão positiva.

2) " Faça a coisa". "Seus atos derrotam-no ou lhe dão vitória. De acordo com sua ação, você será impedido ou receberá".

3) "Receba a coisa". Compete a nós a conexão com o dínamo do céu". A fé é o pino da tomada. Basta conectá-lo.

4) "Conte a coisa" a fim de que outros também possam crer". Para fazer a "confissão positiva", o cristão dever usar as expressões: exijo, decreto, declaro, determino, reivindico, em lugar de dizer : peço, rogo, suplico; jamais dizer: "se for da tua vontade", segundo Benny Hinn, pois isto destrói a fé.

Mas Jesus orou ao Pai, dizendo: "Se é da tua vontade...faça-se a tua vontade..." (Mt 26.39,42). "Confissão positiva" se refere literalmente a trazer à existência o que declaramos com nossa boca, uma vez que a fé é uma confissão" (Romeiro, p. 6).

IV - A VERDADEIRA PROSPERIDADE.

A Palavra de Deus tem promessas de prosperidade para seus filhos. Ao refutar a "Teologia da Prosperidade", não devemos aceitar nem pregar a "Teologia da Miserabilidade".

1. A PROSPERIDADE ESPIRITUAL.

Esta deve vir em primeiro lugar. Sl 112.3; Sl 73.23-28. É ser salvo em Cristo Jesus; batizado com o Espírito Santo; é ter o nome escrito no Livro da Vida; é ser herdeiro com Cristo (Rm 8.17); Deus escolheu os pobres deste mundo para serem herdeiros do reino (Tg 2.5); somos co-herdeiros da graça (1 Pe 3.7); devemos ser ricos de boas obras (1 Tm 6.18,19); tudo isso nos é concedido pela graça de Deus.

2. PROSPERIDADE EM TUDO.

Deus promete bênçãos materiais a seus servos, condicionando-as à obediência à sua Palavra e não à "Confissão Positiva".

2.1. BÊNÇÃOS E OBEDIÊNCIA. Dt 28.1-14. São bênçãos prometidas a Israel, que podem ser aplicadas aos crentes, hoje.

2.2. PROSPERIDADE EM TUDO (Sl 1.1-3; Dt 29.29; ). As promessas de Deus para o justo são perfeitamente válidas para hoje. Mas isso não significa que o crente que não tiver todos os bens, casa própria, carro novo, etc, não seja fiel.

2.3. CRENDO NOS SEU PROFETAS (2 Cr 20.20;). Deus promete prosperidade para quem crê na Sua palavra, transmitida pelos seus profetas, ou seja, homens e mulheres de Deus, que falam verdadeiramente pela direção do Espírito Santo, em acordo com a Bíblia, e não por entendimento pessoal.

2.4. PROSPERIDADE E SAÚDE (3 Jo 2). A saúde é uma bênção de Deus para seu povo em todos os tempos. Mas não se deve exagerar, dizendo que quem ficar doente é porque está em pecado ou porque não tem fé.

2.5. BÊNÇÃOS DECORRENTES DA FIDELIDADE NO DÍZIMO (Ml 3.10,11). As janelas do céu são abertas para aqueles que entregam seus dízimos fielmente, pela fé e obediência à Palavra de Deus.

2.6. O JUSTO NÃO DEVE SER MISERÁVEL. (Sl 37.25). O servo de Deus não deve ser miserável, ainda que possa ser pobre, pois a pobreza nunca foi maldição, de acordo com a Bíblia.

CONCLUSÃO.

O crente em Jesus tem o direito de ser próspero espiritual e materialmente, segundo a bênção de Deus sobre sua vida, sua família, seu trabalho. Mas isso não significa que todos tenham de ser ricos materialmente, no luxo e na ostentação. Ser pobre não é pecado nem ser rico é sinônimo de santidade. Não devemos aceitar os exageros da "Teologia da Prosperidade", nem aceitar a "Teologia da Miserabilidade". Deus é fiel em suas promessa. Na vida material, a promessa de bênçãos decorrentes da fidelidade nos dízimos aplicam-se á igreja. A saúde é bênção de Deus. Contudo, servos de Deus, humildes e fiéis, adoecem e muitos são chamados á glória, não por pecado ou falta de fé, mas por desígnio de Deus. Que o Senhor nos ajude a entender melhor essas verdades.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Livros Proféticos - O LIVRO DE ISAÍAS

O Nome: Isaías.
Este nome significa, A Salvação de Jeová.

O Autor do Livro.
1:1 diz que é Isaías. Ele escreveu outros livros também que não foram inspirados por Deus e que não estão na Bíblia. II Crônicas 26:22, 32:32.

A Família de Isaías.
Nada se sabe sobre seu pai, Amóz. Isaías era casado, e tinha dois filhos. 7:3, 8:3.

A Data da Vida e do Ministério de Isaías.
Profeta de Judá durante os reinados de Uzias, Jotão, Ezequias e Acaz. 1:1. 760-698 a. C.

O Caráter de Isaías.
Era homem leal a Deus, apesar da sua nação rebelde, cheio de ousadia no serviço de Deus, cheio de patriotismo, ternura, ampla compaixão, até com outras nações e nacionalidades, indignação violenta contra hipocrisia e irreverência por Deus.

O Fundo do Livro.
Ele viveu num tempo de muito pecado, rebelião, desonestidade, pobreza e riqueza um ao lado do outro e uma mistura de religião (Baal e Jeová). Israel caiu durane o ministério dele.

Esboço do Livro.
1. Oráculos de Punição e Restituição. 1-39.

Alternativo – Olhando para os Cativeiros.
(1). O Dia do Senhor e Judá. 1-6.
(2). O Dia do Senhor e Israel. 7-12.
(3). As Dez Sentenças Contra as Nações. 13-23.
(4). O Dia do Senhor e o Mundo Inteiro. 24-27.
(5). Os Seis Ais Sobre Jerusalém. 28-33.
(6). A Ira Final, Sião Restaurada. 34-35.
(7). Adendo Histórico à Parte Um 36-39.

2. Oráculos da Redenção e Consumação. 40-66.

Alternativo – Olhando para Além dos Cativeiros.
(1). A Supremacia do Senhor. 40-48.
O Senhor Supremo em Atributos. 40-41.
O Senhor Supremo na Redenção. 42-45.
O Senhor Supremo no Castigo. 46-48.

2. O Servo do Senhor. 49-57.
O Redentor e O Santo. 49-53.
Israel Restaurada - Cristo Reina. 54-55.
O Presente e O Apelo. 56-57.

3. O Desafio do Senhor. 58-66.
Em Vista dos Erros Presentes. 58-59.
Em Vista dos Grandes Eventos Futuros. 60-65.
Desafio, Promessa e Advertência. 66.

Autor: David Alfred Zuhars, Jr., Pr
Fonte: www.obreiroaprovado.com

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