sábado, 17 de julho de 2010

História Bíblica do AT - O DILÚVIO E O MUNDO

Gênesis 7:1-24

A geologia prova que houve um grande dilúvio sobre a terra. Muitos cientistas ateístas tentam confundir a discussão reivindicando "muitos dilúvios", "oceanos em movimento", "eras de gelo", etc.; todavia, a evidência de um grande dilúvio é incontestável. Ainda que possam desenterrar fósseis e datas especulativas, somente a Bíblia pode nos dizer o que aconteceu e como aconteceu.

Não deixe reivindicações de data, etc. arremessarem-no fora dessa área. Diferentes conteúdos químicos do solo, variações de chuva e uma dúzia de outras coisas alteram a deteriorização e a preservação de qualquer item soterrado, e isso, juntamente com outras complicações, torna impossível a datação.

O dilúvio teve lugar 1.656 anos depois da criação de Adão. Retornando a partir de hoje, foi há cerca de 4.220 anos. Foi extraordinário para a sociedade da época, pois eles nunca haviam visto chuva. Naturalmente, a chuva não era a única fonte de água. A Bíblia registra que as nascentes das profundezas foram rompidas. O propósito e o resultado do dilúvio eram de que toda a vida animal sobre a terra perecesse. Há alguma variação de opinião a respeito de quais formas de vida entraram na arca. O termo "ser rasteiro" significa répteis ou insetos. É minha opinião que a resposta repousa nas palavras: "toda a carne em que há espírito de vida". O ponto é que todos os tipos de vida que pereceram fora da arca como resultado do dilúvio foram preservados dentro da arca como resultado da graça.

Não é inesperado que as pessoas cujos corações eram somente maldade permaneceram fora da arca e perecerem apesar da pregação de Noé (II Pedro 2:5). O que é surpreendente é que o coração depravado de Noé e os corações de seus filhos e mulheres passaram a acreditar e trabalhar por cento e vinte anos, construindo uma arca. Isso é comparado apenas com o fato de que esse número imenso de animais foi levado para a arca dentro de um período de sete dias. Isso pode ser explicado apenas pelo fato de que Deus pode operar sobre o coração, a mente e o desejo de homens e animais da maneira como Ele escolhe.

As águas começaram a cair no dia exato em que a carga estava completa. Noé entrou na arca e Deus fechou a porta. O dilúvio atingiu a profundidade de 15 côvados (6,75 a 8,1 metros) acima do topo da montanha mais alta, e toda criatura vivente sobre a terra morreu. Foram 40 dias antes que a chuva parasse, 150 dias até que a água retrocedesse o suficiente para a arca não se mover, e um ano e dez dias até que Noé pudesse sair da arca.

PERGUNTAS - O DILÚVIO E O MUNDO

1. Quantos anos tinha Noé quando o dilúvio veio?
2. Por que Deus produziu um dilúvio?
3. Como Deus produziu o dilúvio?
4. Qual foi o objeto da ira de Deus?
5. Poucas, muitas ou todas as pessoas eram pecadoras?
6. Houve alguma pessoa divina viva naquele tempo?
7. Se havia ou se não havia, por quê?
8. As pessoas foram advertidas sobre o dilúvio?
9. Se sim, por quais meios?
10. Como sabemos a resposta para isso?
11. Quando tempo foi preciso para carregar a arca?
12. Que categorias de vida foram levadas para dentro?
13. Como Noé foi capaz de capturar todas essas?
14. Quantos anos tinham os filhos de Noé nessa época?
15. Em que ano, mês e dia da vida de Noé a chuva começou?
16. A chuva caiu durante quanto tempo?
17. A que profundidade a água chegou?
18. Quanto tempo se passou até que começasse a decair?
19. Qual foi o resultado disso fora da arca?
20. Quanto tempo Noé ficou na arca?



Autor: Pr. Forrest Keenr
Fonte: www.PalavraPrudente.com.br

História Bíblica do AT - A CONSTRUÇÃO E O ENCHER DA ARCA

Gênesis 6:8 - 7:16

Para todo estudante de ciência, o dilúvio é um fato facilmente demonstrado. Para todos os estudantes da Bíblia, a arca não é somente um fato, mas uma curiosidade maravilhosa. Não vamos supor que nenhum outro barco ou navio existiu na época de Noé. Podemos ter certeza, entretanto, que se eles existiram, não foi dada a ninguém a sobrevivência por meio deles.

A arca foi construída pela instrução precisa de Deus. Foi construída de madeira de gofer. Essa palavra significa "abrigar-se em". Assim, é uma madeira usada para construir. É considerada como a maior parte dos ciprestes. As dimensões da arca são dadas em côvados (1 côvado = 45 cm). Essa é a medida do topo do dedo até o cotovelo. As dimensões dadas para um côvado variam entre 45 e 54 centímetros. O comprimento do meu antebraço e de meus dedos é de 50 centímetros. Você conheceria muitas pessoas que variam de um extremo a outro. Lembre-se também de que houve gigantes naqueles dias. Que altura tinha Noé? A arca bem poderia ter sido maior do que imaginamos, mas usando uma figura de 45 centímetros, o que eu considero ser um mínimo absoluto, as dimensões da arca poderiam ter sido 135 metros de extensão, 22,50 metros de largura e 13,50 metros de altura. A janela é descrita somente como terminada em um côvado acima. Eu não acho que podemos esperar que isso seja um buraco quadrado de um côvado no telhado da arca, enquanto isso certamente não seria ar ou luz suficientes necessários para a vida. Eu, antes, acho que podemos esperar uma janela contínua de um côvado de altura em todo espaço ao redor da arca.

Pela providência divina, os animais vieram à arca até Noé, assim como pecadores foram convidados pelo pregador e, invisivelmente e efetivamente, chamados pelo Espírito Santo até Cristo. Em minha opinião, é por essa razão que não conhecemos nem as dimensões exatas da arca nem o número exato de animais dentro dela.

O número é explicado desta forma: de animais limpos... sete, o macho e sua fêmea, de aves... sete, e de animais não limpos... dois, o macho e sua fêmea. Agora, como você toma macho e fêmea por sete? A resposta mais lógica e casual é sete machos e sete fêmeas. Com esse pensamento, desejo que você considere essa possibilidade em Gênesis 7:9-16. "Entraram de dois em dois... macho e fêmea". Eu penso que o significado desse versículo é, de cada animal, dois machos e duas fêmeas. Leia-o cuidadosamente e pense sobre isso.

Em todo caso, a construção, o encher, a flutuação, a sobrevivência e o desembarque da arca são todos atos notáveis de Deus. O ateísmo, hoje, adoraria recusá-lo, mas evidências arqueológicas o proíbem.

PERGUNTAS - A CONSTRUÇÃO E O ENCHER DA ARCA

1. Por que a arca foi construída?
2. Quem deveria construí-la?
3. Como ele sabia construí-la, por que e como?
4. Quanto tempo ele teve para a construção?
5. De que ele deveria construir a arca?
6. Como ele deveria impermeabilizá-la?
7. Quais eram as dimensões da arca?
8. Quantos pavimentos teve?
9. Esses pavimentos tinham quartos?
10. Quantos quartos a arca tinha?
11. Quantas portas tinha?
12. Qual era a altura da janela?
13. Quanto tempo antes do dilúvio Noé começou a levar os animais para a arca?
14. Quantos animais limpos foram?
15. Quantas aves foram?
16. Quantos animais não limpos foram?
17. Quantas pessoas foram?
18. Quanto tempo choveu sobre a terra?
19. Quantos anos tinha Noé quando entrou na arca?
20. Quantos anos tinham seus filhos?



Autor: Pr. Forrest Keenr
Fonte: www.PalavraPrudente.com.br

História Bíblica do AT - A ESPÉCIE HUMANA SENTENCIADA À DESTRUIÇÃO

Gênesis 6:1-13

Vimos, nas lições anteriores, a criação do homem, sua queda e seu estado de caído. Vimos o progresso econômico e, ainda, a regressão espiritual. Não aprendemos apenas sobre a depravação do coração humano, aprendemos que houve uma progressão anti-Deus até o estado onde Deus proclamou que "toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente".

É nessa visão que encontramos Deus dizendo: "destruirei o homem que criei de sobre a face da terra". Este é o julgamento divino. "Deus disse". Este é o julgamento justo: "Toda vida corrompeu seu caminho". Este foi o julgamento oportuno: "que eu criei". Este foi o julgamento irresistível: "Eu destruirei".

Nunca veremos a beleza e a grandiosidade da graça até que vejamos a justiça do julgamento divino. Se nosso coração apaga-se em simpatia por aquela civilização incrédula, nossas mentes serão ocupadas com a questão: "Por que apenas oito salvos?". Por outro lado, se virmos aquelas pessoas como sendo brutas e absolutamente desprezíveis para que Deus foi gloriosamente justo ao destruir todos eles, então seremos preenchidos com louvor quando dissermos "Mas Noé encontrou graça nos olhos do Senhor".

Outra grande verdade que devemos observar é que toda a relação de Noé com Deus foi um resultado da graça divina sem igual. Sua posição como "um homem justo" e sua conduta, "Noé caminhou com Deus", são ambas produtos da graça divina, e não a causa daquela graça. Alguém deve dizer: "Mas a Bíblia refere-se a Noé como perfeito". Não, não se refere. Refere-se a ele como perfeito em suas gerações. Isso diz respeito à sua genealogia, não ao seu caráter (vs.9). Gênesis 5 e os versículos 9 e 10 de Gênesis 6 nos devem relacionar "as gerações de Noé". Nisso Noé é dito perfeito, não em sua conduta ou caráter.

Desse modo, devemos ver Noé como alguém que devia receber o julgamento e ira justa de Deus, assim como o resto de sua raça. Ele mereceu ser destruído tanto quanto eles, mas achou graça.

O julgamento da condenação eterna passou sobre todos da raça de Adão pois todos pecaram (Romanos 5:12). Cada um de nós que foi salvo e todo aquele que será salvo é exatamente como Noé. Merecíamos a condenação. O julgamento justo de Deus foi passado sobre nós e nada, exceto a vida, que é como um vapor que desvaneça, manteve-nos fora do inferno. Mas Deus escolheu mostrar-nos a graça e revelar-se a Si mesmo entre nós por meio de Sua Palavra e de Seu Espírito. Paulo fala deste modo de nós em Efésios 2:3-5, como "os filhos da ira, como os outros também. Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia... nos vivificou juntamente com Cristo".

PERGUNTAS - A ESPÉCIE HUMANA SENTENCIADA À DESTRUIÇÃO

1. Qual foi o problema marital de Gênesis 6:1-2?
2. Quando esse problema começou?
3. O Espírito Santo estava afligindo o homem nesse ponto?
4. Deus advertiu em palavra antes de pronunciar Seu julgamento?
5. Deus é obrigado a advertir ou dar oportunidade para arrependimento?
6. Deus deu à espécie humana um tempo de graça?
7. Se sim, Ele advertiu pela palavra durante esse tempo?
8. Deus poderia estar falando para um homem em Gênesis 6:3?
9. Ele poderia estar dando ao homem uma mensagem de advertência ali?
10. Se sim, explique o homem, a mensagem e a advertência.
11. O que o Novo Testamento assim nos informa (se há alguma informação)?
12. Quais foram os objetos da destruição de Deus?
13. Quais foram os meios e o método da destruição?
14. É correto para nós sentir pesar por aquelas pessoas?
15. Em algum sentido isso foi injusto?
16. Noé era um homem de bom caráter?
17. Essa foi a razão para Deus tê-lo preservado?
18. Noé mereceu morrer com o restante?
19. Por que foi justo para Deus salvá-lo e não a todos?
20. Quantas pessoas Deus escolheu salvar do dilúvio?



Autor: Pr. Forrest Keenr
Fonte: www.PalavraPrudente.com.br

História Bíblica do AT - A DESCENDÊNCIA ESPIRITUAL PRESERVADA

Gênesis 4:25 - 6:8

Na lição anterior, vimos muito brevemente a história da descendência de Caim. Vimos lá o detalhe das profissões, etc., envolvidas em sua primeira civilização. Na linhagem que vai de Sete a Noé, reuniremos alguns detalhes da história da Bíblia que não podem ser encontrados em nenhum outro lugar.

Note, primeiro, que Sete nasceu no lugar de Abel. Quando você lê a linhagem de Jesus Cristo (através de Maria, de quem Ele recebeu sua humanidade), você o encontra traçado pela geração direta de David, Abraão, Noé e Sete, até Adão. Há algumas coisas muito interessantes e importantes para aprender sobre o povo de Sete a Noé; incluindo Adão e Noé, isso envolve dez gerações. Desses homens, Maalalel viveu oitocentos e noventa e cinco anos. Lameque, pai de Noé (não deve ser confundido com o Lameque de Gênesis 4:19), deve ter vivido apenas setecentos e setenta e sete anos. Enoque foi transladado na idade de trezentos e sessenta e cinco, e os outros sete homens viveram mais de novecentos anos. O tempo total estendido da criação de Adão até o dilúvio foi de mil seiscentos e cinqüenta e seis anos.

Não façamos o erro de imaginar que a descendência de Sete foi uma linhagem divina e que eles não estiveram entre aqueles seres descritos em Gênesis 6:5. Deus preservou uma semente dentro dessas dez gerações e essa semente foi preservada pela graça. O restante da geração de Sete foi descrito em Gênesis 6:5 e foi destruído no dilúvio.

Penso ser esta a família referida em Gênesis 6:2 como os filhos de Deus. Muitos pensam que isso se refere a anjos caídos. Discordo por muitas razões, não sendo a menor delas o fato de que o dilúvio ocorreu para destruir "o homem" (Gênesis 6:5-7) e a destruição foi sobre "tudo em que há espírito de vida" (Gênesis 6:17). Nenhuma dessas categorias de julgamento parece pertencer ou estar diretamente ligada a anjos, caídos ou não.

O que a Bíblia nos ensina através dessa linha de homens é que, quando Adão caiu, toda a sua descendência caiu com ele e nele. Não fosse pela preventiva graça de Deus, todos eles teriam seguido o caminho de Caim. Deus, entretanto, em sua maravilhosa graça e determinação de gerar Cristo na plenitude dos tempos, preservou uma semente espiritual. Mesmo a semente espiritual foi só má continuamente nos pensamentos e na imaginação de seus corações (Gênesis 6:5; 8:21).

A manifestação do julgamento em Gênesis 6:7 foi sobre todos os homens, e isso incluiu Noé, seus filhos, suas mulheres e também toda vida animal. O conjunto de nossa existência e salvação é hoje descrito nessas palavras: "mas Noé encontrou graça".

PERGUNTAS - A DESCENDÊNCIA ESPIRITUAL PRESERVADA

1. Quem é o terceiro filho de Adão, cujo nome a Escritura registra?
2. Para qual propósito Eva diz que Deus o deu?
3. Quantas gerações houve antes do dilúvio, incluindo Adão?
4. Qual foi a proposta divina para a linhagem espiritual?
5. Quantos homens viveram mais de novecentos anos?
6. Aponte aqueles que morreram em uma idade menor antes do dilúvio.
7. Quem teve a menor vida terrestre registrada antes do dilúvio?
8. Abel poderia ter possivelmente vivido mais do que Enoque antes de Caim o matar?
9. Quantos dos antepassados de Noé nomeados aqui morreram no dilúvio?
10. Qual deles foi o último a morrer antes do dilúvio?
11. Quem é o homem mais velho do mundo já registrado?
12. Quem são o segundo e o terceiro mais velhos?
13. Quanto tempo antes do dilúvio Matusalém morreu?
14. Algum dos antepassados de Noé foi profeta?
15. Os antepassados de Noé eram muito diferentes de seus filhos?
16. O que Noé e Enoque tiveram em comum?
17. Que revelação Deus deu a Noé?
18. Deus escolheu Noé ou ele foi voluntário?
19. Por que Deus escolheu Noé?
20. A caminhada de Nóe com Deus foi uma causa ou um efeito?



Autor: Pr. Forrest Keenr
Fonte: www.PalavraPrudente.com.br

História Bíblica do AT - O PROGRESSO ECONÔMICO DO HOMEM

Gênesis 4:1-24; 6:1-5

O ensino da "ciência moderna", falsamente assim chamada, assegurar-nos-ia que o homem evoluiu da postura, aparência e mentalidade de animais. Foi-nos dito que há todos os tipos de evidências de que ele progrediu através de muitos estágios de grunhido, alimentação de carne crua, transporte com eixos de pedra, criaturas com habitação em cavernas.

De tempo em tempo, algum escavador de ouro muito ambicioso encontra outro dente de porco, osso do pé ou uma sepultura indiana, asseguram-nos que, finalmente, a "evidência real", que eles sempre souberam estar lá, foi encontrada. Para nenhum estudante objetivo de ciência, a Bíblia fará mais sentido e alcançará maior coesão, histórica e cientificamente, do que qualquer coisa acessível a ele.

Não nego que o homem tenha vivido em cavernas, usado instrumentos de pedra, comido carne crua, bebido sangue, agido como macacos e cheirado como símios. Todas essas coisas ainda são feitas em várias partes do mundo. Nego, entretanto, que esses estilos de vida tenham sido estágios de uma luta ascendente pela vida. Esses são, todos, eventos na história de uma criação caída.

O fato é que tanto a Bíblia quanto a ciência indicam civilizações muito sofisticadas tão antigas quanto o homem. Muito pouco é falado sobre isso porque o homem ainda está mascarando a evidência, para tentar contestar Deus, mas o encanamento antigo é quase tão abundante quanto os eixos antigos de pedra. Depende apenas de onde você quer escavar ou que tipo de data você quer afirmar.

Adão foi o primeiro homem sobre a terra. Ele foi criado há cerca de seis mil anos por um ato direto de Deus. Seu primeiro filho construiu uma cidade (Gênesis 4:17). Dentro de oito gerações de Adão, encontramos pecuaristas, músicos e artesãos de ferro e metal. Isso deveria ensinar que o homem, já naquele tempo, domesticou animais, construiu tendas, edificou construções, produziu ferro e bronze, projetou e fez instrumentos musicais, etc. As pessoas dessa civilização são descritas em Gênesis 6:4 como "homens de fama".

Estou muito certo de que Adão foi criado com todas as faculdades mentais que temos hoje. Isso não quer dizer que eles tinham as invenções que os homens obtiveram presentemente. Isso quer dizer que o quociente de inteligência deles era igual ou provavelmente superior do que o nosso hoje.

O ponto é que Deus criou o homem no auge da inteligência e da integridade, e o homem, por meio da transgressão, caiu em um ponto muito baixo de depravação. Nas palavras de Salomão, "Deus fez ao homem reto, porém eles buscaram muitas astúcias" (Eclesiastes 7:29). Todo progresso que o homem fizer social, moral ou economicamente estará direta ou indiretamente relacionado à graça de Deus.

PERGUNTAS - O PROGRESSO ECONÔMICO DO HOMEM

1. Há cerca de quanto tempo o homem foi criado?
2. Quem foi o filho mais velho de Adão?
3. O que provocou Caim a matar seu irmão?
4. Que influência o assassínio de Abel teve onde Caim viveu?
5. Adão e Eva tiveram outros filhos quando Abel foi morto?
6. Eles depois tiveram um filho que consideraram especial?
7. Caim foi um habitante da caverna?
8. Caim viveu a vida de um eremita?
9. Quantas gerações da descendência de Caim foram registradas?
10. Quantas gerações, na linha sangüínea de Caim, foram registradas do dilúvio até Adão?
11. Como você presume as idades desses homens, comparada com aqueles da linha espiritual?
12. A linhagem de Adão era mentalmente ou fisicamente superior à de Sete?
13. Havia artes e ofícios naquela civilização?
14. Aquela civilização era muito diferente da nossa?
15. Se sim, aponte todas as diferenças que você puder.
16. Quem cometeu a primeira poligamia já registrada?
17. Quem cometeu o segundo assassínio já registrado?
18. Caim foi odiado por sua descendência por ter matado Abel?
19. O segundo homicídio foi diferente do primeiro?
20. Há evidência a favor, ou contra, o fato de essas pessoas serem primitivas e ignorantes?



Autor: Pr. Forrest Keenr
Fonte: www.PalavraPrudente.com.br

História Bíblica do AT - NASCIMENTO E DEPRAVAÇÃO HUMANA

Gênesis 4:1-26

No capítulo três do Livro do Gênesis, vemos o pecado e a queda da espécie humana. No capítulo seguinte, vemos o primeiro nascimento e o fruto do homem e da mulher caídos.

Vemos, aqui, dois homens e dois acessos a Deus. Naturalmente há Abel (o segundo nascimento), que faz uma oferenda que confessa o pecado e pede o perdão através de Cristo (Hebreus 11:4). Entretanto, nesta lição, direcionaremos nossa atenção para o conteúdo desse capítulo da Escritura. Isso é, obviamente, a ação de Caim e sua descendência.

Se psicólogos modernos lessem essa passagem e acreditassem nela, rir-se-iam de si mesmos por sua insensatez. Falo de sua constante busca por causas subjacentes aos atos de perversão e violência do homem.

A natureza da conduta de Caim é um perfeito esboço para a história do homem caído. Primeiro, ele se aproximou de Deus como se ele mesmo fosse Deus, movendo-se contrário à revelação de que ele deveria vir como um pecador, por sacrifício de sangue. Em segundo lugar, ele se irou com Deus quando Ele não aceitou sua oferenda. Desse modo, Caim estava assumindo o lugar que o Diabo prometeu a Eva: "como deuses, reconhecendo bem e mal". É esta ira e esta animosidade em relação a Deus que fazem o homem odiar seu irmão; assim, Caim matou seu próprio irmão. Esse avanço, ou regresso, para as profundezas do pecado e do crime não surge através de uma longa linha de abusos parentais e doenças mentais herdadas: isso flui de um coração humano depravado em uma única geração. Problemas hereditários devem intensificar e complicar o problema, mas a causa é, claramente, um resultado de um coração humano caído e degradado (Mateus 15:19).

Não vemos apenas depravação, mas, em Caim, impenitência. Sua primeira resposta para seu crime não foi o arrependimento, mas ele mentiu para Deus (vs. 9). Lamentou diante de Deus em relação à sua punição (vss.13-14). Ainda não o vemos implorando a Deus por piedade e perdão, mas ele, antes, abandona a presença e o conselho de Deus (vs. 16).

Finalmente, vemos na descendência de Caim a continuação do seu exemplo egoísta e incrédulo. Houve poligamia (vs. 19) e mais assassínio (vs. 23). Notaremos que esses homens não mentalmente impotentes, eram edificadores (vs. 17), pecuaristas (vs. 20), músicos (vs. 21), artesãos (vs. 22). Observaremos a causa parentética da substituição da descendência espiritual (Gênesis 4:25 - 5:32). Então, vemos o recomeço e a descrição da descendência de Caim em Gênesis 6:1-7. Eles são descritos deste modo: casaram-se como escolheram (Gênesis 6:2), toda a imaginação de seu coração era somente e continuamente o mal.

PERGUNTAS - NASCIMENTO E DEPRAVAÇÃO HUMANA

1. Quem foi o primeiro homem nascido?
2. Quem foi o segundo homem nascido?
3. Eles poderiam ser gêmeos?
4. Abel foi um pecador?
5. O que o fez diferente de Caim?
6. Esses dois irmãos acreditavam em Deus?
7. Quais foram as ofertas de cada um deles?
8. Qual passagem da Bíblia explica a oferta de Abel?
9. Deus deu a Caim uma segunda chance para que ele oferecesse devidamente?
10. Caim discutiu esse problema com seu irmão?
11. Que coisa terrível fez Caim?
12. Caim estava ciente de que isso era pecaminoso?
13. Deus discutiu com Caim sobre isso?
14. Caim confessou que estava errado?
15. Ele admitiu que Deus estava certo em puni-lo?
16. A vida de Caim esteve em perigo?
17. Circunstâncias atenuantes motivaram o ato de Caim?
18. Quem construiu a primeira cidade?
19. Qual foi o nome do primeiro filho de Caim?
20. Esses homens tornaram-se melhores assim como se tornaram sábios?



Autor: Pr. Forrest Keenr
Fonte: www.PalavraPrudente.com.br

História Bíblica do AT - O PRIMEIRO DERRAMAMENTO DE SANGUE

Gênesis 3:14-24; Hebreus 10:1-10

Na criação e na incumbência original de Deus para o homem, a morte não é vista. Ela é mencionada apenas como uma advertência condicional. "No dia em que dela comeres, certamente morrerás". É com e pelo pecado que a morte veio ao mundo.

É igualmente importante ver que a primeira morte, tanto dos animais quanto dos homens, não foi "natural", mas violenta. O sangue deles foi derramado. O derramamento de sangue é um fato temido da vida em todo lugar. Todos os animais não predadores ficam muito excitados e descontrolados com o cheiro de sangue, especialmente de sua própria espécie. Os homens são naturalmente adversos à idéia de derramamento de seu sangue e a Bíblia é bastante eloqüente sobre o mal do derramamento de sangue.

Apesar de tudo isso, aprendemos que foi Deus quem primeiro derramou sangue. Em Gênesis 3:21, lemos que Ele fez túnicas de peles para Adão e Eva. É óbvio que Deus providenciou essas peles matando animais, e o padrão de sacrifício animal do Velho Testamento certamente poderá sustentar essa conclusão. Assim, a questão que nos encara é: "Por que Deus matou os animais? Por que o derramamento de sangue?"

Quando Adão pecou, não apenas ele, mas sua esposa, toda a sua descendência e a criação inteira (a terra e todos os seus habitantes) foram afastados de Deus. Essa alienação e a sua rebelião afetaram os animais, assim como os homens, o que pode ser facilmente visto pelo fato de que os animais, que deveriam comer apenas ervas (Gênesis 1:30), agora comeram uns aos outros. Adão não estavam em comunhão com Deus. Estava com medo. Sentiu a sua nudez e a ira iminente de Deus sobre ele (Gênesis 3:7-8). Seguindo isso, em Gênesis 3, vemos o pronunciamento do julgamento de Deus e de todas as penalidades do pecado. Mas, no meio desse julgamento, vemos um ato de Deus (fez túnicas de pele) para prover uma necessidade do homem (e eu estava com medo, por que eu estava nu; e eu me escondi). Agora, essa foi uma atividade encerrada em si mesma ou isso teve um significado mais profundo?

De acordo com Hebreus 10 e muitas outras Escrituras, esse primeiro derramamento de sangue teve um significado mais profundo e mais maravilhoso. Vemos que os sacrifícios de sangue tiveram uma relação com a purificação do pecado (Hebreus 10:1-2). Aprendemos que o sangue de touros e bodes não podem tirar os pecados (Hebreus 10:4). Então, aprendemos que o sangue de Cristo de fato tira o pecado (Hebreus 10:10; 13:12). Agora, com essas duas verdades opostas em mente, retorne a Hebreus 10:1 e você verá a proposta de Deus ao sacrificar os animais (derramando seu sangue) e todo sacrifício do Velho Testamento. Foi para testemunhar (em símbolo) o sacrifício reconciliador de Cristo.

PERGUNTAS – O PRIMEIRO DERRAMAMENTO DE SANGUE
1. A morte era parte da criação original?
2. Quem foi o instigador da morte?
3. Quando Adão se sentiu separado de Deus?
4. Aponte duas coisas que Adão fez motivado por seu medo.
5. Isso ajudou Adão a não sentir medo?
6. Adão estava realmente escondido de Deus?
7. Adão aceitou a culpa por seu pecado?
8. O que Deus providenciou para cobrir a nudez de Adão e Eva?
9. Como devemos compreender que isso foi feito?
10. A Bíblia descreve alguma diferença na roupa que Deus fez para o homem e a mulher?
11. O valor das peles era real ou simbólico?
12. Deus tinha o direito de matar os animais?
13. Aponte algumas formas más de derramamento de sangue.
14. Apenas o homem derramou sangue? Explique.
15. O sangue dos animais tirou o pecado de Adão?
16. Os sacrifícios do Velho Testamento ajudaram a tirar o pecado?
17. Algum desses sacrifícios estava relacionado à purificação do pecado?
18. O que realmente tira o pecado?
19. Como o sangue de Jesus está relacionado aos sacrifícios do Velho Testamento?
20. Como as mortes no jardim e sobre a cruz estão relacionadas à reconciliação?



Autor: Pr. Forrest Keenr
Fonte: www.PalavraPrudente.com.br

História Bíblica do AT - A MALDIÇÃO SOBRE O HOMEM E SEU DOMÍNIO

Gênesis 3:14-24; Romanos 5:12-21

A maldição do pecado que repousa sobre o homem hoje é, provavelmente, a influência mais abrangente que já observamos em ação. Essa maldição é imposta em duas direções. Há aquilo que podemos chamar de resultado simples. Quando o homem pecou, Deus não o matou, ele morreu. Por outro lado, através dos séculos, a Bíblia registra que Deus tem positivamente matado multidões de pessoas pelo pecado.

A morte não é a única penalidade imposta. Houve uma maldição sobre a vida animal (Gênesis 3:14). A serpente foi amaldiçoada da pior maneira, mais do que todo o gado e todas as bestas, mas, é claro, eles também foram amaldiçoados, se ela foi amaldiçoada mais do que eles.

Sobre a mulher, houve a maldição da tristeza e dor ao dar a luz os seus filhos (Gênesis 3:16). Houve também a desgraça de ser dominada por um homem caído. A liderança e o reino do homem podem ser uma benção quando ele conduz a si mesmo bem. Mas ele governa sobre a mulher e o desejo dela está sujeito a ele, igualmente quando ele é mal ou bom. As direções de movimentos como "A liberação das mulheres" estão todas erradas, mas mesmo que estivessem corretas, estão sentenciadas a falharem. Essa maldição foi imposta por Deus e o homem (ou a mulher) nunca poderão se livrar dela.

Houve também a maldição sobre a própria terra (Gênesis 3:17-19). À medida que o homem come do fruto da terra, deve trabalhar para isso. Deve comer dela com sofrimento (Gênesis 3:17) e no suor de seu rosto (Gênesis 3:19). Já que, ao que parece, antes da queda, o homem apenas lavrou o jardim o qual produziu tudo para ele (Gênesis 2:8-15), mas, depois da queda, o jardim o repeliu, produzindo espinhos e cardos (Gênesis 3:18).

Ainda mais houve a imposição da morte física sobre Adão e toda a sua descendência (Gênesis 3:22-24). Parece que o homem, por comer da árvore da vida (Gênesis 2:9; Gênesis 3:22), poderia ter vivido para sempre. Naturalmente, Deus não era e não é desejoso para o homem viver para sempre nesse estado horrível de pecado. Conduziu então o homem para fora do jardim, proibindo-lhe o acesso à árvore da vida, e colocou querubins (guardas angelicais) na entrada do jardim para manter o homem fora.

Dentre todas essas maldições terríveis, a pior delas ainda não foi mencionada. Essa é, obviamente, a separação eterna de Deus e uma condenação exacerbada no abismo do inferno. Essa não é a primeira morte, que Adão morreu no jardim e na qual todos nós existimos. É a segunda morte, que vem sobre todos cujos nomes não estão escritos no livro da vida (Apocalipse 20:15). Dessa maldição não há libertação. Oh, quão longe o homem caiu!

PERGUNTAS
1. Parte da maldição foi imposta por Deus?
2. Parte dela é um simples resultado do pecado?
3. Isto significa que isso não foi proposto por Deus?
4. Deus já matou pessoas?
5. Deus tem o direito de tomar nossas vidas?
6. Deus matou Adão (espiritualmente) (fisicamente)?
7. Deus impediu Adão de continuar a viver?
8. Quais são as duas maldições que foram impostas sobre a mulher?
9. Isso significa que o homem tem o direito de governar a mulher como lhe agrada?
10. Deus ainda amou Adão e Eva?
11. A maldição afetou a vida animal?
12. Se sim, aponte algumas maneiras em que isso ocorre.
13. Qual dos animais foi mais amaldiçoado?
14. Qual foi uma dessas maldições?
15. Qual efeito isso teve sobre a vida vegetal - se houve?
16. Isso afetou o solo? Se sim, como?
17. Deus queria que o homem continuasse vivo?
18. Deus o impossibilitou disso?
19. Qual é a pior coisa na maldição?
20. Em que sentido, se há algum, esse é o desejo de Deus?



Autor: Pr. Forrest Keenr
Fonte: www.PalavraPrudente.com.br

História Bíblica do AT - A QUEDA DO HOMEM

Gênesis 3:1-24

Deus fez Adão em sua própria imagem espiritual. Isso quer dizer que Adão era uma criatura com autoridade, habilidade e vontade. Deus deu-lhe domínio sobre toda a terra. Deus então ordenou à terra que ela se submetesse a Adão, e ele criou o reino animal, que o reverenciou e o obedeceu. Adão, entretanto, não era soberano nessas coisas como é Deus. Ele, antes, tinha uma posição de responsabilidade para com Deus.

Parece-me que a ordem em, Gênesis 1:28, para povoar (encher) a terra e subjugar (dominar) foi uma instrução para que Adão submetesse seu domínio a Deus. Ele não deveria ter domínio soberanamente como Deus, reconhecendo (discernindo por si mesmo) bem e mal, decidindo por si mesmo o que poderia e o que não poderia, o que deveria e o que não deveria fazer. Deveria, antes, reinar de modo submisso, sob Deus, obedecendo as normas e as restrições colocadas sobre ele por seu criador soberano. Ao homem foi dada a habilidade para comer de todas as árvores do jardim, mas a responsabilidade de não comer de uma delas.

O Diabo, seja como serpente ou através dela, iludiu Eva. Ela comeu e deu para seu marido, e ele comeu do fruto proibido. Podemos apenas conjeturar sobre porque Adão comeu o fruto que sua esposa lhe ofereceu (tratarei disso mais tarde), ou sobre o que poderia ter acontecido com ele ou ela para que ele recusasse a tentação dela. Sabemos, entretanto, o resultado do fato de ele ter comido.

Ele exercitou capacidade contrária à sua responsabilidade. Adão, na verdade, declarou guerra à justiça de Deus por decidir por ele e exigir dele. Conseqüente e certamente, assim como o soberano criador espera, a criatura deve cair e, de fato, o faz. É improvável que algum homem já tenha sabido quão longe ele realmente caiu.

Como o pai da raça humana, Adão levou toda a sua descendência consigo. Em Adão vivemos, em Adão morremos (Romanos 5:15; I Coríntios 15:22). A morte espiritual tomou lugar em Adão imediatamente e toda a sua descendência nasce espiritualmente morta. Não apenas isso, mas também como julgamento sobre seu pecado, e para impedir a perpetuidade desse estado terrível, Deus pronunciou e impingiu a morte física sobre Adão e sua prole.

Isso não é tudo. Perdeu-se todo a harmonia em todo o domínio de Adão. É no âmbito dessa queda que as mulheres desobedecem a seus maridos, os filhos a seus pais, que os animais temem, atacam e aprisionam a si mesmos e ao homem. Essa é a causa de toda doença, deformidade e imperfeição nos homens, animais e plantas. Deus viu sua criação e ela era muito boa (Gênesis 1:31). Tudo nessa criação que hoje não é bom é resultado, tanto direta quanto indiretamente, do pecado e da queda de Adão.

PERGUNTAS - LIÇÃO 7

1. À imagem de quem Adão foi feito?
2. Isso significa que Adão se parecia com Deus?
3. O que isso significa?
4. Adão tinha autoridade sobre a criação?
5. Havia uma limitação sobre essa autoridade?
6. Qual era sua responsabilidade positiva?
7. Ele teve autoridade e responsabilidade para executá-la?
8. Quem motivou Adão a se rebelar?
9. Adão era mais sábio do que sua mulher?
10. Qual foi a rebelião de Adão?
11. Ele foi advertido de quais penalidade e resultado?
12. Isso foi executado imediatamente ou mais tarde?
13. A queda de Adão afetou Eva? Se sim, como?
14. A queda de Adão afetou seus filhos? Se sim, como?
15. A queda de Adão afetou os animais? Se sim, como?
16. A queda de Adão afetou as plantas? Se sim, como?
17. O homem ainda tem domínio sobre a criação?
18. O homem tem habilidade para executar sua responsabilidade hoje?
19. A falta de habilidade muda a responsabilidade?
20. A salvação nos restitui ao estado de Adão


Autor: Pr Calvin Gardber
Fonte: www.obreiroaprovado.com

História Bíblica do AT - O SEXTO E O SÉTIMO DIAS

Gênesis 1:31 - 2:3; Êxodo 20:8-11

"E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã, o dia sexto".

Deixe-me, primeiro, chamar atenção para o uso permutável das palavras "criado" e "feito" em Gênesis, 1 e 2. Muitos fazem uma grande discussão sobre o fato de "criar" e "fazer" ou "criado" e "feito" serem palavras com raízes diferentes. Deste modo, reivindicam que a criação dos céus e da terra (Gênesis 1:1) e a formação do sol, da lua e das estrelas, em Gênesis 1:16, são dois atos de tipos diferentes. Sobre essa opinião, construíram todos os tipos de conclusões incorretas. Se Gênesis 1:1 e Gênesis 1:16 indicam atos de naturezas diferentes, assim também acontece com Gênesis 1:26, 1:27 e inúmeros outros versículos. Essas palavras, embora com raízes diferentes no hebraico e no inglês, significam o mesmo em ambas as línguas e devem ser consideradas permutáveis.

Agora, observemos o sexto e o sétimo dias. Em Êxodo 20:9-10, Deus disse a Israel que fizessem todo o seu trabalho em seis dias e descansassem no sétimo. Ninguém tem a menor dúvida de que isso significa dias com 24 horas, mas muitos pensam que os dias da criação eram dias que duravam mil anos. Certamente não têm nenhuma idéia da Bíblia. II Pedro 3:8, de modo não concebível, ensina tal coisa. E qualquer um que pensa que Êxodo 20:9-10 está falando de um tipo de dia e o versículo seguinte, sem nenhuma explicação, fala de outro tipo de dia, está acusando a Bíblia de obscuridade deliberada, se não de loucura. O termo maneja bem a palavra em II Timóteo 2:15 significa (pela definição da palavra grega) "cortar uma linha reta ou explicar corretamente", não segmentar a Bíblia em pequenos pedaços agradáveis, que não significam nada.

Outra área de entendimento que esses versos deveriam produzir concerne à "teoria do gap ou brecha". Eu me refiro aqui à idéia de que a criação em Gênesis 1:1 inclui céus originais, terra e seres angelicais. A "teoria do gap" defende que isso foi seguido por um "tempo vazio" (gap) indeterminável entre os versículos um e dois, afirma um julgamento e um re-preenchimento da terra. Em minha opinião, a Escritura considerada abertamente faz essa idéia absolutamente proibida.

Êxodo 20:11 diz: "em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há". Esse versículo coloca a criação do céu e da terra dentro de seis dias. Gênesis 1:31 e Gênesis 2:1 nos conduzirão para exatamente a mesma conclusão. Observe que Gênesis 2:1 diz: "os céus, a terra e todo o seu exército".

O sétimo dia (descanso) foi uma cessação de todo o trabalho da parte de Deus, proclamando a perfeição e a completude daquilo que Ele fez nos seis dias.

PERGUNTAS - LIÇÃO 6

1. Quantos dias foram gastos na criação?
2. O que Deus fez no sétimo dia?
3. Deus ordenou a Adão que descansasse no sétimo dia?
4. Deus ordenou a Noé que fizesse o mesmo?
5. Quando e para quem Deus deu essa ordem?
6. A Bíblia indica que tudo foi criado dentro de seis dias?
7. A Bíblia indica que esses dias duravam mais do que 24 horas?
8. A Bíblia indica a duração deles?
9. Qual Escritura é utilizada com freqüência para defender os dias de 1000 anos?
10. Você pode explicar por que isso está incorreto?
11. A Bíblia diz que Deus criou o homem?
12. A Bíblia diz que Deus fez o homem?
13. A Bíblia diz que Deus criou o céu e a terra?
14. A Bíblia diz que Deus fez o céu e a terra?
15 Isso é uma contradição? Se não, por quê?
16. Deus criou os exércitos do céu dentro do período de seis dias?
17. A Bíblia coloca claramente a criação de Gênesis 1:1 dentro do período de seis dias?
18. Deus comparou os dias de trabalho e de descanso de Israel aos seus?
19. O descanso de Deus significa que Ele se recompôs do cansaço?
20. Deus ficou satisfeito com sua criação?


Autor: Pr Forrest Keener
Fonte: www.obreiroaprovado.com

História Bíblica do AT - A CRIAÇÃO DO HOMEM

Gênesis 1:26 - 2:25

A origem do homem tem sido um assunto proeminente para discussão ao longo de muitos séculos. Provas científicas e registros históricos são ambos impossíveis, a menos que aceitemos a revelação divina. Nenhuma outra criatura escreve a história do homem e, exceto se aceitarmos a história que Deus nos deu em Sua palavra, constataremos que todo registro histórico cai um pouco longe do registro da origem. Há, basicamente, apenas duas opiniões em relação a essa origem. Uma é de que o homem originou-se através de algum processo de evolução; a outra, de que Deus o criou assim como proclamam os capítulos um e dois dos Gêneses.

O esquema evolucionário divide-se em duas filosofias. A primeira é a evolução aleatória. Isto é, aquela mudança direta sem causa ou propósito, uma forma de vida tornou-se outra até que o homem finalmente evoluiu. Uma idéia como essa é totalmente não científica sob, no mínimo, três aspectos básicos. Primeiro, nenhuma razão, causa ou propósito podem ser dados para isso. É um efeito sem causa e um projeto sem projetista. Em segundo lugar, o tempo matematicamente necessário para o processo aleatório teorizado não decorreu mesmo pelas mais extensas estimativas de idade da terra. Em terceiro lugar, não temos nenhuma evidência real da existência passada ou presente de qualquer processo de evolução que trouxe uma forma de vida a partir de outra. A outra filosofia é de que a criação divina através da evolução ainda necessitava de mutação, e tem todos os problemas da primeira filosofia evolucionária.

Por outro lado, nossa Bíblia nos dá uma afirmação consistente para responder sobre a origem e a existência do homem.

Deus propôs: "Façamos o homem". Deus designou: "à nossa imagem". É o propósito de Deus que pôs o homem aqui, o mantém aqui e acabará com sua residência no tempo próprio de Deus.

É preciso entender que "à imagem de Deus" não significa físico, pois Deus não é físico, mas Espírito. Significa, simplesmente, semelhança de Deus no sentido de ter iniciativa, propósito e domínio. Não se diz que nenhuma outra criatura de Deus tem domínio sobre alguma outra criatura. Observe que ao homem foram dados o domínio (Gênesis 1:26) e a responsabilidade para reinar (Gênesis 1:28). A responsabilidade de Adão para subjugar a terra foi uma delegação para que conduzisse seu domínio em sujeição a Deus. É perfeitamente consistente que os homens que gostariam de subjugar essa criação a si mesmos, antes do que subjugar a Deus, neguem a criação divina e, deste modo, o domínio divino.

PERGUNTAS - LIÇÃO 5

1. Em qual capítulo da Bíblia nos diz mais sobre a criação do homem?
2. À semelhança de quem o homem foi criado?
3. O homem deveria ter domínio sobre o quê?
4. Qual era a responsabilidade do homem na terra?
5. O que significa a palavra povoar?
6. O que foi dito para ao homem que comesse?
7. O que os animais deveriam comer?
8. Quanto tempo Deus levou para fazer as coisas?
9. O que Deus fez no sétimo dia?
10. Isso significa que ele estava cansado?
11. Deus criou o homem a partir de quê?
12. Deus criou a mulher a partir de quê?
13. Que lugar Deus cedeu ao homem para esse morar?
14. Onde o jardim do Éden obteve sua água?
15. Qual a diferença entre o alimento do homem e dos animais?
16. O que o homem não deveria comer?
17. Quem deu nome aos animais?
18. Em que dia ele os nomeou?
19. O que não foi bom em relação à afirmação da existência do homem, no sexto dia?
20. Deus fez o homem e a mulher no mesmo dia?


Autor: Pr Forrest Keener
Fonte: www.obreiroaprovado.com

História Bíblica do AT - A CRIAÇÃO DA VIDA ANIMADA

Gênesis 1:1 - 2:25

Nesta lição, trataremos do quinto dia da criação e, de maneira geral, da criação do sexto dia, excluindo o detalhe concernente à criação do homem. A criação do quinto dia envolve a criação da vida marinha e das aves. "E disse Deus: produzam as águas abundantemente répteis de alma vivente; e voem as aves sobre a face da expansão dos céus" (Gênesis 1:20).

Há alguns que vêem isso como base para pensar que os pássaros vieram do mar de segundo a Bíblia, que eles igualmente evoluíram do peixe. Penso ser essa hipótese uma interpretação descuidada do versículo 20 e, na realidade, uma especulação totalmente infundada. O caminho para decidir a respeito de qualquer versículo questionável é ler os versículos precedente ou seguinte. Nesse caso, o versículo 21 explica perfeitamente a ordem. Deus criou grandes baleias e toda criatura viva que a água produziu conforme a sua espécie. Essas palavras são constantemente proferidas em razão da criação para negar a mutação e garantir que Deus criou.

A Palavra diz: "toda a ave de asas conforme a sua espécie". Afirma-se que Deus criou de ambas as categorias, e afirma-se de ambas: cada criatura, cada ave conforme sua espécie. Somos constantemente conduzidos a negar qualquer possibilidade de evolução ou negar a Bíblia. Você não pode ter ambas possibilidades.

A criação do sexto dia pode ser basicamente dividida dessa forma: animais, serpentes, insetos e homem. A pessoa que reivindica que o versículo 20 afirma a evolução da vida a partir do mar também deve afirmar que o versículo 24 afirma a evolução da vida a partir da terra. Assim, novamente, a falta de lógica cronológica evolucionista encontrou sua cauda voltando ao redor da árvore. Deus criou a besta, o gado e as criaturas rastejantes conforme sua espécie.

A criação final de Deus para o sexto dia foi o homem. Devo também dizer que esta é a criação física final de Deus. Deus está preparando, julgando e regenerando hoje, mas Ele não está criando (Gênesis 1:31).

A criação final e exclusiva de Deus é o homem. O homem é único por duas razões. Primeiro, foi criado para ter domínio (Gênesis 1:26) sobre todo o resto da criação e, segundo, porque Deus deu-lhe responsabilidade. Deus incumbiu e comandou o homem sob um propósito. É notável que Deus não falou dessa forma para os animais. Eles devem mover-se, agir e multiplicar-se apenas por instinto. Não é assim com o homem, ele teve desejo, responsabilidade e desígnio. É nesse sentido que foi feito à imagem de Deus.

Deus não é físico, Ele é Espírito. Deus é, entretanto, pessoal. Ele tem desígnio, desejo e domínio e, depois de tudo, foi criado o homem.

PERGUNTAS - LIÇÃO 4

1. Quais são os dois tipos de vida mencionados no versículo 20?
2. O versículo 20 está descrevendo um ato da criação?
3. O versículo 21 indica uma ou duas formas de vida?
4. Deus estava satisfeito com a criação do versículo 21?
5. O versículo 24 é um ato de criação ou um decreto?
6. Aponte três tipos de vida criadas no versículo 25.
7. Por que não podemos assumir que as aves foram criadas através do peixe?
8. O mar produziu a ave?
9. As baleias são um resultado da criação direta?
10. As baleias e os peixes são diferentes?
11. Qual deve ser a principal característica do homem?
12. Isso significa que Deus tem um corpo?
13. A Escritura indica que o homem pode ter evoluído?
14. Deus deu domínio para o homem sobre o quê?
15. O que é entendido por o homem ter domínio?
16. Quantos homens tiveram esse domínio?
17. Adão deveria ter desejos e planos?
18. Deus deu a Adão alguma ordem?
19. Se sim, aponte algumas delas.
20. Deus disse a Adão o que era para o homem comer?


Autor: Pr Forrest Keener
Fonte: www.obreiroaprovado.com

História Bíblica do AT - A CRIAÇÃO DO SOLO, MARES, VIDA VEGETAL E CORPOS CELESTES

Gênesis 1:1 - 2:25

Até aqui, tivemos uma divisão das águas de cima, chamadas firmamento ou céu, daquelas que ficavam abaixo, mas a massa da terra está coberta por água e ainda está vazia de qualquer vida vegetal e sem forma de criatura sobre ela.

No terceiro dia, Deus criou em duas áreas básicas. A primeira foi a união das águas de uma maneira que a terra apareceu, erguendo-se das águas em ilhas, montanhas, pradarias, grandes massas de solo e penínsulas. Ainda há muita especulação entre os homens para ordenar essa parte da criação. Podemos saber, entretanto, que a única revelação sobre essa ordem é a Bíblia e que, por meio do estudo diligente dela, podemos aprender tudo sobre isso, mas não mais do que Deus propôs.

No terceiro dia, Deus criou ainda a vida vegetal, uma das maravilhas mais fascinantes do mundo. Esse reino oscila entre magnificentes árvores gigantes, aquelas que são pequenas e carregadas com frutos suculentos e vidas vegetais microscópicas nas profundezas do mar. Há prados de grama, uma grande variedade de vegetais e alimentos em raízes. Não se trata nem de pensamentos posteriores nem de atos aleatórios, mas para servirem de comida para a criação de Deus no quinto dia. Há uma semente minúscula para o menor pássaro, plantas microscópicas para vidas marinhas tão pequenas que nós apenas agora estamos aprendendo sobre sua existência e há alimento suficiente para o mais imenso dos animais. Observe também Gênesis 2:5.

No quarto dia, Deus criou o sol, a lua e as estrelas. Essa é uma área em que o evolucionista teísta rompe-se em seu raciocínio, assim como o teorista do "dia de mil anos".

A reivindicação desses homens de que uma planta evoluiu de outra, quer durante mil ou dez milhões de anos, quer pelo desenho de Deus ou sem a existência dele, atravessa diretamente o caminho da Bíblia. Ambos devem assumir e, de fato assumem, que a energia consumida por essa evolução é o sol. Deus, entretanto, pela ordem da criação da vida vegetal antes do sol, lua e estrelas, deixa-os sem alternativa exceto acreditar em uma criação direta e adulta dessas coisas, ou duvidar da Bíblia e negá-la.

Deus também nos dá pormenores acerca dessa criação que estimulam tal conclusão. Não tivemos primeiro a semente, depois árvore, fruto e semente de novo, mas primeiro árvores, fruto e, então, semente. Deus, não somente dessa forma, recusa completamente o processo de mutação nisso, afirmando que a semente foi "depois sua espécie". Se aceitarmos uma criação adulta e perfeita, teremos paz. Se não aceitarmos, teremos inúmeras de questões sem respostas a nossa frente.

PERGUNTAS - LIÇÃO 3

1. Quais são as três divisões básicas da criação no terceiro e no quarto dias?
2. Qual é o primeiro ato de criação no terceiro dia?
3. Qual é o segundo ato de criação no terceiro dia?
4. A água poderia ter sido evaporada vagarosamente pelo sol?
5. É estranho encontrar evidência de água no topo das montanhas?
6. Indique duas explicações bíblicas para isso.
7. Poderiam existir fósseis de peixe como resultado da cobertura original de água?
8. A Bíblia nos dá todos os detalhes da criação?
9. Quais são as três divisões do terceiro dia da criação?
10. Podemos sensatamente esperar a evolução aqui?
11. Existe uma possibilidade de Deus ter usado a evolução?
12. Aponte duas razões científicas para essa impossibilidade.
13. Deus criou o fruto e a semente diretamente?
14. A mutação evolutiva poderia responder por várias vidas vegetais?
15. Quais foram as três divisões da criação no quarto dia?
16. Nosso conhecimento dos corpos celestes conflitam com a consideração bíblica?
17. Em que sentido o sol e a lua ordenam o dia e a noite?
18. Quais são os três propostas principais sobre os corpos celestes?
19. Descobrimos sinais do sol e da lua por dados científicos?
20. Eles causam ou controlam as estações do ano


Autor: Pr Forrest Keener
Fonte: www.obreiroaprovado.com

História Bíblica do AT - A CRIAÇÃO DA LUZ E A DIVISÃO DAS ÁGUAS

Gênesis 1:1 - 2:25

A criação englobada por esta lição será dividida basicamente em duas seções porque foi completada em dois dias. Acompanhemos por dias.

No primeiro dia, Deus criou pela sua palavra o céu e a terra. A afirmação é de que a terra era vazia e sem forma, e de que a escuridão reinava sobre a face das profundezas. Isso não precisa significar, como alguns pensam, que o julgamento descera, mas somente que a terra ainda estava vazia e inabitada por qualquer forma física, e que a luz dos corpos celestes ainda não fora criada. A luz do versículo quatro não foi um mero resultado do sol (pois ele ainda não brilhava), mas uma criação distinta de Deus. Deus é luz e Ele pode falar e comandar a luz para brilhar além da escuridão, assim como pode criar luzes para iluminar a escuridão. Devemos, também, perceber que não temos apenas uma mera afirmação de luz e escuridão, mas de noite e dia. Não posso intervir, exceto acatar isso como a verdadeira criação do tempo: "O primeiro dia".

Não posso aceitar a "teoria do gap" (teoria da brecha) defendida por muitos. Primeiro, porque é raramente - se o for - sugerida pela Escritura; segundo, porque parece ter se firmado como uma tentativa de satisfazer às pretensões infundadas dos evolucionistas de uma terra muito velha, e eu não sinto essa necessidade. Acredito, simplesmente, que Deus gerou uma criação adulta, e não foi necessário um tempo maior para um "diamante adulto" do que para um Adão adulto. Petróleo, carvão e depósitos fósseis foram explicados pelo dilúvio.

No segundo dia, Deus criou o firmamento. A terra estava totalmente coberta por água. Isso é apresentado em Gênesis 1:2 como a face das águas. A Bíblia diz que o Espírito de Deus moveu-se sobre a face das águas antes de criar a luz, não sobre a face da terra. Acho que devemos olhar para a terra, no primeiro dia, como sendo completamente envolvida pela água. Isso não significa imperfeição, nem amplia os esforços de Deus na criação. Isso é apenas um empenho para ver a revelação da ordem na qual ele escolheu conduzir sua criação planejada. Deste modo, temos, no segundo dia da criação, a divisão das águas. Deus suspendeu uma porção da água da terra, fazendo dela uma abóbada celeste de vapor e, assim, limitando as águas sobre a terra e colocando um espaço de ar, chamado firmamento e o céu, entre a água sobre a terra e a água acima da terra.

Deus agora assentou a plataforma para a organização do continente e do mar e para a ocupação de Sua terra, que estudaremos a seguir.

PERGUNTAS - LIÇÃO 2

1. Nomeie tudo o que você puder que tenha tomado existência no primeiro dia.
2. Em termos de dimensão, o que inclui o céu e a terra?
3. Se você tivesse olhado para a terra naquele tempo, o que teria visto?
4. Dê o nome de duas coisas que então cobriram a terra.
5. Podemos esperar alguma diferença de significado na palavra céu no versículo 1 e no versículo 8?
6. A separação das águas poderia ser evaporação?
7. Onde estava Deus antes de criar o céu?
8. Deus ficou maior ou mais rico depois da criação?
9. Deus decidiu progressivamente o que fazer na criação?
10. Qual porção da criação foi mais difícil?
11. O sol foi a fonte original de luz?
12. O que é a teoria do gap (brecha)?
13. Onde, cronologicamente, isso deveria de ter acontecido?
14. A idade é necessária para explicar a estrutura interna da terra?
15. Qual é a explicação lógica para o carvão e o petróleo?
16. Qual é a explicação lógica para o registro fóssil?
17. Há alguma afirmação de tempo na Bíblia entre Gênesis 1:1 e 1:2?
18. Há evidência bíblica de vida na terra antes de Adão?
19. Há evidência de dias de mil anos?
20. Há evidência de dias de 24 horas?


Autor: Pr Forrest Keener
Fonte: www.obreiroaprovado.com

domingo, 11 de julho de 2010

Esboço para pregação - A FONTE DA OBEDIÊNCIA - Mateus 21.28-32

Leitura complementar: Salmo 92

Em cada culto dominical, nós costumamos confessar o Credo Apostólico: Creio em Deus Pai. Creio em Jesus Cristo. Creio no Espírito Santo. Que significa "Crer em Deus"? É achar ou admitir que Deus existe? Isso seria pouco. Na Epístola de Tiago vem escrito que até os demônios crêem na existência de Deus, e tremem! Então que será? Será acreditar no que Deus diz, achar que sua palavra é verdadeira? Isso já seria mais. Muito mais, até. Mas ainda não é tudo. Fé em Deus, conforme a Escritura Sagrada é confiança em Deus. É amor a Deus. E é obediência a Deus!

Veja o exemplo de seus pais terrestres: você pode perfeitamente "crer" que eles existem e mesmo que eles falam a verdade para você. E, apesar disto, poderá estar de mal com eles, poderá ignorá-los e até odiá-los. "Crer", assim, não está somente relacionado com nossa cabeça. Está relacionado muito mais com nosso coração, com o centro de nossa pessoa, com o "lugar" onde os nossos pensamentos têm a sua raiz, onde nascem nossas decisões, onde rejeitamos ou aceitamos, odiamos ou amamos. Crer está relacionado com a nossa relação pessoal com Deus, com nossa obediência, com nossa submissão à Sua vontade. Se não estiver, não será fé. Será, talvez, uma teoria. Ou um palpite. Será "conversa fiada", como diz o povo.

"Um homem tinha dois filhos. Chegando ao primeiro, disse: Filho, vai hoje trabalhar na vinha. Ele respondeu: Sim, Senhor; porém não foi." Será importante que note¬mos: trata-se de um pai que fala ao seu filho. Não é um patrão que se dirige a um empregado. Não é um rico fazendeiro que manda um bóia-fria capinar a lavoura dele. O pai envia o filho a trabalhar na vinha, isto é, na lavoura que é a própria herança dele. Que oportunidade para o filho mostrar que ele ama o pai, que o compreende, que gosta de fazer aquele serviço no parreiral que o pai plantou para si e para seus filhos! A lógica das coisas é tão clara que será difícil imaginar que o filho possa dizer "não". E ele mesmo não diz. Pelo contrário: diz de forma inconfundível: "Sim, Senhor." Mas diz, e depois não vai. Diz e não faz.


Que foi que houve com aquele filho? Será que era muito fraco para trabalhar? Será que estava doente? Achamos que não, porque neste caso o pai não o teria mandado trabalhar. Deus não pede coisas impossíveis de nós. Que terá sido então? Eu vou dizer o que foi: foi falta de fé, nada mais e nada menos.

Talvez você fique surpreendido. Falta de fé? Por quê? Não foi antes falta de obediência? Pois aí está. A falta de obediência é o lado externo das coisas. A falta de fé é o lado interno. Assim, Jesus, ao fim de sua parábola, fala três vezes de fé, apontando a raiz dos males de seus ouvintes: João Batista pregou o caminho da justiça, e eles não acreditaram nele, enquanto que publicanos e meretrizes creram; eles, porém, mesmo vendo isso, não se arrependeram para crer nele.

E agora a parábola de Jesus já está mexendo conosco, como deve ter mexido com os ouvintes de então (os filhos de Israel, que haviam dito "sim" a Deus e que depois ignoraram ou rejeitaram Jesus). "Creio em Deus Pai." "Aleluia." "Amém." "Sim, com o auxílio de Deus." Você está lembrado? E lembra-se do significado da palavra "amém"? Ela significa: assim seja. Foi isso mesmo que o primeiro filho de nossa parábola disse ao seu pai. Amém, assim seja! Mas este seu "amém" não mudou em nada os seus planos. Ele disse só para dizer. Suas palavras eram que nem motor trabalhando em ponto morto. Ele nem tentou engrenar para a primeira, para pôr o carro em movimento.

Estamos notando esta coisa realmente assustadora? Uma pessoa, um filho, um cristão, poderá cantar aleluia e hosana na igreja, poderá orar no grupo de estudos bíblicos, poderá cantar canções de glória e de louvor no coro da igreja, poderá ter até a boca cheia de palavras da Bíblia e, contudo, poderá voltar as costa a Deus, deixando de fazer a vontade de seu Criador e Salvador. Será que ele apenas tem a fé, e que só lhe faltam as obras? Uma falta, uma falha perdoável, então? Não. Ele não tem as obras porque lhe falta a fé.

Temos dito há pouco que a falta de obediência é o lado externo das coisas, que a falta de fé é o lado interno. Não poderá ser outra coisa. Uma fé sem consequências, uma fé que não muda nada, que fé será essa? Será uma coisa desprezível, oca e vazia. E não admira que os chamados descrentes tantas vezes apontem o dedo para os cristãos, clamando contra a sua covardia, sua falta de amor, sua indiferença, sua preguiça! Deus nos guarde de uma fé sem consequências, de uma fé divorciada da obediência. Ela não leva à vinha do Senhor, e ela não leva ao Reino da glória.

E o segundo filho: ele recebe o mesmo convite. E diz "não". Diz que não vai. Um filho revoltado que, com a maior "cara de pau", lança no rosto do pai o que está por dentro dele. Ele não tenta esconder sua revolta. Diz que não vai e vira as costas ao pai.

É muito significativo que na Bíblia nos vão sendo descritas muitas pessoas parecidas com este filho revoltado. Moisés foi uma delas. Ele disse a Deus: Eu tenho uma língua pesada. Manda ao Egito quem quiseres - não a mim. Jeremias foi outra. Ele alegou que era muito moço para assumir a tarefa que Deus lhe queria dar. O apóstolo Paulo não só deixou de ir à vinha, mas ele foi arrancando as parreiras, foi perseguindo os cristãos. Assim, parece que a resistência do coração humano ao convite de Deus é uma coisa bem normal. Parece que nossa natureza humana é revoltada desde sua origem. Desde a "revolta original" descrita em Gênesis 3. Não adianta esconder este fato. Também não adianta fazer de conta e engolir a revolta. Revolta engolida é a pior das revoltas. É até um dos maiores problemas das comunidades cristãs: que as pessoas vão engolindo sua revolta, em vez de dizerem claramente o que pensam.

E agora preciso chamar sua atenção para uma coisa muito estranha. Estranha e felicitante. Deus não acaba com o filho revoltado e desobediente. Muitas vezes, na história da igreja cristã, Deus provou o seu poder, transformando servos revoltados em filhos obedientes, às vezes, de um momento para outro. É o que, por exemplo, aconteceu com o apóstolo Paulo. De manhã, ele ainda tinha dito "não". De tarde dizia "sim". E foi um sim para valer. Ele disse sim, e foi trabalhar na vinha do Senhor. Trabalhou até o último instante de sua vida.

Este fato estranho e felicitante, mil vezes repetido na história do povo de Deus, Jesus o tem em mente, quando diz em sua parábola que o filho, que lançara ao rosto do pai o seu teimoso "não quero", depois se arrependeu e foi trabalhar na vinha. Deus seja louvado! Nosso Senhor não nos prende, não nos fixa numa posição que temos tomado, em nossa revolta tola. Ele deixa a porta aberta. Ele não nos despede, como um patrão irado despede um trabalhador faltoso. Ele perdoa o "não quero" do filho revoltado e alegra-se com seu arrependimento e com sua ida à vinha.

Mas que foi que realmente aconteceu com o segundo filho? Foi um verdadeiro milagre que aconteceu com ele. Sua revolta, sua resistência interna à vontade do pai foi vencida - bem aí onde se encontra o "centro de comando" do homem - centro, que a Bíblia chama de coração. Neste centro, despertou a centelha da fé. E esta fé provocou um ardor, uma vontade de mudar, uma saudade de obedecer, a tal ponto que o filho rebelde foi forçado por dentro para ir à lavoura do pai. Entendemos bem: o pai não o levou "na marra". Ele o atraiu com seu convite, expressão de sua vontade séria e boa. Ele o atraiu com sua bondade, sua paciência. Mas não o forçou. É que, no "centro de mudança" do filho, a alavanca foi mudada da marcha à ré (certamente através do ponto morto) para a primeira. Na linguagem da Bíblia, isto quer dizer: ele se arrependeu, ele se converteu. Isto é, ele deu meia volta e começou a obedecer.

É uma parábola muito séria, aquela dos dois filhos. No tempo dos apóstolos, ela foi aplicada principalmente aos judeus (o primeiro filho!), que tinham aceito a aliança, não a cumprindo depois, e aos gentios (o segundo filho!), que outrora tinham vivido na revolta e que chegaram a aceitar o evangelho. Não vamos ser precipitados em dizer que nós somos o segundo filho, já que nós descendemos dos gentios. Ou que somos parte como o primeiro, parte como o segundo. Não vamos dizer levianamente que prometemos obediência e que cumprimos a promessa. Não esqueçamos que Deus é o Deus da verdade. Nós, pessoalmente, a igreja, toda a cristandade - todos, afinal, recebemos uma oferta gloriosa e graciosa por parte de Deus: a de trabalharmos na vinha de Cristo, de servirmos em seu Reino. Se nós nos dermos por satisfeitos cantando "aleluia" ou dizendo "amém", sem mexer um dedo para obedecer e agir no campo de trabalho que o povo de Deus tem nesta terra, não poderá acontecer o mesmo que Jesus relata nesta parábola? Que o filho revoltado, os chineses, os russos, os pagãos africanos, a juventude transviada, e outros mais, um dia estejam trabalhando na vinha de Cristo, e nós, dizendo "Sim, Senhor", mas continuando a viver nossa vidinha particular, tirando o corpo fora com este truque tolo, querendo enganar a Deus com palavras bonitas, palavras que têm nada a ver com a realidade de nossa vida! O Senhor nos guarde de uma fé sem frutos, de uma religião sem obediência!


Autor: Lindolfo Weigärtner

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Práticas Devocionais - PRÁTICA DA LEITURA DA BÍBLIA

A prática da leitura da Palavra de Deus é a arte de procurar o Senhor nas páginas das Sagradas Escrituras até achar. É a arte de enxergar toda a riqueza que está por trás da mera letra, de ouvir a voz de Deus, de relacionar texto com texto e de sugar todo o leite contido na Palavra revelada e escrita, tanto nas passagens mais claras como nas passagens aparentemente menos atraentes, mediante uma leitura responsável e o auxílio do Espírito Santo.
A Bíblia é a Palavra de Deus. Isso quer dizer muita coisa. Significa que ela encerra a auto-revelação de Deus e expressa toda a sua vontade em matéria de fé e conduta. Significa ainda que você não se encontra desesperadamente em estado de absoluta desinformação quanto a Deus, quanto à vida e quanto à eternidade. Você tem em sua própria língua um livro que revela todo o programa de Deus, uma espécie de enciclopédia que fornece toda sorte de informação teológica necessária, um manual de avaliação que mostra a diferença entre o certo e o errado.
Além de inspirada por Deus, toda Escritura é extremamente útil (2 Tm 3.16). Ela fornece alimento para o espírito: "Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus" (Mt 4.4, citando Dt 8.3). Ela gera conhecimento, fé, convicção e esperança. Ela promove comunhão com Deus e comunhão com os homens. Ela produz conforto em meio a lágrimas e angústias. Ela repreende e corrige, "a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra" (2 Tm 3.17). Ela serve de ponto de apoio em situações adversas: "Sobre a tua palavra lançarei as redes" (Lc 5.5). Ela exerce influência poderosa nas tomadas de decisão. Ela cria uma mentalidade religiosa. Ela se acomoda nos porões do subconsciente e forma uma bagagem de valor inestimável, que aflora naturalmente nos momentos mais necessários.

INGESTÃO

Contudo, para que esse enorme volume de riqueza se torne seu, é necessário "comer" a Palavra de Deus, à semelhança de Ezequiel, que encheu as suas entranhas do rolo de um livro (Ez 2.8-3.3). Basta comer. O resto é com Deus. A ingestão da Sagrada Escritura depende de você. Trata-se de um exercício voluntário, consciente e pessoal. Faz-se isso por meio da leitura cuidadosa e regular da Palavra. A leitura formal, superficial, ocasional, desordenada ou supersticiosa rende muito pouco ou nada. Bem como a leitura feita para satisfazer apenas o intelecto. O Senhor diz: "Abre bem a tua boca e ta encherei" (Si 81.10). Você precisa aprender a arte de "abrir a boca" para meter a Palavra de Deus dentro do espírito.

DIGESTÃO

Diferente da ingestão, a digestão é a assimilação da Sagrada Escritura em seu interior. O processo é inconsciente, automático e irreversível. Uma vez ingerida, a Palavra que sai da boca de Deus é como a chuva e a neve que descem dos céus "e para lá não tornam, sem que primeiro reguem a terra e a fecundem e a façam brotar, para dar semente ao semeador e pão ao que come". A Palavra de Deus não volta para Ele vazia, mas fará o que lhe apraz, e prosperará naquilo para que Ele a designou (Is 55.10, 11). Você não pode perder a noção e a certeza de que "a Palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração" (Hb4.12). Em outras palavras, uma vez corretamente lida, a Escritura Sagrada provoca uma revolução dentro de você, desce aos lugares mais profundos, mexe em tudo. Essas coisas acontecem por causa do valor intrínseco da Palavra e por causa da operação do Espírito Santo.

METODOLOGIA

Para ser altamente proveitosa, a prática da leitura da Palavra de Deus depende da qualidade do empreendimento, que se consegue depois das seguintes providências:
1. Ler. Percorra com a vista o que está escrito, proferindo ou não as palavras. Tome conhecimento do texto: "Buscai no livro do Senhor, e lede" (Is 34.16). O rei de Israel deveria escrever um tratado da lei do Senhor para ler todos os dias da sua vida (Dt 17.18-20).
2. Meditar. Meditar é mais do que ler. Examine o texto lido. Reflita sobre ele. Gaste algum tempo para ficar por dentro da mensagem que o texto encerra. Veja a disposição do salmista: "Os meus olhos antecipam as vigílias noturnas, para que eu medite nas tuas palavras" (Si 119.148). Só neste Salmo, o verbo meditar aparece seis vezes. Aquele que medita na lei do Senhor de dia e de noite "é como árvore plantada junto a corrente de águas" (Si 1.3).
3. Memorizar. Meta na cabeça o que você leu e meditou. Entregue-o à memória, retenha-o, não o deixe escapar. Decore, se não as palavras, pelo menos a mensagem do texto lido. Guarde-a na despensa interior. Veja o propósito do salmista: "Induzo o coração a guardar os teus decretos, para sempre, até ao fim" (Sl 119.112). Para precaver-se do pecado, o jovem deve conservar dentro de si os mandamentos de Deus e escrevê-los na tábua de seu coração (Pv 7.1-3).
4. Inculcar. Enfie bem para dentro a Palavra de Deus. Coloque-a nas entranhas, "no mais íntimo do teu coração" (Pv 4.21). Torne-a propriedade pessoal. Provoque uma impregnação da Sagrada Escritura em todo o seu ser. Era isto que Israel tinha de fazer com as crianças: "Estas palavras que hoje te ordeno [...] tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te e ao levantar-te" (Dt 6.6-9).
5. Conferir. Compare texto com texto. Não só para descobrir o sentido exato da passagem lida, mas também para enriquecer o seu conhecimento de toda a Escritura, consultando outras passagens paralelas. Por exemplo, digamos que você esteja lendo a Epístola de Paulo a Tito e encontre a frase: "Estas coisas são excelentes e proveitosas" (Tt 3.8). A partir daí você pode descobrir várias coisas excelentes ao correr da Bíblia: o mais excelente nome (Hb 1.4), o mais excelente sacrifício (Hb 11.4), o mais excelente óleo (Am 6.6), o mais excelente caminho (l Co 12.31), a excelência do episcopado (l Tm 3.1), o espírito excelente de Daniel (Dn 5.12) e a menção a Rúben, "o mais excelente em altivez, e o mais excelente em poder", contudo "impetuoso como a água" (Gn 49.3-4). Ora, esse esforço é altamente compensador. Esclarece, edifica, enriquece e lhe dá uma visão global das Escrituras.
6. Lembrar. Aprenda a fazer uso prático do que foi guardado na memória e nas entranhas. Retire do computador o que já foi digitado, retire do banco o que já foi depositado, retire da despensa o que já foi armazenado, e sirva-se à vontade. Você nunca vai ficar na mão, sem assistência, sem tratamento, sem pão. É só lembrar e aplicar. É nesse sentido que Jesus disse: "Lembrai-vos da mulher de Ló" (Lc 17.32). Fez muito bem a Pedro lembrar-se de que Jesus lhe dissera: "Hoje três vezes me negarás, antes de cantar o galo" (Lc 22.61).

SUGESTÕES

Por causa do temperamento, do estilo pessoal de ler e de estudar e da disponibilidade de tempo, cada um deve descobrir e adotar a maneira própria mais indicada de ler a Bíblia. Os métodos alheios servem apenas de exemplos. Todavia, considere mais estas sugestões:
1. Reserve a hora mais propícia do dia para ler a Bíblia. Isso varia muito de pessoa para pessoa. Seja exigente nesse sentido e evite a hora menos propícia.
2. A preocupação maior deve ser com a qualidade da leitura, e não com a quantidade. Você não precisa ler a Bíblia durante o ano, mas precisa ler a Bíblia com proveito o ano inteiro.
3. Procure ler toda a Bíblia — não necessariamente de Génesis a Apocalipse. Leia grupos de livros: os livros poéticos, as Cartas de Paulo, os profetas menores, o Pentateuco, os quatro Evangelhos, os livros históricos e assim por diante. Para seu controle pessoal, marque a data do início e do final da leitura de cada livro.
4. Sublinhe o que você achar mais interessante. Faça pequenas notas às margens ou em um bloco à parte. Por uma questão de ordem, é bom numerá-las. Uma numeração para cada livro lido. O esforço de escrever as notas torna a leitura e a meditação mais sérias e ajuda a memorizar as lições aprendidas.
5. Use a Concordância Bíblica da Sociedade Bíblica do Brasil, baseada na Edição Revista e Atualizada no Brasil da Tradução de João Ferreira de Almeida, para conferir escritura com escritura.
6. Havendo tempo, quando necessário, consulte outras versões em português (ou outras línguas) e a paráfrase A Bíblia Viva, para entender melhor o texto e fugir da rotina de uma mesma tradução a vida inteira. Além da tradução de Almeida, a mais usada, você pode recorrer às antigas traduções de Figueiredo e Versão Brasileira e à mais recente, A Bíblia na Linguagem de Hoje.
7. Só consulte as notas de rodapé, comentários e dicionários bíblicos depois do esforço próprio de entender o texto. Evite a preguiça mental.
8. Peça sempre o auxílio do Espírito Santo para entender as Escrituras e se beneficiar delas, seja por meio de uma pequena oração ou por meio de uma atitude de dependência e humildade. É o Espírito quem levanta o véu e deixa você ver a riqueza toda que está por trás da mera letra.


Autor: Elben M. Lenz César

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Argumentos Religiosos Populares - A voz do povo não é a voz de Deus (Parte 10)

QUANDO A VOZ DO POVO SE MANIFESTOU, FOI PARA PEDIR A PILATOS QUE CRUCIFICASSE JESUS E SOLTASSE BARRABÁS! Mateus 27.21-22

BEM, SE A VOZ DO POVO, DEFINITIVAMENTE, NÃO É A VOZ DE DEUS, O QUE FAZER?
APEGAR-SE A DEUS, CRENDO EM SEU FILHO JESUS CRISTO E LER A SUA PALAVRA CONTIDA NA BÍBLIA SAGRADA.

1 Timóteo 2.3-5: "Pois isso é bom e agradável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade".

Atos 4.4: "Muitos dos que ouviram a palavra a aceitaram." Mas, nem todas as pessoas aceitam a Jesus Cristo como seu salvador pessoal e, por isso, não são salvas.

João 3.17-18: "Por Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado porque não crê no nome do unigênito Filho de Deus. A condenação é esta: a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais astrevas que a luz."

Josué 24.15: "Escolhei hoje a quem sirvais: se aos deuses que serviram vossos pais... porém, eu a minha casa serviremos ao Senhor."

QUAL A ESCOLHA QUE VOCÊ FAZ HOJE? VOCÊ FICA COM A VOZ DE DEUS, OU COM AS CRENDICES POPULARES?

Você deve escolher se continua fazendo um deus segundo a sua própria semelhança (um deus que seja de acordo com o seu gosto pessoal) ou aceita o Deus da Bíblia - criador de todas as coisas, que criou você para ser verdadeiramente feliz, a despeito das adversidades.
A Bíblia é o "MANUAL DO PROPRIETÁRIO". Quando você compra um automóvel, ele vem com o manual escrito pelo fabricante, que conhece o carro por dentro, e sabe tudo o que precisa ser feito para obter o melhor proveito daquela máquina.
Deus conhece você por dentro. Ele quer que você tenha o melhor proveito da sua vida aqui, e deseja lhe dar a vida eterna em sua presença.

AGORA É JESUS QUEM FALA:

Apocalipse 3.20: "Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele e ele comigo."

João 5.24: "Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, têm a vida eterna e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida."

Argumentos Religiosos Populares - A voz do povo não é a voz de Deus (Parte 9)

A VOZ DO POVO:
"Ah! Mas todos são filhos de Deus!"

A VOZ DE DEUS:
João 1.10-12: "(Jesus - O Verbo) estava no mundo e o mundo foi feito por ele e o mundo não o conheceu. Veio para o que era seu e os seus não o receberam. Mas a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: a saber, aos que creram no seu nome".
Marcos 16.15: Jesus disse: "Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda acriatura".

CONCLUSÃO:
Todos são CRIATURAS DE DEUS, mas os que recebem a Jesus, e crêem n'Ele como seu Salvador, estes, sim, são filhos de Deus!

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